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DESCRIPTION:O Instituto Memória e Direitos Humanos (IMDH) da Universidade F
 ederal de Santa Catarina (UFSC) promove a exibição gratuita do documentári
 o Derlei: desafiando o silêncio\, no dia 25 de maio\, às 19h\, no Plenário
  Paulo Stuart Wright da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina
  (Alesc)\, em Florianópolis. \nA história conta a trajetória de Derlei Cat
 arina De Luca\, catarinense reconhecida pela trajetória marcada pela educa
 ção\, militância e defesa dos direitos humanos\, em uma narrativa sobre lu
 ta\, memória e esperança. Com duração de 1h48min\, o filme produzido pela 
 Mozaiko Filmes conduz o espectador por uma jornada que ultrapassa a recons
 trução histórica\, a partir dos caminhos que marcaram a vida da içarense.
 \nNo Brasil\, as filmagens passaram por Santa Catarina\, Paraná\, São Paul
 o\, Rio de Janeiro e Bahia. No exterior\, a equipe percorreu o Chile\, o P
 anamá e concluiu as gravações em Cuba. Ao todo\, foram 17 cidades percorri
 das pela produção da cinebiografia. A direção\, a edição e a fotografia sã
 o do professor Alcides Goularti Filho e o roteiro e a produção de Giani Ra
 belo. A narrativa reúne entrevistas com familiares e companheiros de milit
 ância\, além de trechos do livro No Corpo e na Alma\, escrito pela própria
  Derlei.\n \nSobre Derlei Catarina De Luca\nNascida em 1946\, em Içara\, D
 erlei Catarina De Luca foi professora desde jovem e ampliou sua atuação ao
  ingressar na universidade\, onde intensificou o engajamento político. A p
 artir de 1968\, com o endurecimento do regime militar no Brasil\, sua vida
  passa a ser conduzida pela clandestinidade.\nA prisão\, em 1969\, foi um 
 dos capítulos mais delicados de sua história. Submetida à tortura\, Derlei
  carregou marcas físicas e psicológicas que a acompanharam por toda a vida
 . Após o exílio\, vivido entre Chile\, Panamá e Cuba\, retornou ao Brasil 
 com a anistia\, em 1979. Ao retornar\, atuou na Alesc\, onde realizou um t
 rabalho voltado à memória\, verdade e justiça. Participou da Comissão da V
 erdade e se envolveu na busca por desaparecidos políticos. Derlei faleceu 
 em 18 de novembro de 2017.
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SUMMARY:Exibição do documentário ‘Derlei: desafiando o silêncio’
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 ='https://www.instagram.com/imdh.ufsc/'>Instituto Memória e Direitos Human
 os</a> (IMDH) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promove a e
 xibição gratuita do documentário <em>Derlei: desafiando o silêncio</em>\, 
 no dia <strong>25 de maio</strong>\, às 19h\, no Plenário Paulo Stuart Wri
 ght da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc)\, em Flo
 rianópolis. </span></p>\n<p><span style='font-weight: 400'>A história cont
 a a trajetória de Derlei Catarina De Luca\, catarinense reconhecida pela t
 rajetória marcada pela educação\, militância e defesa dos direitos humanos
 \, em uma narrativa sobre luta\, memória e esperança. Com duração de 1h48m
 in\, o filme produzido pela Mozaiko Filmes conduz o espectador por uma jor
 nada que ultrapassa a reconstrução histórica\, a partir dos caminhos que m
 arcaram a vida da içarense.</span></p>\n<p><span style='font-weight: 400'>
 No Brasil\, as filmagens passaram por Santa Catarina\, Paraná\, São Paulo\
 , Rio de Janeiro e Bahia. No exterior\, a equipe percorreu o Chile\, o Pan
 amá e concluiu as gravações em Cuba. Ao todo\, foram 17 cidades percorrida
 s pela produção da cinebiografia. </span><span style='font-weight: 400'>A 
 direção\, a edição e a fotografia são do professor <a href='https://buscat
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 rodução de <a href='https://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.
 do'>Giani Rabelo</a>. A narrativa reúne entrevistas com familiares e compa
 nheiros de militância\, além de trechos do livro <em>No Corpo e na Alma</e
 m>\, escrito pela própria Derlei.</span></p>\n<p> </p>\n<p><b>Sobre Derlei
  Catarina De Luca</b></p>\n<p><span style='font-weight: 400'><a href='http
 ://noticias.paginas.ufsc.br/files/2026/05/derlei.jpg' class='thickbox no_i
 con'><img class='size-medium wp-image-292244 alignleft' src='http://notici
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 oi professora desde jovem e ampliou sua atuação ao ingressar na universida
 de\, onde intensificou o engajamento político. A partir de 1968\, com o en
 durecimento do regime militar no Brasil\, sua vida passa a ser conduzida p
 ela clandestinidade.</span></p>\n<p><span style='font-weight: 400'>A prisã
 o\, em 1969\, foi um dos capítulos mais delicados de sua história. Submeti
 da à tortura\, Derlei carregou marcas físicas e psicológicas que a acompan
 haram por toda a vida. Após o exílio\, vivido entre Chile\, Panamá e Cuba\
 , retornou ao Brasil com a anistia\, em 1979. Ao retornar\, atuou na Alesc
 \, onde realizou um trabalho voltado à memória\, verdade e justiça. Partic
 ipou da Comissão da Verdade e se envolveu na busca por desaparecidos polít
 icos. Derlei faleceu em 18 de novembro de 2017.</span></p></BODY></HTML>
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