Comissão de Combate à Dengue lança manual e cartilha

25/11/2019 12:17

A Coordenadoria de Gestão Ambiental da UFSC e a Comissão de Combate à Dengue divulgaram dois documentos para guiar toda a comunidade no combate ao mosquito Aedes aegypti e sua proliferação dentro da Universidade.

O primeiro é o Manual de Prevenção e Combate ao Aedes aegypti na UFSC, produzido com intenção de indicar aos servidores da UFSC os caminhos administrativos de execução, tais como contratos disponíveis, setores de acionamento e contatos gerais para assuntos relacionados ao mosquito. O segundo, a cartilha, que pode ser acessada aqui, informa os principais locais na UFSC que podem ser considerados criadouros do mosquito e alerta toda a comunidade para que fique atenta quanto aos sinais indicativos de água parada, mesmo que não visível, e as ações que podem ser tomadas.

Estas medidas fazem parte das ações estratégicas de conscientização para o combate a dengue na UFSC. Segundo o 28º boletim da Diretoria de Vigilância Epidemiológica, já são 25.747 focos positivos do Aedes aegypti em 184 municípios de Santa Catarina. Comparando ao mesmo período de 2018, observa-se um aumento de 85% no número de focos detectados. Até o momento foram 1.898 casos de dengue confirmados no estado. Destes, 1.698 são autóctones, ou seja, que foram gerados aqui dentro de Santa Catarina. Em todo o país, o número de casos de dengue aumentou quase 600 vezes até setembro deste ano, 7 vezes mais quando comparado à 2018.

Para o Biólogo da Coordenadoria de Gestão Ambiental da UFSC, Allisson Castro, isso mostra a extrema necessidade de se buscar novas estratégias tanto para o combate direto ao mosquito, quanto para informar e conscientizar a população do seu papel nesta luta, que é contínua. “É de fato uma luta de vida ou morte”, declara.

No mês de novembro entramos em período crítico. As chuvas frequentes associadas ao calor são fatores delineadores das condições ideais para o desenvolvimento do Aedes aegypti. Contudo, este ciclo pode ser enfaticamente interrompido com ações simples e já conhecidas: evitando o descarte de materiais que acumulem água parada (limpa ou não), assim como não manter esses materiais à disposição do mosquito.

Mais informações podem ser acessadas no site da campanha.

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