Presidente da Sociedade Portuguesa de Educação em Engenharia visita UFSC Araranguá

17/09/2019 15:49

Simone Bilessimo, coord. adjunta RExLab; Gustavo Alves e Juarez Bento da Silva, coord. RExLab. Foto: divulgação

O campus de Araranguá da Universidade Federal de Santa Catarina (ARA/UFSC) recebeu na terça-feira, 1 de setembro, a visita do professor Gustavo Ribeiro Alves, presidente da Sociedade Portuguesa de Educação em Engenharia (SPEE). Alves visitou o Laboratório de Experimentação Remota (RExLab) para conhecer as novas instalações do laboratório recentemente transformado em um Makerspace. Na ocasião, o presidente da SPEE conheceu os novos laboratórios remotos desenvolvidos no RExLab e suas novas funcionalidades, como impressora 3D, máquina de corte a laser e estúdio de filmagem.

RExLab: duas décadas de pesquisas remotas

A Experimentação Remota é uma área de pesquisa que visa ampliar a capacidade humana para além de seus limites, utilizando os recursos da Internet e de outros meios tecnológicos capazes de prover acesso remoto, possibilitando o compartilhamento de recursos de um modo geral. Em outras palavras, é possível operar-se um equipamento remotamente, ou seja, de um local distante do mesmo.

A partir deste conceito surgiu em 1997 o RExLab, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que conta atualmente com uma rede de 12 Universidades (RexNet) em 5 diferentes países. Um de seus objetivos é atender a necessidade de apropriação social da ciência e da tecnologia, popularizando conhecimentos científicos e tecnológicos, estimulando os jovens a inserirem-se nas carreiras científico-tecnológicas e buscar iniciativas que integrem a educação científica ao processo educacional promovendo a melhoria devido à atualização/modernização do ensino em todos os seus níveis, enfatizando ações e atividades que valorizem e estimulem a criatividade, a experimentação e a interdisciplinaridade. As novas instalações visitadas pelo presidente da Sociedade Portuguesa de Educação em Engenharia transformaram a sede do RExLab em um Makerplace, potencializando as atividades desenvolvidas há mais de duas décadas.

Isabela Nardi da Silva/UFSC Araranguá

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