A angústia da espera. As dúvidas de adaptação. Grupo da UFSC auxilia mães, pais e pretendentes à adoção

26/08/2019 08:07

Gerd Altmann/Family/Divulgação.

Dos 46.172 pretendentes à adoção cadastrados, 12.629 estão na Região Sul do país. Em Santa Catarina são 2.825. Das 9.626 crianças cadastradas, 4.932 estão disponíveis para adoção, sendo que 1.328 estão na Região Sul. Esses são os dados extraídos do site do Cadastro Nacional de Adoção (CNA) do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em 09 de agosto de 2019.

Há uma disparidade gritante entre o volume de pessoas querendo adotar e crianças em busca de uma família. Pela lógica matemática, todas já deveriam estar em um novo lar. O que acontece neste processo? O que esbarra na adoção dessas crianças? A resposta começa pela escolha.

No site do CNA é possível fazer um pré-cadastro no Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento, nele parecemos estar em uma loja. É possível escolher a idade, a cor da pele, o gênero, crianças saudáveis ou com alguma doença, com irmãos ou não, e até o estado em que residem. É neste ponto que as informações de preferências não começam a bater com a da realidade: 61,79% dos pretendentes à adoção não aceitam adotar irmãos e 64,13% não aceitam gêmeos, 93,1% dos pretendentes preferem adotar crianças com até oito anos de idade; entretanto, 62,9% das crianças disponíveis têm entre 13 e 17 anos e 60,15% possuem irmãos.

Este processo de pré-adoção é complexo por si só, uma vez que a escolha de preferências de adoção é feita por um endereço eletrônico, ou seja, fria e intimidadora. Depois dessa etapa, existem ainda os processos de preparação, acolhimento e pós-adoção. Neste caminho, muitas vezes os futuros pais e os que já adotaram enfrentam medos e angústias. Para debater e compartilhar esses sentimentos, o projeto de Pesquisa e Extensão “Grupo Reflexivo para mães, pais e pretendentes à adoção”, vinculado ao Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), construiu um espaço terapêutico para pré e pós-adotantes. O objetivo principal é traçar estratégias que minimizem os riscos de devolução, uma vez que a desistência da adoção pode acontecer, segundo a literatura, pela agressividade da criança e pelas dificuldades de vinculação e adaptação à nova rotina e à escola.

Juliana Gomes Fiorott. Foto: Nicole Trevisol/Agecom.

Juliana Gomes Fiorott, mestranda em Psicologia Social e Cultura na UFSC e coordenadora do Grupo Reflexivo, explica que existem duas demandas completamente diferentes. No grupo de pré-adoção, os adotantes estão em um momento de espera, ansiosos e não sabem o que fazer na lacuna entre estar habilitado e a chegada do filho. Já no grupo de pós-adoção são levantadas as demandas mais latentes. “A partir do primeiro encontro com os grupos são montadas as propostas de atividades de ação e reflexão”, diz ela.

Cada grupo participa de seis encontros com, no máximo, 18 participantes em cada. Os encontros são quinzenais e os participantes são os mesmos até o final do processo. “A dinâmica é igual para os dois grupos: começa com um aquecimento (preparação para o encontro), depois é feita uma tarefa (para refletir sobre aquela emoção enquanto pai ou mãe), uma reflexão sobre o tema (as emoções, as vivências e o resgate da memória ) e um fechamento (encerramento para que todos saiam bem e retornem para as suas casas)”, enumera Fiorott.

Os Grupos vão além da troca de experiência, fazendo com que as pessoas percebam que os problemas não são isolados, sendo um momento e um espaço de fala exclusivo para quem também está passando por situações parecidas. “São pessoas que estão passando, se não pela mesma vivência, mas por situações parecidas, essa troca é muito rica em um espaço seguro em que buscamos fazer uma mediação adequada para que as pessoas possam elaborar esse sentimento de ansiedade, de falta de recursos (achar que não vai dar conta). A desistência da adoção (devolução), muitas vezes, acontece por falta de acolhimento, de um espaço, um momento de pensar estratégias, fazendo a pessoa chegar ao limite, mas o que acontece até esse limite?”, diz a coordenadora.

Para enfrentar essas demandas, a preparação de Rosilda Lopes Oechsler, servidora da UFSC, e do marido Renê para a adoção envolveu muita atividade física e religiosidade. “Quando optamos pela adoção começamos a nos preparar fisicamente, principalmente quando soubemos que seriam duas crianças e eu já estava com 48 anos e o meu marido com 52. Além disso, somos espíritas, então a religiosidade nos ajudou a ficarmos mais calmos e a não desanimar durante a espera”, diz ela.

Na UFSC, três servidoras e um servidor solicitaram a licença adotante entre 2018 e 2019, de acordo com a Divisão de Benefícios e Licenças (DBL). Rosilda ainda está em licença adotante desde que as irmãs B. e S., cinco e três anos respectivamente, chegaram em março deste ano. A ligação telefônica foi em uma quarta-feira e Rosilda pensou que fosse telemarketing. “Entramos como pretendentes à adoção em 2013. Chegamos a ter um processo que não foi bem sucedido em 2018 com uma menina de 11 anos, que quis voltar para a mãe biológica, e isso nos traumatizou bastante. Quando recebi a ligação sobre a adoção das minhas filhas tudo aconteceu muito rápido: fomos ao abrigo, depois no Fórum, falamos com as assistentes sociais e na semana seguinte conhecemos as meninas. Foi uma loucura porque não estávamos preparados para receber duas crianças em casa”, conta ela.

A espera na pré-adoção

A opção pela adoção para Rosilda e Renê aconteceu porque eles não podiam ter filhos biológicos, mas na família dele essa atitude é cultural e são vários os sobrinhos adotivos. “Desde solteira eu quis adotar, era uma coisa minha, quando fizemos os testes de fertilização e descobrimos que não poderíamos ter filhos, optamos pela adoção”.

Rosilda achou que logo após se tornar pretendente, a chegada da criança seria rápida. “A nossa casa tem três quartos e eu logo organizei um para a criança. Mas a espera demorou demais, eu já tinha perdido as esperanças”.

Segundo Juliana, a ideia do grupo de pré-adoção é trabalhar, justamente, a ansiedade durante o tempo de espera, as etapas de definição do perfil, a troca e o compartilhamento para trabalhar a insegurança sobre o que será quando a criança chegar. “A maior ansiedade está na espera pela ligação, do telefone tocar”.

O que fazer neste momento de espera?

  • Leituras e filmes específicos;
  • Pensar como é ser pai, ser mãe;
  • Participar de eventos de adoção;
  • Ter uma atitude adotiva antes de a criança chegar;
  • Pensar como vai ser para além de organização do quarto: se os dois trabalham, como vai ser essa rotina, a escola;
  • Compartilhar com a família para que esteja ciente da adoção;
  • Ter uma rede de apoio: fortalecer uma rede de amigos/familiares com quem contar.

“Tudo isso pode ser feito antecipadamente, pois o tempo de espera vai ser longo, mas quando o telefone toca e a criança chega inicia a aproximação e um turbilhão de coisas começa a acontecer. É fundamental pensar sobre a nova rotina antes mesmo de a criança chegar. Quais serão as adaptações e o que vai mudar na minha vida? Enquanto a criança não chega, ir pensando e planejando isso”, elucida Juliana.

Aos pais que estão aguardando a tão esperada ligação, Rosilda ressalta que o mais importante é procurar um psicólogo com experiência em adoção. Ela e o marido tiveram a assessoria na primeira tentativa com a menina de 11 anos e as informações passadas pelo profissional ajudaram no processo de adaptação das irmãs B. e S. “O psicólogo com experiência em adoção nos deixou com os pés no chão, nos deu segurança para não criarmos um conto de fadas. A criança não chega um anjinho, também não devemos esperar gratidão logo no começo, aprendemos que expectativas não devem ser criadas, senão você vai se decepcionar”.

A adaptação no pós-adoção

Livro “Amor não tem cor”, de Giselda Laporta Nicolelis.

 Um trabalho constante e intenso é o de adaptação da criança, que inicia na sua chegada, mas se estende por até 1 ou 2 anos após a sua vinda. A adaptação acontece por meio do relacionamento entre os pais adotivos e a criança ou adolescente, trabalhando o vínculo, a paciência, as estratégias de como agir diante de comportamentos desafiantes. “Vai ter a fase inicial de romance, mas depois vêm os desafios, e o que esses pais têm que fazer quando surgirem esses desafios? Tentar compreender, não responder automaticamente, entender o que está se passando por trás daquela atitude agressiva, violenta, seja qual for, e buscar apoio mútuo para não sobrecarregar apenas uma pessoa e comprometer a relação afetiva, buscar suporte na rede familiar e com profissionais”.

No grupo de pós-adoção é justamente esse tipo de problematização que é abordada para dar suporte aos pais neste momento de adaptação. O principal objetivo do grupo nessa etapa é promover um vínculo tranquilo, não turbulento, e reduzir os índices de devolução de crianças/adolescentes. “Esse período é muito sensível, podemos comparar a adoção como um encontro de estrangeiros, então eu preciso conseguir falar a mesma ‘língua’ que a criança/adolescente fala”, explica Juliana.

A chegada da criança adotada é sensível porque ela está passando por um momento de transição, conhecendo um novo sistema familiar, e a mesma adaptação está ocorrendo com os pais. “Às vezes a família não tinha nenhum filho, então adota e precisa mudar o sistema familiar. Se há um acompanhamento, com certeza essa transição será mais leve. A gente não tem hoje programas do governo que façam essa transição, então tentamos fazer com as pessoas, no grupo, consigam trabalhar ansiedades e dificuldades para que elas percebam que não estão sozinhas, que esse é o processo de adaptação. Se uma família cogita devolver, mas tem um espaço para refletir sobre aquilo e criar estratégias de enfrentamento, pode ser que não devolva”, salienta Fiorott, coordenadora do Projeto.

 O que fazer neste momento de adaptação?

  • Manter uma rotina parecida com a que a criança já tinha;
  • Evitar visitar familiares logo no começo;
  • Fazer com que se sinta acolhida na nova casa;
  • Manter um espaço para a criança se adaptar;
  • Ao mudar de escola, tentar manter o mesmo período em que estudava;
  • Não desvalorizar ou falar mal da família de origem;
  • Aguardar um pouco para falar que tem dindo e dinda (padrinho e madrinha);
  • Não ameaçar, de forma alguma, que a criança vai voltar para a casa de abrigo;
  • Não ceder aos testes que a criança possa fazer;
  • Ficar na altura e olhar nos olhos da criança ao conversar, passando segurança a ela.

A adaptação precisa ser uma relação de carinho, afeto, compreensão, com rotina estabelecida, considerar as preferências da criança, perguntar sobre a casa de acolhimento. “Esse turbilhão de mudanças pode fazer com que a criança fique confusa. Faça tudo de maneira gradual, com muito afeto e demonstrando que ali é o espaço que ela vai ficar, que não vai voltar para a casa de acolhimento, não será devolvida”, diz Juliana.

Jeremy Brown/Take my hand/Divulgação.

A adoção é um modo de constituição familiar, de ser pai, ser mãe e precisa ser vista como uma forma de constituir uma família. “Costumo dizer que a criança vem para a adoção e traz consigo uma mochila. Quanto maior ela é, mais peso tem nessa mochila e não adiantam esses pais quererem esvaziar essa mochila, apagar essas marcas ou tirar as pedras da mochila, eles vão estar ali. Os pais precisam acolher, dar afeto, amor e cuidado”.

Rosilda conta aos pais que vão adotar ou adotaram uma criança, que a criança chega agitada, revoltada, com personalidade, muitas testam os pais o tempo todo. “É preciso se manter equilibrado, ter paciência, disciplina, dar tempo para a criança sentir segurança e ficar tranquila, com amor e carinho, e a recompensa virá com certeza. Hoje não conseguimos imaginar a nossa vida sem elas”.

A gratidão, na experiência de Rosilda, veio com o tempo e após muita calma. “Pensem que vocês são os cuidadores deles, fazendo o papel de pais, mas sabendo que existem pais biológicos e isso precisa ser respeitado. Ao cuidar de vidas, pense e aja como cuidador, sem esperar nada em troca, apenas cuide”.

Segundo Juliana, por vezes a criança vai trazer demandas da família de origem e os pais adotivos podem se sentir atingidos. O que fazer neste momento? “Vou me sentir atingido, afinal eu estou acolhendo… mas não! Aquela família foi importante para a criança e, às vezes, ela sofreu tanto que ela acredita que aquilo é o amor, não sabe outra forma de se relacionar senão através da agressividade, por exemplo. Esses pais precisam entender que as marcas estão ali, não tem borracha que apague, e que eles têm que trabalhar a partir de afeto, de compreensão, de empatia, muita paciência, sinceridade e fornecer um ambiente seguro para a criança se expressar. E que a criança pode não falar, mas chorar, chutar, ser agressiva, mas os pais têm recursos para agir de forma mais adequada e não através da emoção”.

Paciência, muita paciência é o que recomenda Rosilda, além de amor e disciplina. Essas palavras-chave orientaram as atitudes e atividades aplicadas pelo casal quando as meninas chegaram. “Terão momentos em que você sentirá raiva, se sentirá atingido, mas é preciso olhar nos olhos da criança e conversar, sem gritar”, reforça ela, que contou com orientações profissionais e leitura sobre a fase infantil: como pensam, seu desenvolvimento, e livros sobre adoção. “Quem ainda não procurou a ajuda de um psicólogo digo: procurem. Com orientação, rotina e disciplina a criança vai se acalmando, se sentindo segura na casa nova e com os pais. Criar rotina com as meninas nos ajudou a voltar para a nossa rotina”.

Espaço para desabafar e compartilhar

Livro “Adoção: origem, segredo e revelação, de Luiz Schettini Filho.

No começo, Rosilda e Renê ficaram um ‘trapo humano’, como ela mesma diz. Tudo mudou de uma hora para outra, escolhas e privações precisaram ser feitas para acolher B. e S. Estarem preparados fisicamente, por meio de atividades físicas iniciadas anos antes, e espiritualmente fortalecidos, através do espiritismo, foram questões fundamentais para que o casal passasse pelo período de adaptação. As orientações de um profissional da área também foram primordiais para que a rotina e a disciplina fossem implementadas logo que nasceu a nova família. Entretanto, não são todos os pais adotantes que contam com orientações tão claras para passar por este momento. Segundo Juliana, existe uma lacuna enorme entre a chegada e o estágio de convivência. “Neste meio tempo a relação continua e os problemas surgem, porém o processo está encerrado, e o que os pais vão fazer agora? Não há uma política pública para isso”, diz.

Foi justamente dessa lacuna que surgiu a proposta de constituir a atividade de pesquisa e extensão por meio do “Grupo Reflexivo para mães, pais e pretendentes à adoção”, na UFSC. Os encontros são realizados em um espaço neutro, num ambiente de aprendizagem, em que os pais não estão sendo avaliados. “Pensamos na potência do Grupo fora do ambiente do Poder Judiciário, conduzido por uma psicóloga neutra, num espaço em que se pode falar dos medos, receios, raiva do meu filho, entre outras questões. Temos na UFSC um espaço que representa o acolhimento adequado e sistemático dessas pessoas, totalmente gratuito”, salienta a coordenadora do Projeto.

O Projeto

O Projeto “Grupo Reflexivo para mães, pais e pretendentes à adoção”, desenvolvido em parceria com o Departamento de Psicologia da UFSC, visa promover um espaço de reflexão acerca de questões pertinentes ao processo de adoção para mães e pais adotivos e pretendentes à adoção.

As transformações ocorrem desde o desejo de adotar, passando pelas dúvidas, angústia pela espera, até a adoção propriamente dita e o pós-adoção, e exigem adaptações e recursos emocionais para lidar com os mais diversos sentimentos. Assim, esse Grupo pretende acompanhar os pais nesse percurso por meio da troca de experiências.

De acordo com a legislação, depois da adoção há o estágio de convivência que deve ser acompanhado pela equipe do Poder Judiciário e por técnicos do acolhimento. Não há prazo, porque cada família terá uma dinâmica diferente de adaptação. “Com esse trabalho aqui na UFSC, buscamos fazer o acompanhamento psicológico desse período de pré e pós-adoção, promovendo um espaço para que os pais possam refletir sobre as dificuldades, os desafios e as estratégias. Falamos que é como se fosse uma ‘psicoeducação’, porque existem, ainda, muitos mitos relacionados à adoção que precisamos desmistificar. O grupo funciona também para isso”, esclarece Juliana.

De modo geral, as maiores dificuldades apresentadas pelo grupo de pais estão relacionadas ao comportamento, agressividade e dificuldades escolares. “Isso porque a criança está em um momento de transição. Pode ser que ela já tenha passado por outras famílias também, e isso deixa marcas. As famílias precisam se adaptar para oferecer para a criança um ambiente em que ela possa se sentir segura”, elucida a coordenadora.

Na experiência de Rosilda, o primeiro mês foi o mais difícil, principalmente porque as meninas não aceitavam a figura masculina. “No segundo mês elas passaram a socializar com o meu marido, que teve muita paciência e respeitou o tempo delas. No terceiro mês elas já interagiram e começaram a nos chamar de papai e mamãe. Agora, com cinco meses de convivência, elas se sentem seguras, brincam conosco, e isso é sinal de que estamos todos integrados. Elas sabem que aqui terão sempre amor e segurança”.

A psicologia trabalha com a dinâmica familiar e pode contribuir auxiliando as famílias para que se sintam mais fortalecidas para lidar com as conquistas e as dificuldades. Para viabilizar a presença dos pais que já adotaram, o Grupo disponibiliza uma sala recreativa para as crianças. Os encontros são quinzenais, num total de seis, e os interessados se inscrevem por meio do e-mail .

Sugestões de leitura e filmes

 Livros para adultos

  1. Guia do pai adotivo – Orientações para uma Adoção Feliz (Sávio Bittencourt, Editora Juruá, 2012)
  2. Mitos e segredos sobre a origem da criança na família adotiva (Cynthia Ladvocat, Editora Booklink Terra dos Homens, 2002)
  3. Retrato em preto e branco – Manual prático para pais solteiros (Ângelo Pereira, Editora Sumus, 2002)
  4. Filhos adotivos pais adotados – Depoimentos e histórias de escolhas (Lidia Weber, Editora Juruá, 2007)
  5. Amor não tem cor (Giselda Laporta Nicolelis, FTD, 2002)
  6. Rede Solidária (Maria Tereza Maldonado, Saraiva, 2010)
  7. Adoção tardia – Da família sonhada à família possível (Marlizete Maldonado Vargas, Casa do Psicólogo, 2ª ed, 2013)
  8. Compreendendo o filho adotivo (Luiz Schettini Filho, Editora Bagaço, 3ª ed, 2004)
  9. Adoção – Origem, segredo e revelação (Luiz Schettini Filho, Editora Bagaço, 1999)
  10. Pais e filhos por adoção no Brasil – Características, expectativas e sentimentos (Lidia Weber, Editora Juruá, 2001)
  11. Adoção – Uma história de espera e amor (Vera Regina Miranda, Editora Juruá, 2ª ed, 1998)
  12. História da vida inteira – Como transformar obstáculos em caminhos (Maria Tereza Maldonado, Editora Integrare, 8ª ed, 2006)
  13. Aspectos Psicológicos da adoção (Lidia Weber, Editora Juruá, 2ª ed, 2003)

Filmes

  1. A Estranha Vida de Timothy Green (Comédia dramática, 2012)
  2. A Invenção de Hugo Cabret (Aventura, 2011)
  3. A Malandrinha (Comédia, 1991)
  4. Aluga-se Um Garoto (Comédia, 1995)
  5. Annie (Musical, 2014)

Serviço

O Grupo é gratuito e tem supervisão da professora da UFSC, Andrea Barbará Bousfield. A coordenação é da mestranda em Psicologia e psicóloga Juliana Gomes Fiorott. O atendimento acontece no Serviço de Atendimento Psicológico à Comunidade (Sapsi), localizado no Departamento de Psicologia (Centro de Filosofia e Ciências Humanas, bloco D, 2º andar – UFSC). Mais informações e inscrições por meio do e-mail .

Em São José existe, também, o Grupo de Estudos e Apoio à Adoção – Família do Amor (Geaafa). Acesse e saiba mais: https://geaafa.org.br/.

 

Nicole Trevisol / Jornalista da Agecom / UFSC

Colaboração de Maria Clara Flores, ex-estagiária de Jornalismo da Agecom / UFSC

Imagem de destaque: Gerd Altmann/Family/Divulgação

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