Ciclo de Cinema Africano exibe ‘Oxalá cresçam pitangas’ nesta quarta, 12 de junho

12/06/2019 12:36

O Laboratório de Estudos em História da África (LEHAf),  vinculado ao Departamento de História do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da UFSC, promove a exibição do filme “Oxalá cresçam pitangas”, de Kiluanje Liberdade e Ondjaki, nesta quarta-feira, dia 12 de junho. O evento ocorre às 19h, na Sala de Projeção do Curso de Cinema da UFSC, localizada no 1º andar do Bloco D do Centro de Comunicação e Expressão (CCE).

A sessão é aberta à comunidade e será seguida por um debate, que contará com a presença de Flavio Facha Gaspar Abubacar, de Angola, para fazer observações e comentários sobre o filme e seu país de origem. O Ciclo de Cinema tem exibições mensais e segue um roteiro geográfico pelo continente africano. Em junho, o filme é uma produção de Angola.

O Ciclo de Cinema Africano do LEHAf faz parte do projeto de extensão “Imagens e Sons da África”, apoiado pela Secretaria de Cultura e Arte da UFSC (SeCArte) e pelo Laboratório de Estudos de Cinema (LEC), do Curso de Cinema, e visa a difusão e discussão da cinematografia africana e de produções cinematográficas focadas na África ou em temáticas afins.

Para mais informações, acesse a página oficial do LEHAf no Facebook.

Sobre o filme

OXALÁ CRESÇAM PITANGAS [2007]
(Oxalá cresçam pitangas)

Sinopse: Oxalá Cresçam Pitangas revela a realidade por detrás da permanente fantasia luandense. Dez vozes vão expondo com ritmo, dignidade e coerência, um espaço ocupado por várias gerações dinâmicas sociais complexas. Luanda ainda não havia sido filmada sob esta perspectiva realista e humana: conflitos entre a população e a esfera política, a proliferação do setor informal, as desilusões e as aspirações, o questionamento do espaço urbano e do futuro de uma Angola em acelerado crescimento. Dez personagens falam também das suas vidas, do seu modo de agir sobre a realidade, da música que não pode parar. Aparece uma Luanda onde a imaginação e a felicidade defrontam as manobras de sobrevivência. Onde a língua é mexida para se adaptar às necessidades criativas de tantas pessoas e tantas linguagens. Este é um filme sobre uma Luanda que recria constantemente a sua identidade: os dias, as noites e todos os ritmos da cidade que não sabe adormecer.

Mediação: Alex Brandão (Cinema/UFSC)

Duração: 63min.

Idioma: Português

Direção: Kiluanje Liberdade e Ondjaki

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