Aumento dos focos do mosquito Aedes Aegypti em Santa Catarina

04/04/2019 12:30

O período de calor e chuvas é o mais propício para a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da  dengue, zika e chikungunya. Dados da Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive/SC) mostram que, entre os dias 30 de dezembro do ano passado e 09 de fevereiro deste ano, já foram identificados 4.051 focos de Aedes aegypti em 131 municípios do Estado de Santa Catarina, sendo que  76 deles foram considerados infestados, significando que os focos encontrados são recorrentes. Isso representa um aumento de 18,7% com relação ao ano anterior.

A Dive-SC confirmou ainda, em 5 de fevereiro, que Florianópolis registrou o primeiro caso de dengue contraída dentro do estado, situação chamada de autóctone e que traz a necessidade eliminação dos focos do mosquito. De acordo com o último boletim da DIVE (04/2019), já são seis casos autóctones somente no município de Florianópolis.

Com a voltas às aulas é fundamental que toda a comunidade acadêmica auxilie no combate ao mosquito na UFSC. Deve-se prevenir e eliminar o foco do mosquito evitando acúmulo de água parada.  Ao circular pelo campus, caso observe um objeto que possa se tornar foco de proliferação faça o descarte em local seguro ou se for inviável notifique por meio do e-mail .

Se o acúmulo de água estiver fora do campus, você deve ligar para a Vigilância Epidemiológica no telefone: 48 3212-3907 ou 48 99998-52710.

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