EdUFSC lança o livro ‘Mundo de sonho e catástrofe’ na Biblioteca Central, no dia 24 de outubro

17/10/2018 12:49

A Editora da UFSC irá lançar o livro Mundo de sonho e catástrofe: o desaparecimento da utopia de massas na União Soviética e nos Estados Unidos, de Susan Buck-Morss, no dia 24 de outubro, às 18h, na Biblioteca Central da UFSC. O evento integra a programação especial em comemoração à Semana Nacional do Livro e da Biblioteca (SNLB), promovida pela Biblioteca da UFSC com a participação da Editora da UFSC. 

Confira as demais atividades no site do evento.

Serviço

O que: Lançamento do livro “Mundo de sonho e catástrofe”

Onde: UFSC, Biblioteca Universitária – Semana Nacional do Livro e da Biblioteca.

Quando: 24/10/2018, quarta-feira.

Horário: 18h às 19h.

Ficha técnica

Editora: Editora da UFSC.

Autora : Susan Buck-Morss.

Tradutores: Rodrigo Lopes de Barros, Ana Luiza Andrade, Ana Carolina Cernicchiaro.

Onde encontrar: Livraria da EdUFSC (Centro de Cultura e Eventos da UFSC); livraria virtual da EdUFSC (www.livraria.ufsc.br).

Contato:

Editora da UFSC – www.editora.ufsc.br – Setor de Vendas e Mkt- 48-3721-5897/3721-6488.

Sobre o livro

Mundo de sonho e catástrofe apresenta os projetos utópicos das duas superpotências da Guerra Fria (EUA e URSS) ressaltando não apenas as suas divergências, mas também, o que pode surpreender, as suas semelhanças. Ambos os mundos de sonho compartilhavam o ideal de modernidade como progresso histórico, ancorado em determinado tipo – fordista, taylorista – de industrialização composta de “empresas gigantes, produção centralizada, tecnologias industriais pesadas”, ou seja, numa solução bem específica, concebida na primeira metade do século XX, para suprimir a tensão existente entre os seres humanos e a natureza. Para nós, latino-americanos, a leitura do livro pode questionar se os mundos de sonho do alto capitalismo e do socialismo são herdeiros do mesmo projeto ocidental de modernidade, e se é possível, a partir daí, começarmos a traçar questões ainda não suficientemente formuladas no que tange à nossa própria condição periférica. Pois Buck-Morss acaba por pensar o Terceiro Mundo tal qual uma espécie de maquete das políticas econômicas neoliberais que foram posteriormente aplicadas nos países que saíam do socialismo no início dos anos 1990. Textualmente, ela nos diz: “O Brasil, não a Suécia, foi o modelo do futuro pós-socialista”.