Nova administração da UFSC realiza vistoria na Moradia Estudantil

13/05/2016 12:27

Representantes da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae), da Secretaria de Ações Afirmativas e da Secretaria de Obras, Manutenção e Meio Ambiente vistoriaram os prédios da Moradia Estudantil da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) na tarde desta quinta-feira, 12 de maio. O encontro foi acertado pelo novo reitor, Luis Carlos Cancellier de Olivo, que visitou o local na última quarta-feira. Dois membros do Conselho de Moradores apresentaram os espaços comuns e alguns quartos, e relataram os principais problemas nas unidades.

Placas quebradas na cobertura do prédio novo e infiltrações foram os principais pontos críticos verificados na inspeção, além de eletrodomésticos quebrados. Os estudantes informaram que uma moradora foi surpreendida com pedaços de reboco caindo do teto sobre sua cama durante a noite no quinto andar do prédio novo. A pintura descascada por conta do reboco malfeito é um problema recorrente, contaram os alunos.

O pró-reitor de Assuntos Estudantis, Pedro Luiz Manique Barreto, afirmou o compromisso da nova administração da UFSC em resolver a situação emergencialmente. “Viemos para ver o que é possível fazer num primeiro momento. Queremos dar maior atenção à permanência estudantil e vamos tentar dar uma atenção geral nos primeiros meses”.

A abertura de novas vagas de moradia para estudantes na UFSC “esbarra na questão orçamentária”, disse Pedro. “É uma questão importante para a Universidade. Em 2020, 50% dos estudantes da UFSC serão da política de ação afirmativas. Isto tudo deve ser planejado e pensado desde já”. Membro do Conselho de Moradores e estudante de Biologia, Ronan Armando Caetano achou a visita positiva. “Só o fato de eles se disporem a vir e conversar é um sinal de que demonstram interesse. Não sei se irão conseguir verbas a curto prazo, mas temos uma boa expectativa a médio prazo”.

O secretário de Obras, Manutenção e Meio Ambiente, Paulo Pinto da Luz, informou que, a princípio, a situação não é difícil de ser solucionada. “O problema maior é recuperar a cobertura, trocar as placas quebradas e impermeabilizar. Para isto, precisamos fazer um projeto e licitar”, concluiu.

Caetano Machado / Jornalista da Agecom / UFSC

Fotos: Henrique Almeida/ Diretor de Fotografia/ Agecom / UFSC

 

 

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