UFSC na mídia: universidade começa a estudar desenvolvimento de prótese de voz no Brasil

29/05/2017 11:25

A pesquisa começou em fevereiro deste ano, mas promete um grande avanço para a saúde brasileira. O estudo para o desenvolvimento de novo modelo de prótese de voz (válvula traqueoesofágica), o único no Brasil, começou a ser feito pelo Laboratório de Vibrações e Acústica do Departamento de Engenharia Mecânica da UFSC, coordenado pelo professor Andrey Ricardo da Silva. Ele explica que a ideia surgiu há dois anos, quando a Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) lançou o edital Viver sem Limite, que estimula estudos para a criação de novas tecnologias para auxiliar pessoas com cuidados especiais.
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UFSC na mídia: bolsista costa-marfinense fala sobre experiência em doutorado pleno no Brasil

16/05/2017 17:38

Desde março de 2015, o costa-marfinense Yéo N’gana realiza, com bolsa concedida pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), doutorado na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Yéo foi um dos contemplados pelo edital 2014 do Programa Estudantes-Convênio de Pós-Graduação (PEC-PG), que concede bolsas de doutorado pleno, em instituições de ensino superior (IES) brasileiras, a professores, pesquisadores e graduados do ensino superior de países em desenvolvimento com os quais o Brasil mantém acordo de cooperação.
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UFSC na Mídia: Curta pensado no Neti, da UFSC, fala sobre adoção, deficiência e amor

27/08/2016 12:06

 

(Foto: Daniel Queiroz/ND)

(Foto: Daniel Queiroz/ND)

Mônica Siedler fez seu primeiro roteiro baseado na história real que vive com a filha de 28 anos

A socióloga do Neti (Núcleo de Estudos da Terceira Idade), da UFSC, e coordenadora do projeto Cinedebate em Gerontologia, Mônica Joesting Siedler, 60, está colocando em prática o primeiro roteiro de cinema da sua vida, e para ela em particular, ele tem um peso especial.

O curta-metragem “Ana e Gerth”, previsto para ser lançado até outubro, contará a história de duas amigas que se reencontraram depois de muitos anos. A própria roteirista e a amiga Maslova Maragno interpretam as personagens. A história tem muito em comum com a própria história de vida de Mônica e sua filha Natalia Siedler, 28, diagnosticada como autista. No filme, uma delas conta que deu a filha para a adoção, enquanto a outra diz ter adotado uma menina autista.  Ambas nasceram no mesmo dia, e nesse momento existe a dúvida e a possibilidade de serem mães adotiva e biológica da mesma jovem.

Na vida real, Natalia é filha biológica de Mônica, porém, no filme, ela vive o dilema entre as mães. “Me preocupo muito em discutir a deficiência de uma maneira mais normal, incluída, que fosse parte do dia a dia. Acho que a deficiência tem que ser colocada pelos pais, como coisa do cotidiano. Eu optei por falar da adoção, porque é uma escolha, e a deficiência também é algo que eu escolho tratar bem, é algo que acontece na vida das pessoas”, afirma a idealizadora do projeto. 

A história tem supervisão e apoio do cineasta Zeca Nunes Pires, direção de Irene Baldacin, e realização do Neti e TV UFSC. As gravações aconteceram em duas partes: uma ao final de julho, no Mercado Sehat, no Campeche, e a outra no dia 11 deste mês, na Apae (Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais) de Florianópolis. Natalia, que participa de duas cenas, recebe atendimento na Apae há 15 anos, e para a instituição o curta é interessante para abrir os olhos da população. “Muitas pessoas não tem entendimento de qual é o trabalho da Apae, do que atende, e mais que isso, sobre o que é deficiência, e o entendimento de que antes da deficiência vem uma pessoa”, explica Rafael Bischoff, coordenador pedagógico.

A associação lida especificamente com deficiências intelectuais, porém, grande parte delas vem acompanhada de uma síndrome, ou do TEA (Transtorno Espectro Autista). No local, eles trabalham a educação profissional e a estimulação essencial, que inclui a motora e a cognitiva, porém, entre esses alunos, ainda tem os que ficarão por anos na associação, por estarem em um grau mais avançado da deficiência.

Participações voluntárias

Nas gravações, cerca de 60 alunos, entre crianças e adultos do centro de convivência, participaram do curta-metragem. “A ideia não é mostrar a deficiência só como a síndrome de Down, tem outras, mas tem que ser mais falado e mais discutido para ser melhor inserido na sociedade”, diz Mônica. Zeca já havia trabalhado com a Apae, com o documentário “Aplausos”, em 2011. “Estou fazendo esse trabalho espontaneamente, como colaborador, para que ganhe cara de filme mesmo, com cortes. Esse exercício de estar dentro da Apae é muito interessante. É a universidade fazendo o seu papel com a comunidade. Eu faço de coração porque gosto muito do trabalho deles”, afirmou o cineasta.

Os últimos takes contaram com a participação do contador de histórias e ex-aluno do Neti, Nestor José Rech, 63, como um contador mesmo. Ele já havia feito participações em propagandas, mas nada com o clima de cinema. Para ele, foi uma experiência diferente. “Não me preocupei com as câmeras, mas acho que é diferente estar contando uma história para os deficientes, pois eles reagem, às vezes dão gritos, e eu não posso perder a linha de pensamento, além disso, preciso sentir o que está chamando mais atenção deles na brincadeira”, afirma Nestor. 

Irene Baldacin estava fora da área do cinema há dez anos, mas diz que o projeto é um recomeço para ela. “Não tinha trabalhado ainda com público especial, mas participei da construção do roteiro, fiz a produção, e o apoio do Zeca é fundamental, da uma segurança muito grande”, afirma a diretora, que entrará agora na fase de edição e garante que há imagens suficientes para uma boa edição.

 

Fonte: Karin Barros, Jornal Notícias do Dia, 24/08/2016

UFSC na Mídia: Pesquisadora da UFSC é premiada por descoberta que pode auxiliar pacientes da doença de Alzheimer

24/08/2016 15:44
"O grande avanço do estudo foi mostrar que esta proteína possui um papel importante tanto no início quanto em fases tardias da doença", avalia Maíra Bicca, responsável pelo estudo. (Foto: Divulgação)

“O grande avanço do estudo foi mostrar que esta proteína possui um papel importante tanto no início quanto em fases tardias da doença”, avalia Maíra Bicca, responsável pelo estudo. (Foto: Divulgação)

Mais de 36 milhões de pessoas são afetadas pela doença de Alzheimer no mundo, e estima-se que, até 2030, outros 66 milhões serão atingidos, de acordo com dados da Federação Internacional da Doença de Alzheimer e Demências Relacionadas. Caracterizada como uma patologia neurodegenerativa, a enfermidade acomete principalmente pacientes idosos. A doença tem como principal diagnóstico a avaliação clínica de um médico, associada ao histórico do paciente e descarte de outros males possíveis.

Mas um novo começo para um possível diagnóstico precoce e um tratamento do Alzheimer pode estar a caminho. É o que indica o projeto ganhador do 20º Prêmio Jovem Talento em Ciências da Vida. Apresentado por Maíra Assunção Bicca, PhD em Farmacologia pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o estudo é considerado um novo entendimento da iniciação e da progressão da doença.
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UFSC na mídia: UFSC elabora pesquisa para entender como os estudantes se deslocam até a universidade

25/04/2016 15:36

Por dia, mais de 50 mil pessoas passam pelo campus da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) em Florianópolis. Para saber de onde vêm e como chegam à universidade essas pessoas, uma equipe do DPAE (Departamento de Projetos de Arquitetura e Engenharia) da UFSC faz uma pesquisa para traçar o perfil do público que entra e sai o tempo todo da campus da Trindade. A primeira etapa do trabalho terminará ainda este ano. Na sequência, a intenção do grupo do DPAE é tirar do papel projetos para melhorar a mobilidade local, como o da ciclovia com mais de dez quilômetros no entorno e dentro do campus, e o do bicicletário com chuveiros, café e oficina para pequenos reparos.

Os estudos começaram há duas semanas e seguem até dezembro. Neste primeiro momento, os pesquisadores fazem a contagem nos pontos de ônibus e entrevistam usuários do transporte coletivo para saber de onde eles vêm e qual o tempo gasto com deslocamento. O mesmo questionário, nesta etapa, também contempla os ciclistas.

Para responder aos questionamentos, a comunidade acadêmica e os demais frequentadores do campus podem acessar o site do DPAE e responder a enquete “Como você vai para a UFSC?”. No mesmo link está o acesso para as perguntas no Facebook. “A pesquisa é muito importante para traçarmos o perfil dos usuários de bicicleta, ônibus, motocicletas e automóveis. Não é necessária a identificação da pessoa”, disse a coordenadora de planejamento do DPAE, Camila Poeta Magrich. A contagem dos bicicletários existentes no campus também está em andamento.
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UFSC na mídia: Aplicativo ‘Araranguá na Palma da Mão’ será lançado na próxima quarta

11/04/2016 14:17

Mais um importante passo para o desenvolvimento do turismo local será dado pelo município de Araranguá na próxima quarta-feira, dia 13. O aplicativo “Araranguá na Palma da Mão”, será lançado oficialmente no auditório da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), campus Araranguá, no bairro Mato Alto, a partir das 17 horas.

O programa foi desenvolvido por dois acadêmicos do curso de Tecnologias da Informação e da Comunicação no Laboratório de Experimentação Remota (RExLab), da universidade, e disponibiliza dados sobre pontos turísticos, gastronomia, hotelaria e eventos do município. A iniciativa tem o apoio da Prefeitura de Araranguá, por meio das Subsecretarias de Cultura e Turismo.  “O turista está cada vez mais exigente, mais ligado às tecnologias, e procura cada vez mais o que fazer, do que apenas aonde ir. Por isso devemos utilizar ferramentas para mostrar o que há de melhor em Araranguá e manter os turistas e nossa população bem informados”, declara a diretora municipal de Turismo de Araranguá, Danielle Leite.

O aplicativo é totalmente digital e pode ser acessado em dispositivos móveis como celular, smartphone, tablet, e entre outros aparelhos, desde que tenham o sistema operacional Android. O software ainda passa por ajustes, mas já pode ser baixado na plataforma Play Store do Google, no link https://play.google.com/store/apps e digitar no campo de pesquisa: Araranguá na palma da mão.

Publicado no Correio do Sul.

UFSC na mídia: Pesquisadores do CCA buscam respostas para mortandade de abelhas e crise alimentar

15/03/2016 14:45

Conhecidas também pelos efeitos medicinais da geleia real, da própolis e do próprio veneno, as abelhas não produzem apenas mel. Mais eficientes polinizadores da natureza e fundamentais na preservação de milhares de espécies vegetais e, principalmente, para a perpetuação de alimentos essenciais ao homem, elas estão desaparecendo no mundo todo, conforme alerta da FAO/ONU (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura).  Em Florianópolis as causas do colapso das colmeias são pesquisadas em apiários e laboratório do CCA (Centro de Ciências Agrárias) da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), mas ainda não há respostas concretas da ciência.

Agrotóxicos, em particular os sintéticos fabricados a base de nicotinóides, floração de plantas transgênicas [soja e milho], desmatamentos, queimadas, urbanização e alterações climáticas formam o leque de alternativas, explica o professor Inácio Orth, 59, pesquisador do CCA/UFSC. Segundo estudos atuais, colmeias desnutridas por falta de alimentação natural nos longos períodos de chuva ficam mais fragilizadas imunologicamente e suscetíveis a velhas e novas doenças – como os vírus transmitidos pelo carrapato varroa no sistema linfático dos insetos ou as complicações da nozema, que ataca o aparelho digestivo.
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UFSC na mídia: UFSC abre curso gratuito de animação digital

15/03/2016 13:08

Confira matéria produzida pela RBS TV:

É importante informar, já que não ficou claro na matéria, que trata-se de um curso de graduação com entrada anual por Vestibular ou Sisu.

 

http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/rbs-noticias/videos/v/ufsc-abre-curso-gratuito-de-animacao-digital/4879615/

Mais informações:

DesignLab da UFSC: (48) 3721-6593 / 3721-4825

UFSC na mídia: Projeto Imagine leva ciência para alunos da Coxilha Rica

07/03/2016 11:09

O Projeto Imagine, desenvolvido pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que desenvolve atividades científicas em cinco países da América Latina e África, atua na Coxilha Rica há três anos, em parceria com a secretaria de Educação de Lages. A proposta é discutir temas importantes, mas que não fazem parte do currículo escolar.

O projeto procura ampliar, por meio de atividades práticas, lúdicas e multidisciplinares, o acesso ao conhecimento para jovens de comunidades rurais e indígenas. Desde 2013 o grupo realiza os módulos com os alunos do ensino médio da Escola Itinerante Maria Alice Wolff Souza, na Fazenda do Baú, na Coxilha Rica, escolhida por possuir as vivências do campo.

Terceira Visita

Neste ano, as aulas foram preparadas por estudantes e professores da pós-graduação em Farmacologia da UFSC e tem como temática “Remédios: Como se sabe se fazem bem?”.  Para Marilza Gobetti, Diretora de Ensino da secretaria de Educação, “O projeto Imagine incute nos alunos o desejo de aprender, despertando a curiosidade e torna-os mais críticos contribuindo com mais eficiência para a aprendizagem”.

Expansão

Ela destaca também que foi solicitado a equipe do projeto, que ele seja expandido para os outros seis núcleos da escola itinerante, para abranger um número maior de alunos.  A equipe passou uma semana junto com os alunos da Escola Itinerante, foram quatro dias de estudos que chegaram a conclusão final, que explica que é preciso conhecer os medicamentos antes de usá-los.  O projeto também oferece oficinas de estudos para alunos da Angola, Marrocos, México, e Peru, levando conhecimento para estudantes das áreas mais remotas desses países.

Texto de Camila Paes.

Publicado pelo Correio Lageano.

UFSC na mídia: professora mostra música contra preconceito inspirada por projeto de extensão

02/03/2016 16:11

O XII Congresso da Associação Internacional para o Estudo da Música Popular, Seção Latinoamericana, que será realizado em Havana, Cuba, na próxima semana, terá a presença de uma professora de música da rede municipal de ensino de Florianópolis. Letícia Gala está na ilha de Fidel Castro representando seus alunos do 6º ano da Escola Básica José Amaro Cordeiro, localizada no Morro das Pedras. Eles criaram uma canção que fala sobre o fim dos preconceitos, que foi apresentada posteriormente à comunidade. O trabalho ficou tão bom que a professora decidiu inscrevê-lo no congresso cubano. Para a alegria e orgulho da turma, o projeto foi selecionado.

O Amor é opção, preconceito fora. Ouça seu coração. E passe a aceitar agora. Pelo amor de Deus, ninguém é igual. Mas não importa quem, todo mundo é especial, diz a letra da música Dane-se a Fobia: preconceito fora. A letra foi escrita pela aluna Gabriela Ventura, a Gabi, de apenas 12 anos. Depois, a professora Letícia com o restante da turma produziu a melodia e o arranjo musical. Gabi toca diversos instrumentos, mas prefere o Xilofone e a flauta, além de escrever poesias e manter um blog.

A inspiração da letra, explica a menina, surgiu com o projeto de extensão da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), intitulado Papo Sério, que realizou um encontro com os alunos na aula da professora Letícia. A proposta dessa ação é atuar em escolas públicas e levar profissionais para conversar com professores e alunos sobre temas que envolvam o universo jovem, como preconceito, sexualidade, bullying e diversidade de gênero, temas que Gabi usou para compor a sua canção.

Ao final do encontro, os estudantes deveriam desenvolver cartazes a respeito do que ouviram nas palestras, mas Gabi preferiu escrever uma letra de música. A turma aderiu à ideia, explorando instrumentos de percussão, trompete, flauta doce e escaleta, sob as orientações da professora Letícia. A apresentação no auditório da reitoria da UFSC para todos os participantes do Papo Sério, englobando estudantes e professores de outras unidades de ensino, foi um sucesso. O resultado do projeto foi tão gratificante que a professora decidiu inscrevê-lo neste congresso em Havana. Uma pena que os alunos não possam estar lá também, mas com certeza Gabi e seus colegas estarão muito bem representados.

Texto de Viviane Bevilacqua.

Publicado no Diário Catarinense.

UFSC na mídia: UFSC Joinville terá projeto apoiado pelo Fundo Newton e pela Fapesc

29/02/2016 08:12

Um projeto no setor ferroviário submetido por pesquisadores da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), campus Joinville, em parceria com a Universidade de Newcastle. Este e outros cinco projetos de Santa Catarina foram selecionados por meio da FAPESC (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina) em edital internacional no âmbito do Fundo Newton. A chamada Fellowships, Research Mobility and Young Investigator foi lançada em 2015 pelo Research Council do Reino Unido, em parceria com o CONFAP (Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa).

Intitulado “Um método sistemático para a concepção de serviços ferroviários para ferrovias regionais, incorporando transferência e aplicação de novas tecnologias para o transporte de passageiros e carga”, o estudo tem o objetivo de iniciar e estabelecer uma parceria de longa duração em pesquisa ferroviária entre a Universidade de Newcastle e a UFSC Joinville.
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UFSC na mídia: Com tecnologia e boa infraestrutura, UFSC abre em 2016 a graduação em animação

22/02/2016 11:06

Ao assistir um desenho animado na tela, muitos não imaginam que são necessários uma grande mobilização, investimento financeiro, e horas de trabalho de uma extensa equipe para se chegar ao trabalho final. E é para capacitar ainda mais e formar profissionais atuantes nesta área que a UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) abre em 2016 a graduação em animação, com 20 alunos ingressando neste primeiro semestre e outros 20 estudantes no segundo semestre. Com duração de três anos e meio, o curso irá habilitar profissionais para projetar, desenvolver e implementar produtos audiovisuais utilizando diferentes técnicas de animação, como 2D e 3D.

“O Brasil tem se destacado internacionalmente pela excelência de produção de animações. E Santa Catarina também tem se tornado um pólo desta área com produtoras especializadas. É uma área promissora, em franco crescimento e ascensão. É diante desta necessidade de mercado que surge o curso. Possuímos uma estrutura invejável na área de animação, certamente teremos a melhor infraestrutura de todas as universidades da América Latina nesta área”, afirma o coordenador da graduação em Animação da UFSC, Paulo Luna, 50.
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UFSC na mídia: Portos têm movimentação recorde de cargas em 2015

17/02/2016 11:10

A movimentação de cargas nos portos brasileiros bateu recorde histórico em 2015, superando 1 bilhão de toneladas pela primeira vez na história. O volume alcançou 1,006 bilhão de toneladas em 2015, 3,9% acima da movimentação de 2014, que totalizou 968,87 milhões de toneladas.

Os dados estão na nova plataforma que reúne informações dos portos do Brasil, chamada WebPortos, lançada pelo ministro da Secretaria de Portos da Presidência da República (SEP), Helder Barbalho, nesta terça-feira, 16/02.
“Estamos muito otimistas com o desempenho dos portos em 2016 e acredito que vamos continuar na linha crescente de volume de carga transportada, como ocorreu em 2015, quando batemos recorde, ultrapassando a marca de 1 bilhão de toneladas movimentadas em nossos portos”, concluiu o ministro.

Desenvolvida em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina, o novo sistema consolida as informações sobre os portos brasileiros oriundas de diversas fontes, como Antaq, IBGE, Companhias Docas, entre outras.
“Nossa intenção é continuar agregando mais informações e fazendo aprimoramentos em nosso sistema para que o WebPortos seja uma referência em termos de transparência, com acesso pleno, atualizações permanentes e dados seguros, tudo para orientar a tomada de decisão de investimento”, explicou o ministro durante a solenidade de lançamento da plataforma.
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UFSC na mídia: o surto do Zika e o combate ao Aedes aegipty

03/02/2016 12:49

O professor Carlos Brisola Marcondes, do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia da UFSC, falou ao New York Times e à Science News sobre a proliferação do Zika, o combate à reprodução do Aedes aegipty e as consequências neurológicas para os fetos quando o vírus infecta mulheres grávidas.

O texto do New York Times fala de novas estratégias para o enfrentamento do mosquito, com recursos de engenharia genética. Menciona também a recomendação a que mulheres evitem ir a áreas infestadas se estiverem grávidas, e a reavaliação a respeito do uso do inseticida DDT, após este ter sido banido em vários países por seus danos ao meio ambiente. Marcondes alerta para a gravidade da situação atualmente.

Na matéria da Science News, ele observa que a possibilidade de o Zika causar danos cerebrais em fetos não surpreende, dados os efeitos observados em laboratório e, ocasionalmente, em adultos infectados. Reafirma também que, para o país se livrar do Zika, Chukungunya, dengue e febre amarela – é fundamental se livrar do mosquito. A reportagem classifica o presente surto do Zika como possivelmente o mais assustador a ser causado por um vírus tropical, por causa da ligação com a microcefalia.

Matéria do New York Times: “Nova Arma para combater o Zika: o Mosquito”.

Matéria da Science News: “Rápida propagação do vírus Zika nas Américas desperta alarme”.

UFSC na mídia: Por dentro da impressão 3D

27/01/2016 10:14

Capazes de transformar esboços virtuais em objetos palpáveis, as impressoras 3D revolucionaram o processo de manufatura, permitindo a materialização de diversas ideias. Baseada em um sistema “simples” de operar e relativamente “rápido”, essa tecnologia logo ganhou espaço em diversos setores da indústria como o automotivo, o aeroespacial e o médico e, nos últimos anos, vem tornando-se cada vez mais acessível.

Exemplo disso é um projeto desenvolvido por Claudio Abilio da Silveira no Laboratório de Mecânica de Precisão (LMP), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Sob a orientação do professor Walter Weingaertner, o pesquisador elaborou a tese de mestrado “Desenvolvimento de um posicionador aplicável a processos de fabricação 2D e 3D”, na qual estudou a possibilidade de automação de diferentes processos de fabricação. Como resultado da pesquisa, foi construída uma impressora 3D, equipamento já em funcionamento, embora em processo de aprimoramento.

“A impressora foi um efeito colateral do meu mestrado. No início, o objetivo foi desenvolver um equipamento capaz de ser usado para diferentes processos de fabricação, sobretudo, para soldagem, corte e deposição de pó”, explica. No entanto, como a estrutura do laboratório não estava apta para utilização do laser, por causa de requisitos de segurança, surgiu a ideia de desenvolver o processo no modo impressão 3D. “A partir da definição do projeto, foram necessários seis meses até ocorrer o primeiro teste de funcionamento do sistema”, conta Silveira.

A parte mecânica do equipamento foi construída a partir de antigo sistema de movimentação de dois eixos que estavam em desuso no laboratório, sendo necessárias algumas modificações e a inclusão de um terceiro eixo. A parte eletroeletrônica também aproveitou muitos componentes retirados de equipamentos já desativados.

O processo de impressão, basicamente, consiste em forçar o material por uma zona de aquecimento que o torna fluídico. Dessa maneia, o material pode passar por um bico e ser depositado em sucessivas camadas, dando origem ao objeto. Por meio da impressora, podem ser fabricadas peças de diferentes tamanhos e geometrias, das mais simples até as mais complexas.
A dimensão mínima da peça, confeccionada em plástico, depende do tamanho do bico de impressão e do nível de detalhes. O tempo de impressão varia conforme o tamanho da peça, número de detalhes, material, entre outros fatores. Uma peça com 30 milímetros de diâmetro e 20 milímetros de altura (pouco maior que uma tampa de garrafa Pet), por exemplo, leva 40 minutos para ser executada.

Atualmente, a principal finalidade da impressora 3D desenvolvida na UFSC é fabricar peças e protótipos para as demandas internas do laboratório, atuando como equipamento auxiliar. Além disso, a ferramenta tem sido porta de entrada para os primeiros contatos de novos membros do laboratório com equipamentos automatizados. “Muitas outras impressoras 3D têm sido desenvolvidas no Brasil. Essa tecnologia está sofrendo uma expansão rápida em virtude da facilidade atual de se conseguir os componentes para a construção de uma impressora 3D e pelo fato de as patentes sobre essa tecnologia terem caído há alguns anos”, explica Silveira.

Texto: Thais Paiva

Publicado na Carta Educação.

 

UFSC na mídia: Reitora da UFSC garante curso de Medicina em Araranguá

23/12/2015 09:54

Na noite de ontem, dia 21, aconteceu no campus da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) de Araranguá uma audiência pública para discutir a implantação do curso de Medicina da UFSC na cidade.

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Foto: divulgação

A audiência foi solicitada pelo deputado federal Pedro Uczai, membro da Frente Parlamentar pela implantação dos cursos de Medicina e coordenador da Frente Parlamentar pelo Estado de Santa Catarina.

Compareceram a reitora da UFSC, Roselane Neckel, o prefeito de Araranguá, Sandro Maciel, além de representantes de comunidades da cidade, entre outros.

A reitora Roselane falou sobre o processo para implantação do curso de Medicina em Araranguá. “A Universidade Federal de Santa Catarina hoje é responsável pela coordenação do programa Mais Médicos em Santa Catarina e também pela expansão dos cursos de graduação em Medicina. Nós viemos apresentar o que a UFSC está fazendo em relação a implantação do curso em Araranguá. Nós já recebemos as vagas de professores, o edital já foi lançado agora, dia 14 de dezembro, já fizemos uma reunião com a Secretaria de Saúde do Estado para falar das adequações necessárias na rede de saúde pública aqui em Araranguá e região, tivemos bom retorno. O que falta agora é completar o processo da aquisição do campus da Unisul, as tratativas com recursos financeiros com o Governo Federal já foram realizadas, está tudo programado para 2016. Nós precisamos adquirir este prédio, estabelecer aqui toda a estrutura e a partir daí fazer as adequações internas para ter a infraestrutura e laboratórios para o curso de graduação em Medicina”, declarou Roselane.
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UFSC na mídia: Vencedor do Grande Prêmio Capes de Tese fala sobre a conquista

21/12/2015 08:08

No dia 10 de dezembro, aconteceu, na sede da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a entrega dos Prêmios e Grandes Prêmios Capes de Tese. O ganhador do Grande Prêmio Capes de Tese Aziz Nacib Ab’Sáber, referente ao grupos das grandes áreas de avaliação Engenharias, Ciências Exatas e da Terra e Multidisciplinar – Materiais e Biotecnologia, Edroaldo Lummertz da Rocha, não pôde comparecer à cerimônia de premiação por estar no exterior realizando pós-doutorado, mas falou à Capes sobre a premiação. “A sensação é de dever cumprido, de uma etapa concluída com sucesso. É muito gratificante ser reconhecido depois de tantos anos de trabalho e dedicação longe da família. Ao enviar a vídeo-aula, torci para que o trabalho fosse selecionado. A decisão final foi realmente uma ótima surpresa.” Na cerimônia, o premiado foi representado por seu pai, Eriovaldo Daitx da Rocha.

Edroaldo foi premiado no Prêmio Capes de Tese na área de Materiais, com a tese “Interações Nanopartícula-Células e Biomaterial-Células Induzem Mudanças Globais em Programas de Expressão de Genes” e enviou a vídeo-aula para concorrer ao Grande Prêmio. O trabalho do autor investigou, por meio do desenvolvimento e utilização de métodos de química computacional e biologia de sistemas, quais processos celulares são alterados ou apropriadamente recapitulados quando nano-biomateriais interagem com células. Além disso, foi desenvolvido um novo algoritmo para a engenharia de populações celulares clinicamente relevantes e com potencial aplicação em medicina regenerativa.

O vencedor foi orientado por Carlos Renato Rambo, coorientado por Luismar Marques Porto e desenvolveu sua tese no Programa de Pós-Graduação em Ciência e Engenharia de Materiais da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Planos

Atualmente, Edroaldo realiza pós-doutorado no Centro de Medicina Personalizada da Mayo Clinic em Rochester, nos Estados Unidos. “Após completar este período, tenho planos de retornar ao Brasil e estabelecer meu laboratório de pesquisas, podendo, assim, contribuir não somente para o desenvolvimento da ciência brasileira como também com a formação de recursos humanos, retribuindo assim o investimento realizado pelo Brasil na minha formação acadêmica e profissional.”

Grande Prêmio Capes de Tese
O Grande Prêmio Capes de Tese é concedido anualmente, em parceria com a Fundação Conrado Wessel (FCW), às três melhores teses ganhadoras do Prêmio Capes de Tese e selecionadas nos três grupos de grandes áreas de avaliação.

No Grande Prêmio de 2015, foram homenageados Paulo Emílio Vanzolini (Ciências Biológicas, Ciências da Saúde, Ciências Agrárias), Aziz Nacib Ab’Sáber (Engenharias, Ciências Exatas e da Terra e Multidisciplinar – Materiais e Biotecnologia) e Antônio Houaiss (Ciências Humanas, Lingüística, Letras e Artes, Ciências Sociais Aplicadas e Multidisciplinar – Ensino). Foram premiados, respectivamente, Pedro Elias Marques Pereira da Silva, do Programa de Pós-Graduação (PPG) em Biologia Celular da Universidade Federal de Minas Gerais, Edroaldo Lummertz da Rocha, do PPG em Ciência e Engenharia de Materiais da Universidade Federal de Santa Catarina, e Tathiane Agra de Lemos Martins, do PPG em Arquitetura da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Benefícios

O Grande Prêmio Capes de Tese consiste em passagem aérea e diária para o autor e um dos orientadores da tese premiada para que compareçam à cerimônia de premiação; certificado de premiação ao orientador, coorientador(es) e ao programa em que foi defendida a tese; certificado de premiação e medalha para autor; auxílio equivalente a uma participação em congresso internacional para o orientador, no valor de R$ 6 mil; bolsa para realização de estágio pós-doutoral em instituição nacional de até cinco anos para o autor da tese, podendo converter um ano em estágio pós-doutoral fora do país em uma instituição de notória excelência na área de conhecimento do premiado; e U$ 15 mil para o premiado, concedidos pela Fundação Conrado Wessel.

Veja o livreto com as informações sobre as teses premiadas, dados estatísticos do Prêmio Capes de Tese, informações sobre os cientistas homenageados e sobre as premiações especiais.

Texto: Natália Morato.

Publicado no site da Capes.

UFSC na mídia: melhores práticas em Atenção Básica são reconhecidas pela Secretaria de Estado da Saúde

14/12/2015 08:54

O secretário adjunto de Estado da Saúde, Murillo Capella, e o superintendente de Planejamento e Gestão da Secretaria de Estado da Saúde, Leandro de Barros, entregaram nesta quinta-feira, 10, no auditório da Associação dos Municípios da Grande Florianópolis, certificados às cidades que foram destaques em serviços de atenção básica à saúde nas categorias Avaliação da Atenção Básica, Melhores Práticas de Atenção Básica em Santa Catarina e Maior participação em teleconsultorias no Telessaúde SC.

No total, 53 experiências foram reconhecidas pelo Governo do Estado pelo trabalho desenvolvido na gestão municipal e na atuação das equipes de Atenção Básica em prol da qualidade da atenção em saúde. “Esta é uma reunião que premia o mérito daqueles que sabem fazer, afinal sem atenção básica não há saúde e com boa atenção básica menos pessoas haverá nos nossos hospitais”, declarou o secretário adjunto, na abertura da cerimônia.

Na categoria Avaliação da Atenção Básica em Santa Catarina, que está na 6ª edição, foram contemplados 28 municípios. A escolha é realizada pela Gerência de Coordenação da Atenção Básica da Secretaria de Estado da Saúde em parceria com a UFSC, por meio do Núcleo de Extensão e Pesquisa em Avaliação em Saúde. Nesta categoria de premiação, os municípios são agrupados por porte populacional: menos de 10 mil habitantes; entre 10 mil e 25 mil habitantes, de 25 mil a 50 mil habitantes, de 50 mil a 100 mil habitantes e acima de 100 mil.

Como incentivo e valorização pelo trabalho, a Secretaria da Saúde vai disponibilizar um computador e um kit multimídia (webcam, microfone e fone de ouvido) para os nove municípios com melhores desempenhos por porte e um kit multimídia para os demais municípios.

Já na categoria Melhores Práticas de Atenção Básica em SC foram selecionadas por uma comissão de acordo com edital do programa. Foram inscritos 182 trabalhos e, destes, selecionados um por região de saúde, no total de 16. As 16 melhores práticas de atenção básica de Santa Catarina terão seus trabalhados gravados em vídeo pela Secretaria de Estado da Saúde e serão publicados na Revista Catarinense de Saúde da Família.

Os quatro melhores classificados receberão também um computador e um kit multimídia e os demais (12) receberão um kit didático para amamentação e parto e um kit multimídia. Também receberam certificação as nove equipes de Saúde da Família com Maior Participação em Teleconsultoria no Telessaúde SC no último ano.

Municípios certificados com os melhores desempenhos na Avaliação da Atenção Básica (segundo porte populacional):

Municípios com até 10 mil habitantes: São Miguel da Boa Vista (1º lugar); Witmarsum (2º lugar); Nova Itaberaba (3º lugar); São Domingos (4º lugar); Flor do Sertão (5º lugar); Modelo (6º lugar); Cordilheira Alta (7º lugar); Antônio Carlos (8º lugar); Caibi (9º lugar); Itá (10º lugar); Santa Rosa do Sul (11º lugar); Guatambú (12º lugar); Laurentino (13º lugar); Treze Tílias (14º lugar); Alto Bela Vista (15º lugar); Peritiba (16º lugar)

Municípios entre 10 mil e 25 mil mabitantes: Bombinhas (1º lugar); São José do Cedro (2º lugar); Urussanga (3º lugar); Itapiranga (4º lugar); Cunha Porã (5º lugar); Balneário Piçarras (6º lugar)

Municípios entre 25 mil e 50 mil habitantes: Joaçaba (1º lugar); Itapema (2º lugar); Pomerode (3º lugar)

Municípios entre 50 mil e 100 mil habitantes: Rio do Sul (1º lugar); Içara (2º lugar)

Municípios acima de 100 mil habitantes: Chapecó (1º lugar)

Melhores Práticas de Atenção Básica em SC (uma por região de saúde):

1 – Região de Saúde Extremo-Oeste:

Tigrinhos – Programa Saúde na Escola – Construindo Redes Intersetoriais para Desmedicalizar o Ambiente Escolar
2 – Região de Saúde Xanxerê:
São Bernardino – Programa Sorriso Novo
3 – Região de Saúde Oeste:
Chapecó – Grupo Terapêutico Desenvolvimento Humano para Usuários de Psicotrópicos em uma Unidade Básica de Saúde.
4 – Região de Saúde Alto Uruguai Catarinense:
Peritiba – Descarte Consciente e uso Racional de Medicamentos no Município de Peritiba.
5 – Região de Saúde Meio Oeste:
Vargem Bonita – O Uso das Cores para Organização e Planejamento das Ações na Atenção Básica
6 – Região de Saúde Alto Vale Rio do Peixe:
Fraiburgo – Grupo supera dor: Usando a hidroginástica na promoção da saúde, diminuindo dores e ganhando mobilidade
7 – Região de Saúde Serra Catarinense:
Lages – Acolhimento à demanda espontânea com estratificação de risco: uma experiência inovadora no município de Lages
8 – Região de Saúde Alto Vale do Itajaí:
Vidal Ramos – Programa Roda Materna: Grupo de Gestantes
9 – Região de Saúde Médio Vale do Itajaí:
Indaial – Reabilitação da Musculatura do Assoalho Pélvico em Mulheres com Cistocele Grau I
10 – Região de Saúde da Foz do Rio Itajaí:
Navegantes – O Bicho vai Pegar – Educando com Arte e Cultura: Programa Saúde na Escola, Práticas de Prevenção e Promoção da Saúde
11 – Região de Saúde Laguna:
Imbituba – Fazendo Arte com a Linguagem
12 – Região de Saúde Carbonífera:
Içara – Grupo Terapêutico para pacientes com dor crônica de origem musculoesquelética: Corpo em Movimento
13 – Região de Saúde Extremo Sul Catarinense:
Araranguá – Projeto Agita Cidade Alta
14 – Região de Saúde Grande Florianópolis:
Garopaba – EmagreSer
15 – Região de Saúde Nordeste:
Jaraguá do Sul – Grupo Proseando: uma prática de promoção de saúde
16 – Região de Saúde Planalto Norte:
Itaiópolis – A Interdisciplinaridade do cuidado através das Práticas Integrativas e Complementares: União das Equipes ESF, NASF e Telessaúde

Maior participação em teleconsultoria no Telessaúde SC (por equipes):

1. Equipe ESF Geral do município de Presidente Castelo Branco
2. Equipe I do município de Vargem Bonita
3. Equipe PSF do município de São Miguel da Boa Vista
4. Equipe PSF São José do município de Monte Carlo
5. Equipe ESF Moema do município de Itaiópolis
6. Equipe de PSF do município de Arroio Trinta
7. Equipe Trinta Reis do município de Nova Trento
8. Equipe Programa de Saúde da Família 1 do município de Armazém
9. Equipe Paquetá do município de Brusque.

Matéria publicada no site da Adjori.

UFSC na mídia: escola de Águas Mornas recebe prêmio nacional de Direitos Humanos

14/12/2015 08:23

No momento em que o país e os Estados definem os planos de educação para os próximos 10 anos sem incluir questões de sexualidade e identidade de gênero, o exemplo no sentido contrário vem de uma pequena cidade de Santa Catarina. Na Escola de Educação Básica Coronel Antônio Lehmkuhl, em Águas Mornas, na Grande Florianópolis, esses temas fazem parte do cotidiano dos alunos há cinco anos e nesta sexta-feira a iniciativa será reconhecida nacionalmente. O projeto Expressão de Gênero da Infância à Juventude e Faces da Homofobia foi o vencedor da categoria Garantia dos Direitos da População LGBT, do Prêmio Direitos Humanos 2015, que será entregue em Brasília.

Estruturadas como projeto, as atividades começaram em 2013, depois que a professora de Língua Portuguesa Maria Gabriela Abreu fez um curso de extensão pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) sobre gênero e diversidade na escola. A partir da capacitação, ela colocou a teoria em prática na escola de cerca de 400 alunos. Primeiro, o assunto foi introduzido de maneira leve e informal às aulas, para depois partir para oficinas, dinâmicas, debates e confecção de cartazes sobre a temática do Concurso de Cartazes: Trans-Lesbo-Homofobia e Heterossexismo nas Escolas, promovido pelo Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades — Projeto de Extensão Papo Sério da UFSC.

Hoje o trabalho é feito com as nonas séries do ensino fundamental e com as turmas da primeira à terceira série do ensino médio. As ações ocorrem nas aulas da professora Maria Gabriela e também nas do professor Robson Ferreira Fernandes, que leciona Sociologia e Filosofia.

O projeto foi crescendo ao longo dos anos, com os assuntos específicos dentro dos temas globais sendo trabalhados conforme a realidade de cada ano. De um início tímido, com atividades espaçadas, a ideia ganhou força e incentivo de toda a escola, incluindo a direção. O resultado foi o amplo destaque acadêmico no Estado, com várias premiações dos educadores e dos alunos em premiações de gênero e diversidade da UFSC.

— Em tempo de tanta desinformação, esse projeto e o reconhecimento dele mostra que é possível trabalhar esse tema. Não vamos influenciar a sexualidade de ninguém, só queremos ter alunos mais respeitosos, lutar para que menos pessoas sofram preconceito — destaca Maria Gabriela.

Projeto enfrentou resistência no início

Com pouco mais de 6 mil habitantes e uma população de maioria cristã, era natural que o debate de sexualidade e gênero, especialmente dentro de uma escola, gerasse resistência em Águas Mornas. Da parte dos alunos, Maria Gabriela lembra que o maior questionamento era justamente quanto a religião.

— Os estudantes trazem pra escola o reflexo da sociedade, das suas casas. A maioria é religiosa e perguntava sobre o fato de ser pecado, por exemplo. Eu tentava ter uma postura neutra. A escola é um espaço laico, onde não se discute, mas sim se respeita as religiões. E sempre frisei que acreditava que as religiões tinham por princípio o amor, tolerância, respeito pelos outros — comenta a professora, garantindo que hoje a situação é bem mais tranquila.

O professor Robson também ressalta a dificuldade inicial em lidar com o tema em uma comunidade tradicional como a do município na Grande Florianópolis:

— Às vezes me sentia pisando em ovos no que ia dizer. Os alunos têm curiosidade, querem falar sobre isso, mas em casa são impossibilitados desse tipo de discurso.

Na escola, a resistência já foi menor, com uma compreensão mais significativa da importância de se estar atento a situações de qualquer tipo de preconceito. Inclusive, depois que o projeto ganhou destaque, a professora Maria Gabriela até deu um curso de capacitação em gênero e diversidade aos outros professores, a pedido da direção.

A professora conta que a maior surpresa foi na relação com os pais. Por saber se tratar de uma cidade pequena, acreditava que teria muito mais problemas com os pais. Mas, segundo ela, não foi tão complicado assim:

— Sempre quis estar muito bem preparada para explicar a importância e a forma como o trabalho era feito. Mas se houve alguma resistência maior, não chegou diretamente à escola. Só alguns comentários nas rodas de conversa de que “essas coisas” estavam chegando ao interior também.

Texto: Victor Pereira

Publicado no Diário Catarinense.

UFSC na mídia: projeto Inclusão Digital Indígena já alcançou 11 aldeias

10/12/2015 15:35

O projeto Inclusão Digital Indígena Nacional garantiu a formação, até março de 2016, de mais de 300 jovens em cursos de informática e produção audiovisual. Financiado pelo Ministério das Comunicações, por meio da Secretaria de Inclusão Digital, e desenvolvido pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a iniciativa já alcançou 11 aldeias no país, selecionadas por já possuírem escolas estaduais com redes de internet instaladas.

Confira a matéria neste link.

UFSC na mídia: Projeto HPV no programa ‘Saúde à Vontade’ da TV Futura

01/12/2015 16:16
O Centro de Pesquisa Clínica Projeto HPV, coordenado pelo professor Edison Natal Fedrizzi, do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da UFSC, desenvolve pesquisas multicêntricas internacionais na área de infecções e câncer, principalmente sobre a vacina contra o HPV (Papilomavirus Humano) desde 2002. Em 2008 foi considerado entre os três melhores do Brasil, recebendo a mais nova pesquisa de prevenção contra o HPV, a vacina nonavalente anti-HPV, para homens e mulheres. O estudo encontra-se em processos finais e resultados positivos.
O Centro fica localizado na na área D do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago. Diante da ótima avaliação dos estudos desenvolvidos no Centro, referência nacional e internacional, a equipe da TV Futura esteve no HU e produziu matéria para o programa Saúde à Vontade.
Assista à matéria neste link.

UFSC na mídia: 3º AnimaCatarina premia criadores de animação e games em Florianópolis

25/11/2015 15:51

Trabalhos dos estudantes da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) e Univali foram os vencedores da terceira edição do AnimaCatarina.

O festival de animação e games, ocorreu entre segunda (23) e terça-feira (24) em Florianópolis. Entre as atrações, estava o encontro com o criador da Globolinha, Anderson Pessanha, do núcleo de arte da Globo.

Esta foi a 3ª edição do evento, que pela primeira vez incluiu o desenvolvimento de jogos. O evento foi criado para apresentar projetos de acadêmicos nas áreas de design, animação, cinema, jogos, artes, além de promover o aprendizado e troca de informações entre estudantes, professores e profissionais.

Durante os dois dias, foram apresentados os finalistas em mostras de animação e de games. Também foram feitas palestras com especialistas e apresentados produtos, como o o jogo criado para a Defesa Civil para projetar enchentes, do Laboratório Experimental de Desenvolvimento de Jogos (LabEx) da Univali.
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UFSC na mídia: Pesquisa aponta que Florianópolis é bem avaliada pelo público da terceira idade

18/11/2015 15:41

Confira edição desta quarta-feira, 18 de novembro, do Jornal Bom Dia Santa Catarina, da RBS TV, sobre estudo realizado por pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) para avaliar a qualidade de vida e a saúde dos idosos na capital.:

http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/bom-dia-santa-catarina/videos/t/edicoes/v/pesquisa-aponta-que-florianopolis-e-bem-avaliada-pelo-publico-da-terceira-idade/4616187/

 

UFSC na Mídia: carro elétrico compartilhado é criado por estudantes da UFSC

17/11/2015 10:09
Foto: Reprodução/RBS TV

Foto: Reprodução/RBS TV

Um carro elétrico para ser compartilhado na cidade é desenvolvido por estudantes da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O objetivo é que as pessoas usem o veículo pelo tempo que precisarem e larguem onde quiserem, para que seja utilizado por outros. O projeto prevê vários desses veículos pela cidade sendo compartilhados. A ideia é que o usuário possa alugar o carro por um aplicativo. “Ele é integrado ao transporte público, às bicicletas, aos táxis, e, dessa forma, você pode ter um trânsito mais harmonioso”, explicou Brener Martins, idealizador do projeto. “As maiores empresas de compartilhamento são americanas ou europeias e lá o público jovem está deixando para adquirir seu carro cada vez mais tarde. Isso é uma tendência”, diz Martins. O carro também pode ser usado em condomínios, parques, shoppings e aeroportos. Os engenheiros garantem que a emissão de poluentes é praticamente zero – e que a invenção deles também é mais prática.
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