Pesquisador britânico visita UFSC e realiza teste com atletas paralímpicos

11/10/2017 16:54

O Laboratório de Esforço Físico (Laef) do Centro de Desportos (CDS) da UFSC foi contemplado com o Edital Fundo Newton, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap). Os pesquisadores Ricardo Dantas Lucas (UFSC) e Gary Brickley (Universidade de Brighton) participam de projeto que envolve medidas fisiológicas em atletas cadeirantes. Na manhã desta quarta-feira, 11 de outubro, a triatleta cadeirante Danielle Nobile, participou do teste realizado com esportistas paralímpicos.

Danielle Nobile, primeira mulher cadeirante triatleta do Brasil. Foto: Jair Quint/Agecom/UFSC

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Alunos da Zootecnia realizam pesquisa online sobre cunicultores

11/10/2017 15:15

Os alunos da disciplina de cunicultura do Departamento de Zootecnia da UFSC, estão realizando uma pesquisa online com o objetivo de caracterizar o perfil dos cunicultores nas diferentes regiões do Brasil, identificando os principais manejos adotados na produção e a perspectiva do cunicultor sobre a sua atividade. Junto essa pesquisa será realizado o cadastramento dos cunicultores do estado de Santa Catarina.  O questionário online – já aberto- até o dia  a 1 de dezembro.

Mais informações pelo e-mail 

 

Projeto ‘Jovens Tutores de Programação’ é premiado na Feira Brasileira de Iniciação Científica 2017

09/10/2017 17:02

O projeto Jovens Tutores de Programação, coordenado pela Iniciativa Computação na Escola/GQS/INCoD/INE/UFSC pilotado na Escola Básica Professora Herondina Medeiros Zeferino e financiado pela empresa de tecnologia Involves Tecnologia e Inovação, recebeu o prêmio Feira Brasileira de Iniciação Científica (Febic) 2017, em Jaraguá do Sul, SC.
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Vídeos dos vencedores do concurso Imagine-PanGea traduzidos para nove idiomas

09/10/2017 14:57

Os vídeos vencedores do primeiro concurso de divulgação científica multilinguístico do mundo, o Imagine-PanGea, estão disponíveis no YouTube do Projeto Imagine em nove idiomas: português, inglês, espanhol, francês, italiano, grego, árabe, changana (idioma nativo de Moçambique, África do Sul e outros países africanos), e guarani (idioma indígena do Brasil).

Graças ao esforço de voluntários, tradutores e editores de vídeo, os quatro vídeos que foram premiados com os três primeiros lugares gerais e mais o campeão da África podem ser vistos com o áudio original (há vídeos em português, espanhol e francês) e com legendas nos nove idiomas listados. Dentre os vencedores, dois são vinculados à UFSC: Greyce Bernardo, da Nutrição e Ricardo Gutiérrez da Geografia.
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Tese investiga relação entre obesidade e depressão nos idosos de Florianópolis

09/10/2017 09:10

Foto: Luna Mariah Zunino/Agecom/UFSC

Tese desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Nutrição da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGN-UFSC), com base nos dados do estudo EpiFloripa Idoso, vinculado ao departamento de Saúde Pública da UFSC, teve como objetivo investigar a associação entre obesidade, mudanças antropométricas e sintomas depressivos em idosos da cidade de Florianópolis, Santa Catarina.

O trabalho foi realizado pela doutora em nutrição, Vanessa Fernanda Goes, sob orientação da professora Elisabeth Wazlawik, em parceria com os professores, David Alejandro González Chica, da Universidade de Adelaide, Austrália e Albert Navarro, da Universidade Autônoma de Barcelona, Espanha. A tese foi apoiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), por meio da concessão de bolsas de doutorado no Brasil e no exterior, respectivamente.
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Estudantes da UFSC criam website sobre nutrição e envelhecimento

06/10/2017 13:45

Seguindo a tendência mundial, a população idosa brasileira vem aumentando nos últimos anos, fenômeno que caracteriza a mudança demográfica que estamos vivendo. Paralelo a este acontecimento, a transição nutricional também é uma realidade e uma preocupação para os profissionais de saúde, principalmente para as áreas de Alimentação e Nutrição.

Desta forma, estratégias de divulgação de informações confiáveis sobre alimentação e nutrição que abordem o envelhecimento saudável são cada vez mais necessárias. Dois graduandos do curso de Nutrição da UFSC, Karine Kahl e Muriel Hamilton Depin, sob orientação da professora Júlia Dubois Moreira, usaram seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) como oportunidade para criar um website de divulgação de informações sobre aspectos da nutrição sobre o envelhecimento saudável, além de estratégias nutricionais para prevenção de agravos em saúde, com foco na população adulta e idosa.
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Pesquisador britânico visita a UFSC para parceria envolvendo atletas paralímpicos

06/10/2017 11:13

Por meio da chamada pública CONFAP-UK Academies (Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo a Pesquisa e Academias Britânicas de Pesquisa), oriunda do Fundo Newton, os pesquisadores Ricardo Dantas de Lucas (UFSC) e Gary Brickley (Universidade de Brighton) foram contemplados com um projeto que envolve medidas fisiológicas em atletas cadeirantes de elite.

Atualmente, o Laboratório de Esforço Físico (Laef), coordenado pelo professor Luiz Guilherme A. Guglielmo, conta com uma infraestrutura para o desenvolvimento de pesquisas em Ciências do Esporte. Um dos equipamentos recentemente adquiridos por meio do CT-Infra (Finep) é uma avançada esteira rolante, própria para avaliar atletas em cadeiras de rodas. Existem apenas três similares em todo o Brasil.

Brickley, além de professor e pesquisador, também é atleta de natação de longa distância e treinador de diversos atletas medalhistas nos últimos 3 Jogos Paralímpicos. O pesquisador britânico visitará a UFSC entre os dias 7 e 19 de outubro, para desenvolver parte das atividades científicas e ministrará duas palestras abertas para toda a comunidade.

Palestras

A travessia do canal da mancha – nadando em condições extremas: 9 de outubro, segunda-feira, às 12h, no auditório do CDS.

Treinamento e avaliação em atletas paralímpicos: 16 de outubro, segunda-feira, às 10h, no auditório do CDS.

Mais informações por e-mail  ou pelo telefone (48) 3721-4775.

 

Aluna da UFSC Araranguá é única catarinense classificada para 2ª fase da Olimpíada Brasileira de Matemática

06/10/2017 10:20

A primeira fase de nível universitário da Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM) foi realizada no dia 1º de setembro. A estudante de Engenharia de Energia da UFSC Araranguá, Letícia Recco Tramontin, foi a única catarinense classificada para a segunda fase da competição. A OBM é um campeonato voltado aos alunos de escolas e universidades brasileiras, tanto da rede pública quanto privada, que abrange os discentes do ensino fundamental até o final da graduação.
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José Hamilton Ribeiro aborda a grande reportagem na abertura da 16ª Semana de Jornalismo da UFSC

03/10/2017 16:41

“Eu sinto muito estar aqui na universidade neste dia.” Na abertura da 16ª Semana de Jornalismo da UFSC, na segunda-feira, 2 de outubro, o jornalista José Hamilton Ribeiro não podia deixar de se referir ao trágico acontecimento que deixara a comunidade universitária perplexa poucas horas antes. A morte de Luiz Carlos Cancellier de Olivo, reitor afastado da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), despertou questionamentos sobre a atuação da Polícia Federal (PF) e seu envolvimento com a mídia. Cancellier foi afastado do cargo após ser preso em ação da “Operação Ouvidos Moucos” no dia 14 de setembro, e solto no dia seguinte. “A espetacularização das ações da polícia tem que ser vista com atenção e até com pesar. A polícia tem sua função, e merece elogios quando a cumpre. Mas tem que cumprir com discrição e sem exageros.” Após essa afirmação, Zé Hamilton recebeu uma salva de palmas da plateia.
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UFSC e Educação a Distância: uma relação de longa data

29/09/2017 14:53

Visão completa da plataforma de integração acadêmica com o primeiro sistema online de matricula que se tem notícia do país. Montagem: EaD/UFSC

O ensino não presencial existe há muito tempo, viabilizado, primeiro, por correio e, no século XX, por rádio e televisão. Contudo, somente com a revolução das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs), as redes, computadores e os novos canais de comunicação romperam definitivamente as barreiras de tempo, espaço e público-alvo. Essa verdadeira revolução ocorrida nas últimas décadas teve uma história particular na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Da pré-história aos primeiros programas EaD

A Educação a Distância (EaD) da UFSC já tem mais de 30 anos de história. A EaD não chegou nesta universidade como tecnologia adquirida de terceiros. Foi fruto de visão estratégica, de muita pesquisa e de uma produção tecnológica multidisciplinar.

Em 1985, o computador pessoal tinha somente quatro anos de idade e a internet ainda demoraria oito anos para ser lançada. E naquele ano, o Departamento de Engenharia de Produção da UFSC colocou a EaD em seu plano estratégico e previu que iniciaria os primeiros projetos em 10 anos.
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UFSC na mídia: pesquisadores estudam alternativa de tratamento contra o câncer

28/09/2017 17:41

Engenheiros mecânicos e médicos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) se juntaram para estudar uma alternativa de tratamento contra o câncer. Os profissionais estão desenvolvendo um tipo de implante com medicamentos que pode substituir a quimioterapia convencional.

A reportagem foi veiculada no Jornal da Record, em 27 de setembro, e pode ser conferida aqui.

Pesquisadores desenvolvem implantes quimioterápicos utilizando impressão 3D

25/09/2017 09:16

Um grupo de pesquisa da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) desenvolveu um implante, fabricado por impressão 3D, que libera localmente remédios quimioterápicos. As possibilidades de tratamento de diversos tipos de câncer incluem aplicar os medicamentos no interior do tumor, nas suas proximidades ou no ponto onde ele foi retirado, diminuindo o sofrimento dos pacientes em tratamentos de quimioterapia.

O uso da tecnologia de impressão tridimensional neste tipo de implante foi concebido pelo grupo coordenado pelo professor Gean Salmoria, que inclui o Núcleo de Inovação em Moldagem e Manufatura Aditiva (Nimma) com a colaboração do Laboratório de Engenharia Biomecânica do Hospital Universitário (LEBM/HU) da UFSC e do departamento de Farmácia da UNISUL, financiado parcialmente pelo CNPq e Pronex/FAPESC. 
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UFSC inaugura laboratórios com incorporação de tecnologias avançadas

22/09/2017 16:27

Acabam de ser inaugurados dois laboratórios na UFSC pelo Projeto Implantação de Infraestrutura Laboratorial para P&D em Soluções de Medição e Instrumentação Avançadas para o Setor Petróleo e Gás (LAMIA). A cerimônia ocorreu ontem, dia 21 de setembro, na Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (Certi). Os laboratórios de Metrologia Tridimensional Avançada e de Instrumentação Inteligente foram financiados com recursos da Petrobras por participação especial, executado pela UFSC por meio da Fundação de Ensino e Engenharia de Santa Catarina (Feesc) e co-executado pela Certi.
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Artigo sobre eficácia da vacina contra HPV é divulgado em revista científica

13/09/2017 14:30
O professor Edison Natal Fedrizzi, do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da UFSC e chefe do Centro de Pesquisa Clínica Projeto HPV, é um dos autores de um artigo sobre os resultados dos estudos de eficácia da vacina nonavelente contra o HPV. O artigo foi publicado no dia 5 de setembro, na The Lancet, uma das mais conceituadas revistas científicas da área médica. O Centro de Pesquisa Clínica Projeto HPV foi um dos centros mundiais que avaliou a eficácia desta vacina em mulheres jovens. Confira o artigo.
Mais informações no site do Projeto HPV.

Laboratório da UFSC conduz pesquisas de âmbito internacional na área de Geociências

06/09/2017 16:00

O Programa Integrado de Perfuração Oceânica (IODP) – Integrated Ocean Drilling Program – é o maior programa científico multinacional na área de Geociências, com pesquisadores de 23 países reunidos em torno do objetivo comum: o de investigar a história da Terra e monitorar a dinâmica de fundo dos ambientes marinhos através da aquisição de dados provenientes de sedimentos e rochas marinhas. Suas expedições e pesquisas oceanográficas são financiadas por um consórcio de oito agências, entre elas a a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

No âmbito de uma das linhas de pesquisa prioritárias do programa – Mudança Climática e Oceânica: lendo o passado, informando o futuro -, pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a Universidade Federal do Rio Grande (FURG) e  a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), sob coordenação geral de João Carlos Coimbra (UFRGS), reuniram-se e aprovaram, junto a Capes, o projeto de pesquisa “Paleoprodutividade e mecanismos de fertilização oceânica na margem continental sul brasileira em resposta às mudanças climáticas do Quaternário tardio”.
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Lauro Mattei: primeiro professor da UFSC na presidência da Sober

05/09/2017 14:05

Lauro Mattei: compromisso com pluralidade. Foto: Ítalo Padilha/Agecom/UFSC

Primeiro professor da UFSC a assumir a presidência da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Sober), Lauro Francisco Mattei revela que a entidade, como é conhecida, tem algumas preocupações essenciais que perpassam a sua atuação. A primeira delas é manter uma análise bastante atualizada das transformações que vêm passando a agropecuária brasileira.

“Acho que esse é um ponto que tem muitos estudos em instituições como a Universidade de São Paulo, a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, de Piracicaba e a Universidade Federal de Viçosa, com pesquisadores de longa trajetória que acompanham as mudanças estruturais que acontecem no sistema agropecuário brasileiro”, observa Mattei.
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Veleiro de pesquisa da UFSC será colocado no mar pela primeira vez nesta quarta-feira

04/09/2017 17:41

Uma mega operação está sendo preparada para transportar o Veleiro de Expedições Oceanográficas (Veleiro ECO) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) do Sapiens Parque, em Canasvieiras — onde foi construído —, até o Estaleiro Schaeffer, na cabeceira continental da Ponte Hercílio Luz, no Estreito — onde a embarcação será colocada no mar pela primeira vez. O Veleiro Eco é o primeiro veleiro de expedições e pesquisas oceanográficas do Brasil, além de ser o primeiro e único veleiro projetado e construído por uma universidade brasileira.

Os trabalhos começam na manhã desta terça-feira, 5 de setembro, a partir das 8h, quando o veleiro será retirado do Sapiens Parque e colocado em uma carreta especial. Durante todo o dia a embarcação será preparada para o transporte até a região continental de Florianópolis, o que ocorrerá na madrugada de quarta-feira, 6 de setembro.

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Ferramentas de cobrança inteligente, automatização de atendimento e detecta fraude vencem o Hackacton Celesc

04/09/2017 11:08

Uma ferramenta que aponta as ações de cobrança necessárias para diferentes perfis de clientes a partir do histórico da organização levou a equipe ODIN a vencer a primeira edição do Hackaton Celesc, realizado da última sexta-feira até o domingo (1o a 3 de setembro), na sede da companhia de energia catarinense, em Florianópolis.

A maratona que resultou em mais de 50 horas de desenvolvimento teve 12 ideias selecionadas e equipes formadas, totalizando 60 desenvolvedores, designers e profissionais de negócios. Eles propuseram aplicativos para solucionar problemas das áreas de atendimento ao cliente e gestão de custos apontados pela Celesc. Um time de 40 mentores de desenvolvimento, negócios, design e energia, 17 deles, técnicos da própria Celesc, orientaram as equipes durante a maratona.

O Hackaton Celesc foi realizado pela Celesc e o Governo do Estado juntamente com o Grupo de Pesquisa VIA Estação Conhecimento, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e seu Departamento de Engenharia do Conhecimento. A metodologia do hackaton foi desenvolvida no grupo VIA, sob coordenação da professora Clarissa Stefani Teixeira.
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Pesquisadora da UFSC participa de expedição oceanográfica de 9 mil km pelo Pacífico

31/08/2017 17:57

Foto: Noelie Pansiot/Divulgação.

35 dias e cerca de 9 mil quilômetros percorridos no Oceano Pacífico, com saída da cidade de Keelung, em Taiwan, e chegada em Lautoka, nas ilhas Fiji. Esse foi o trajeto da expedição Tara Pacific, promovida pela instituição francesa Tara Foundation. Entre os seis pesquisadores a bordo, a única brasileira era Andrea Santarosa Freire, do Departamento de Ecologia e Zoologia (ECZ) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). “Não tínhamos sábado nem domingo, trabalhávamos todos os dias, desde as 7h da manhã. Foi muito cansativo, mas ao mesmo tempo uma experiência incrível!”, relata Andrea.

O convite para integrar a expedição internacional surgiu por sua ampla experiência na área de pesquisas oceanográficas – Andrea é a vice-coordenadora do projeto MAArE – e, sobretudo, por seu envolvimento no projeto Veleiro de Expedições Científicas e Oceanográficas (Veleiro ECO) da UFSC, que está em fase final de construção e em breve será lançado no mar. “No processo de construção do Veleiro ECO na UFSC, aos poucos amadurecemos um convênio científico internacional com a Tara Foundation. O projetista do Veleiro ECO é o mesmo do Veleiro Tara. Quando o professor Orestes Estevam Alarcon [coordenador do Veleiro ECO] me convidou para participar do projeto, sugeri desde o início o Tara como inspiração.”
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Veleiro de expedições oceanográficas construído pela UFSC será lançado em outubro

29/08/2017 17:13

O Veleiro ECO, que está sendo construído pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), ficará pronto no início de setembro. Este é o primeiro veleiro de expedições e pesquisas oceanográficas do Brasil, sendo o primeiro e único veleiro projetado e construído por uma universidade brasileira. O lançamento está previsto para outubro, na Marina de Itajaí, localizada no litoral norte de Santa Catarina. O destino serão as ilhas de Trindade e São Pedro e São Paulo, pertencente ao Espírito Santo e Pernambuco, respectivamente.

O projeto iniciou em 2012 com o objetivo de aprimorar e expandir as pesquisas oceanográficas do país. A embarcação é projetada para a excelência das pesquisas. Em cada expedição, uma equipe de pesquisadores estará a bordo e poderá trabalhar em um laboratório construído no interior do veleiro, para que as primeiras análises sejam feitas imediatamente.

Com 60 pés e 5,3m de largura, o Veleiro ECO terá capacidade de hospedar comodamente até dez pessoas, entre pesquisadores e tripulantes. Possui características de segurança e navegabilidade, permitindo expedições científicas de grande porte, incluindo as polares, particularmente a Antártica. A quilha retrátil permitirá ainda a navegação em águas rasas de mangues e estuários de rios, áreas poucos exploradas pela ciência nacional e internacional.

Neste sentido, encontra-se em elaboração um convênio com a Comunidade Econômica Europeia, liderado pelo Ministro da Ciência, Tecnologia e Educação Superior de Portugal e MCTIC do Brasil, para o desenvolvimento de projetos focados nos problemas relacionados a mudanças climáticas e ao lixo no Oceano Atlântico. Com esse foco está em formação uma rede de pesquisa cuja governança está centrada no Centro de Pesquisa dos Açores, denominado Atlantic Interactions Research (AIR). Representantes de Portugal estiveram recentemente no Brasil para conhecer o projeto e firmar parcerias.

O Veleiro ECO irá ampliar e aprimorar a pesquisa marítima brasileira, incluindo soluções em robótica, estudos sobre as mudanças climáticas no oceano, tecnologias na área de óleo e gás, monitoramento e apoio à exploração sustentável da biodiversidade e contribuições para a preservação da Amazônia Azul. Todo o trabalho de campo será realizado a bordo do veleiro com uma equipe de pesquisadores de universidades nacionais e internacionais, das áreas de Oceanografia, Biologia, Ecologia e Engenharia.

As expedições do Veleiro passarão por importantes ecossistemas marinhos brasileiros como estuários, ressurgências, recifes de corais, unidades de conservação, ilhas oceânicas, entre outros. O Veleiro está sendo construído nas instalações do Instituto do Petróleo, Gás e Energia (INPETRO/UFSC), no Sapiens Parque, em Florianópolis.

O projeto, concebido e coordenado pelo professor Orestes Alarcon, tem recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Mais informações no site do Veleiro Eco ou pelo Facebook.

UFSC na mídia: pesquisadores da UFSC criam forma de obter energia solar em placas de cerâmica

29/08/2017 16:07

Foto: Guilherme Hahn.

Uma fachada ventilada, por onde o ar circula e faz trocas térmicas, deixando a temperatura interna mais agradável. No teto, um sistema refletivo, que diminui a absorção do calor, e na parede, a maior novidade de todas: um revestimento cerâmico capaz de acumular os raios solares e transformá-los em energia elétrica. Inédita no Brasil, a pesquisa realizada no campus Araranguá, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), quer criar uma alternativa para a utilização de energia fotovoltaica.

Em uma placa de cerâmica de 60cm x 120cm é adicionado um circuito elétrico no qual são aplicadas as células fotovoltaicas. Esse revestimento é instalado na fachada da casa ou do edifício e, conforme recebe raios solares, gera energia para abastecer o imóvel. O sistema é semelhante a placas ou telhas já existentes no mercado, porém tem o diferencial de ser utilizado também como parte do design. Na casa chamada de planta bioclimática, construída em Araranguá, diversas tecnologias são testadas para buscar eficiência energética.
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UFSC é referência em pesquisa na área de super ímãs de terras raras

29/08/2017 10:50

O Brasil está dando os primeiros passos na corrida com a China na produção de super ímãs de terras raras. Os ímãs, utilizados na construção de turbinas eólicas, motores e equipamentos eletrônicos, têm mais de 90% de sua fabricação concentrada no país oriental. Os brasileiros esperam alterar este cenário nas próximas décadas com a construção do primeiro laboratório-fábrica de super ímãs, que será instalado na cidade de Belo Horizonte, em Minas Gerais. Inicialmente o laboratório vai extrair cerca de 10 toneladas anuais de terras raras, e será voltado principalmente para a pesquisa. Em 10 anos a expectativa é de que possa trabalhar com sua capacidade máxima e produza 100 toneladas anuais.

O Grupo de Materiais Magnéticos (Magma) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) tem um papel imprescindível para que o laboratório possa funcionar, pois é no Magma que as pesquisas relacionadas à produção dos ímãs estão sendo realizadas. O Grupo trabalha em parceria com a Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (Certi) no desenvolvimento do laboratório. As pesquisas realizadas pelo Magma buscam criar uma tecnologia que garanta um ímã com um alto nível de conservação e durabilidade, pois os minerais que o compõem sofrem oxidação rapidamente.

Amostra de óxido de neodímio. Foto Henrique Almeida/Agecom/UFSC

As terras raras são um conjunto de 17 minerais que tem propriedades químicas semelhantes. Dois dos minerais mais abundantes desse conjunto são a monazita e bastnasita, que têm em suas composições, principalmente, o neodímio e praseodímio. Estes dois metais servem de matéria-prima para os super ímãs, mas precisam passar por um processo de separação de outros componentes dos minerais após a extração das terras raras. O objetivo é chegar a um metal totalmente puro que vai dar origem a uma liga metálica. Pedro Nunes Junior, mestrando do Programa de Pós Graduação em Ciência e Engenharia de Materiais (PGMAT), destaca que o Grupo ainda utiliza material importado, pois apesar de o Brasil deter uma grande reserva desses minerais nos estados de Goiás, Minas Gerais e Pará, ainda não possui o mercado e tecnologia necessários para extraí-los em larga escala.
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Coordenadoria das Fortalezas lança projeto de educação patrimonial voltado para crianças

28/08/2017 14:59

A Coordenadoria das Fortalezas da Ilha de Santa Catarina, vinculada à Secretaria de Cultura e Arte da Universidade Federal de Santa Catarina (SeCArte/UFSC), iniciou na quinta-feira, 24 de agosto, o projeto de educação patrimonial “Aprender sobre história também é coisa de criança!”, voltado às crianças da educação infantil e do primeiro, segundo e terceiro ano do ensino fundamental.

Em seu primeiro dia de atividade, o projeto recebeu um grupo de crianças da creche Poeta João da Cruz e Souza, da rede municipal de Florianópolis, acompanhado pelas professoras Raquel Nunes de Oliveira, Elisabete Corrêa Carvalho e Manuela Catarina Gomes. O objetivo do projeto é aproximar os estudantes dos conhecimentos relacionados à história das fortalezas de Santa Cruz de Anhatomirim, Santo Antônio de Ratones e São José da Ponta Grossa, e sua vinculação com a história de Florianópolis, sensibilizando para a importância de valorizar e preservar o Patrimônio Histórico Nacional.

A atividade do projeto consiste na contação de história, utilizando o recurso “Caixa de História”, por meio da qual as crianças têm acesso às informações iniciais sobre a construção do sistema defensivo da Ilha de Santa Catarina, o uso, abandono e a restauração das fortalezas e sua consolidação como museus ao ar livre. A contação de história é seguida de uma visita à Fortaleza de São José da Ponta Grossa, onde as crianças podem constatar, por si mesmas, as belezas e a imponência da fortaleza.

O trabalho toma como base a compreensão de que é preciso possibilitar para as crianças, desde pequenas, os conhecimentos produzidos historicamente pela humanidade e que as pessoas só valorizam e cuidam daquilo que conhecem. O projeto possibilita também que as crianças levem para a sua escola folders, flyers e cartões postais sobre as fortificações, indicando aos professores materiais para aprofundamento do conteúdo.

O agendamento de visitas deve ser feito pelo e-mail

Mais informações pelos telefones (48) 3721-8302 | (48) 3721-3857, pelo e-mail ou no site da Coordenadoria das Fortalezas.

 

Fotografias: Franciely Dal Grande Rosa

Texto: Débora Damas/Estagiária de jornalismo da Coordenadoria das Fortalezas/SeCArte/UFSC

Projeto MAArE lança livro e portal de dados que proporcionam um mergulho no fundo do mar

25/08/2017 13:02

Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC.

De um lado, a beleza, a criatividade. De outro, o método, a produção de conhecimento. A aproximação e o diálogo entre arte e ciência — duas áreas geralmente distantes entre si — foi o caminho escolhido para a concepção do livro que o Projeto de Monitoramento Ambiental da Reserva Biológica Marinha do Arvoredo e Entorno (MAArE/UFSC) acaba de lançar. A obra, juntamente com um portal de dados, foram apresentados ao público em cerimônia realizada na quarta-feira, 23 de agosto, no Centro Integrado de Cultura (CIC) de Florianópolis.

Na solenidade, o biólogo João Paulo Krajewski, responsável pelas fotografias que ilustram o livro, ressaltou a qualidade e o ineditismo do projeto: “Foi a primeira vez que um projeto desse tipo solicitou a participação de um artista, um fotógrafo, desde o começo. Essa foi uma diferença muito grande. A arte pode trazer informações, pode trazer as belezas do fundo do mar.” Nesse caso, como se trata de uma reserva biológica, nem mesmo a mínima e restrita parcela da população que está apta a mergulhar pode ver “o que está lá em baixo”, como afirma João. As fotografias de altíssima qualidade, portanto, proporcionam uma oportunidade única de conhecer a rica biodiversidade presente neste pequeno trecho do litoral catarinense.

O livro, que está disponível para download no site do MAArE, foi elaborado com o intuito de difundir o conhecimento científico em uma linguagem leve e acessível, de forma a despertar o interesse da população e a valorização da vida marinha que ainda está preservada. A professora Bárbara Segal Ramos, coordenadora do projeto, ressaltou o esforço da equipe em traduzir a informação científica e torná-la mais agradável a todos: “O livro expressa nosso encantamento por esse ambiente da Rebio do Arvoredo. Está muito bem ilustrado. Espero que o público tenha a sensação de realmente mergulhar nessa reserva marinha ao folheá-lo.”

Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

Entre os milhares de registros que fez ao longo de três anos, João Paulo selecionou 1600 imagens que poderiam entrar no livro. Os registros foram feitos de forma muito cuidadosa, usando técnicas fotográficas especiais, com lentes pouquíssimo usadas em fotografias submarinas. Também foram utilizados drones, para imagens aéreas; montagem de fotos, para a composição de panorâmicas; lentes macro, para registrar mínimos detalhes, possibilitando fotografar organismos minúsculos e invisíveis a olho nu.

Em termos visuais, outro destaque da obra é uma montagem fotográfica que mostra como teria sido o fundo do mar da reserva na década de 1960. “Inserimos, em uma foto atual, animais que existiam naquela época e que não são mais visto hoje em dia, como os tubarões-mangona e os grandes meros. Das 140 pessoas que participaram do MAArE, nenhuma observou esses animais durante a vigência do projeto. Isso mostra claramente que há uma sobrepesca. O ambiente que vemos hoje é sem dúvida diferente do que era anos atrás. Por isso é tão importante o monitoramento ambiental. O projeto MAArE retrata em tabelas, gráficos, números, textos e imagens o que é a Reserva Biológica Marinha do Arvoredo hoje.”  

Portal de dados

Para o desenvolvimento do portal de dados, o projeto MAArE contratou a empresa SKYmarket, especializada em informática para biodiversidade, cujo foco de atuação é a centralização, organização, integração e disponibilização de dados ambientais. No caso do MAArE, foram gerados mais de um milhão de dados biológicos e oceanográficos. “Foi um desafio grande, maior do que imaginávamos. Eram mais de 20 conjuntos diferentes de dados, de natureza diferente, formato diferente, metodologias de coletas diferentes. E nós tínhamos que unir tudo isso em um único sistema e armazenar, organizar, padronizar, validar, integrar, sincronizar, permitir controle e consultas”, explica Rafael Fonseca, representante da empresa.

O portal foi projetado de forma modular, para garantir maior flexibilidade na manutenção e expansão de suas funcionalidades, permitindo que novos módulos sejam desenvolvidos e facilmente acoplados. O processo de desenvolvimento do sistema seguiu  os princípios de software livre e adotou padrões internacionalmente reconhecidos. “Trabalho nessa área há 16 anos e não conheço nenhuma outra iniciativa que chegou a um resultado tão animador”, afirma Rafael. O link para portal de dados estará disponível em breve na página do MAArE.

Preservação

O chefe da Reserva Biológica Marinha do Arvoredo, Ricardo Castelli Vieira, ressaltou a relevância do MAArE para a gestão da unidade de conservação: “A Reserva do Arvoredo é a segunda reserva biológica marinha que temos no país. Só há mais uma outra, que é a Reserva Biológica Marinha do Atol das Rocas. O Brasil hoje, em termos de áreas marinhas protegidas, está totalmente deficiente. Estamos aquém dos compromissos internacionais. Precisamos muito ampliar nossas áreas marinhas, consolidá-las e valorizar o que elas têm hoje. Daí a importância desses projetos para preservarmos os ambientes marinhos. O MAArE foi um divisor de águas, pois levou para a gestão da unidade, a gestão do conhecimento.”

O pró-reitor de pesquisa, professor Sebastião Roberto Soares, elogiou o trabalho dos pesquisadores — “o livro e o portal demonstram a pujança do que foi feito nesses três anos” — e também discursou sobre a importância da preservação ambiental: “Nossas reservas biológicas são ainda uma porção de terra e de mar tão insignificante em relação a todo o território nacional, que é difícil entender como não despertam a sensibilidade de alguns dos nossos dirigentes. Precisamos garantir o respeito dessas áreas.”

Mais informações na página do MAArE.

Daniela Caniçali/Jornalista da Agecom/UFSC

Projeto de extensão ensina manobras de reanimação cardiopulmonar à população

25/08/2017 08:10

O projeto de extensão “Situações de emergência clínica e de trauma: ensinando condutas práticas” irá apoiar o Dia Nacional da Reanimação Cardiopulmonar. O evento será realizado no Shopping Itaguaçu no dia 26 de agosto (sábado), das 10h às 22h, com o objetivo de difundir conhecimentos em Reanimação Cardiopulmonar (RCP). Os interessados irão receber treinamento individual em RCP para adultos, crianças e no uso de desfibrilador automático externo. 

O Dia Nacional da Reanimação Cardiopulmonar consiste em um evento social, gratuito e sem fins lucrativos, inédito em Florianópolis, e ocorre com apoio de acadêmicos de Enfermagem da UFSC que atuam na Liga Acadêmica de Enfermagem Pré-Hospitalar e Emergências (Laepe/SC). “Quanto mais pessoas souberem, independente se são profissionais de saúde ou não, mais vidas poderão ser salvas”, explica a professora da UFSC Keyla Cristiane do Nascimento, uma das idealizadoras e organizadoras do evento.
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