Divulga Ciência – Especial 56 anos da UFSC

16/12/2016 13:06

Edição Especial nº 12 – Dezembro de 2016

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Não é por acaso que a 12ª edição do Divulga Ciência foi publicada em data próxima de a UFSC completar 56 anos. Para o seu aniversário – 18 de dezembro -, o desejo não é apenas oferecer mais um produto comunicativo, mas comemorá-lo com um material especial, com importância para a Universidade e a todos que a cercam.

Produzir com mais frequência material de divulgação científica é uma necessidade a ser suprida pela UFSC, para retornar à sociedade o que ela espera de uma universidade federal, pública e gratuita.

Em tempos atuais, o meio eletrônico é o caminho mais viável para se divulgar. O propósito do boletim é levar ao grande público o conhecimento produzido na UFSC sobre ciência, tecnologia e inovação, de forma clara e objetiva.

A UFSC é um local privilegiado, se respira, se alimenta e se engrandece por meio da ciência. Nesta pequena cidade, em que circulam em média 60 mil pessoas, são desenvolvidos trabalhos pioneiros, fantásticos, e muitas vezes invisíveis. Aos poucos, tenta-se explorar e desmistificar este universo, cumprir com a nobre missão de informar.

Por trás de cada matéria, há um trabalho de muitas mãos, de muitas mentes e por que não dizer de muitas vozes. Cada detalhe foi pensado com muito carinho e respeito pelo leitor que tem a instituição como uma referência no ensino, pesquisa e extensão. A UFSC alcançou grandes distâncias, dentro e fora do Brasil. Dar visibilidade a tudo que aqui acontece nessa área é um longo caminho, mas cada pequeno passo é uma grande conquista.


 

Laboratório e Projeto Amanhecer da UFSC atuam com o controle da dor

“Mais de 80% das doenças que acometem o ser humano têm como sinal ou sintoma a dor. Do ponto de vista da Neurobiologia, ela tem caráter de proteção, no caso da dor aguda. Se a dor for ativada por muito tempo, deixa de ter esse caráter e é tratada como doença”, esclarece o coordenador do Laboratório de Neurobiologia da Dor e Inflamação (Landi) da UFSC. Leia mais.

Colégio de Aplicação colhe frutos do Projeto Lixo Zero

Iniciado em 2014 com a criação e o apoio do Núcleo de Educação Ambiental (NEAmb) do Centro Tecnológico (CTC) da UFSC, o projeto de extensão Lixo Zero, do Colégio de Aplicação (CA) evoluiu e agora passa a ser utilizado como exemplo para escolas do município de Florianópolis. Leia mais.

Trabalhos da UFSC ajudam a elaboração de novas recomendações da Espen

Dois estudos realizados na UFSC foram selecionados para criar uma recomendação específica sobre o uso de ácidos graxos ômega-3. Esses estudos correspondem à pesquisa de mestrado de Juliana de Aguiar Pastore Silva e à tese de doutorado de Michel Carlos Mocellin, ambos do Programa de Pós-Graduação em Nutrição (PPGN). Leia mais.

Artigo de pesquisadores da UFSC determina nova ação de antibiótico contra tuberculose

Para buscar novos meios de ação de antibióticos contra a tuberculose, os pesquisadores Lívia Harumi Yamashiro e André Luiz Barbosa Báfica, do Laboratório de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia (MIP) da UFSC, desenvolveram um artigo científico analisando a forma de agir do antibiótico Isoniazida. Leia mais.

Grupo de pesquisa do Campus de Joinville recebe prêmio na Bélgica

O Grupo de Pesquisa em Manufatura Auxiliada por Computador (GPCAM) do Campus de Joinville da UFSC recebeu o prêmio PMI Award 2017, de melhor artigo do Congresso de Inovação em Molde e Polímeros – PMI 2016, realizado na Bélgica. Leia mais.

Pesquisadores da UFSC descobrem cinco novas espécies de fungos

Estima-se que no mundo inteiro haja de um a cinco milhões de espécies de fungos, e apenas 100 mil delas foram descritas. Um dos trabalhos dos pesquisadores do Laboratório de Micologia (Micolab) da UFSC é coletar, analisar e registrar esses cogumelos ou fungos que ainda não foram descobertos. Leia mais.

Fóssil de cogumelo mais antigo do mundo é brasileiro

O fóssil de cogumelo mais antigo do mundo é brasileiro e estava no Centro de Pesquisas de História Natural da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos. Durante o 8º Congresso Brasileiro de Micologia, realizado na UFSC de 3 a 6 de outubro, o fóssil foi entregue à Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Leia mais.

Antonio Carlos Wolkmer: por um Direito plural, crítico e transformador

“O professor Antonio Carlos Wolkmer é um dos nomes mais representativos da teoria jurídica crítica latino-americana.” Essa é a primeira frase do capítulo sobre o pesquisador na obra El pensamiento filosófico latinoamericano, del Caribe y “latino” (1300-2000), publicada no México, em 2011.” Leia mais.

Sugestão de leitura: ‘Ética e direito dos animais’

A coletânea traz diversos artigos sobre o uso benevolente dos animais, por que os animais não têm direitos e como isso afeta os direitos dos seres humanos incapazes, abolicionismo animal, validade da distinção entre animais racionais e irracionais, breves considerações sobre o status moral de animais não humanos, uso danoso de animais de outras espécies, direito e justiça na perspectiva ética e bioética ambiental. Leia mais.

Série Consciência: pele artificial

A série Consciência, da TV UFSC, mostra nesta edição o trabalho dos Laboratórios da UFSC de Tecnologias Integradas (Intelab) e de Células-Tronco e Regeneração Tecidual (Lacert), que ampliam e aprofundam os estudos sobre possíveis substitutos para a pele humana. Assista.

Sobre

Divulga Ciência é um boletim eletrônico produzido pela Agência de Comunicação (Agecom) com o objetivo de informar sobre a produção científica vinculada à UFSC.
Outras matérias de Jornalismo Científico publicadas no portal da UFSC neste link.

Edição: Rosiani Bion de Almeida
Coordenadoria de Divulgação e Jornalismo Científico

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Seminários apresentam atividades do Departamento de Ciências Fisiológicas

18/03/2016 16:36

A Coordenadoria de Pesquisa do Departamento de Ciências Fisiológicas (CFS) promove sessões do Science Club abertas à comunidade universitária, a partir do dia 6 de abril. Os seminários serão semanais ou quinzenais, com duração de 60 minutos (40 para a apresentação e 20 para perguntas), sempre às quartas-feiras, das 11 às 12h, no CFS do Centro de Ciências Biológicas (sala CCB 508).

Science Club, coordenador pelo professor Alex Rafacho (), consiste na apresentação de seminários visando as atividades de pesquisa (predominantemente), ensino e extensão que estão sendo desenvolvidas dentro do CFS/CCB/UFSC (podendo se estender a outros departamentos e/ou centros da UFSC). O objetivo da ação é apresentar, de maneira criteriosa, o que vem sendo realizado no CFS, contextualizando técnicas utilizadas, linhas de pesquisas e resultados emergentes, oportunizando a discussão dos temas, integração e colaboração entre docentes e pesquisadores.  Docentes (predominantemente), pesquisadores pós-doc e pós-graduandos comporão os convidados para a apresentação dos seminários. Todos os usuários da UFSC (estudantes e servidore  s docentes e técnico-administrativos) poderão participar como ouvintes.

Confira o cronogramaCronograma-Science-Club-CFS

Mais informações no site.

 

Divulga Ciência: revista de divulgação científica, ‘sal verde’, karaokê para teste de voz

06/01/2016 07:28

Edição 11 – Dezembro de 2015

UFSC lança revista de divulgação científica

A Universidade lançou, em dezembro, a UFSC Ciência, revista de divulgação científica da instituição. A publicação é um dos resultados do projeto de incentivo à divulgação científica desenvolvido em parceria entre a Diretoria-Geral de Comunicação (DGC), por meio da Coordenadoria de Divulgação e Jornalismo Científico e da Coordenadoria de Design e Programação Visual, e a Pró-Reitoria de Pesquisa (Propesq). Leia mais.

UFSC Explica: Feminismo

A série “UFSC Explica” oferece o viés acadêmico, com participação de pesquisadores da instituição, sobre assuntos em evidência na sociedade. O primeiro é o feminismo, em destaque pela redação a respeito de violência contra a mulher e pela questão sobre construção de gênero, ambas no último Enem; pelos protestos em várias cidades brasileiras e por constantes notícias. Para falar dele, apresentamos perguntas básicas à professora Cristina Scheibe Wolff, do Departamento de História da UFSC. Também apresentamos sugestões de leitura levantadas pela professora e grupos de pesquisa da UFSC que trabalham a questão. Leia mais.

Grupo da UFSC ganha prêmio ao avaliar produto que diminui a alteração na cor dos dentes

Grupo de Pesquisa em Endodontia  estudou a variação da cor dos dentes pelo uso de duas pastas antibióticas para tratamento de canal visando menor alteração possível  da cor dos dentes. Leia mais.

Tese analisa impacto das condições ambientais no cultivo de ostras e mexilhões

A avaliação do cultivo dos moluscos e mexilhões na costa de Santa Catarina mostrou a ocorrência de algas nocivas em 97% das áreas de cultivo, refletindo a importância do monitoramento constante da produção para se ter segurança alimentar. Leia mais.

UFSC Explica: Vírus Zika e Chikungnunya

lançamento da campanha de combate ao Aedes aegypti na UFSC, no dia 9 de dezembro, faz parte de uma série de atividades desenvolvidas por diversas instituições para prevenir a proliferação do mosquito e controlar as doenças que ele transmite. Além da dengue e a febre amarela, que já têm registros de epidemias no Brasil há mais de um século, o Aedes dissemina também os vírus da febre chikungunya, que teve os primeiros casos notificados no país em 2010, e o Zika, que chegou em 2015. O UFSC Explica pediu à professora Célia Regina Monte Barardi, do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia da UFSC, que respondesse a questões sobre essas doenças e sua disseminação. Leia mais.

Seminário de Iniciação Científica 2015: Produção de plantas para extração de ‘sal verde’ junto com cultivo de camarões

Lucas Gomes Mendes integra o Laboratório de Camarões Marinhos  da UFSC. Ele fez parte da pesquisa de mestrado de Isabela Claudiana Pinheiro sobre o desenvolvimento de plantas no mesmo tanque que camarões Litopenaeus vannamei . O pesquisador descobriu que é possível produzir quase dois quilos de Sarcocornia ambigua (conhecida popularmente como Salicornia), vegetal que pode ser uma alternativa ao sal de cozinha, para cada quilo de camarão cultivado. O consumo da planta é principalmente feito por pessoas hipertensas, já que dela se extrai o ‘sal verde’, com três vezes menos cloreto de sódio que o sal de cozinha.  Leia mais.

Pesquisa avalia desinfecção de dejetos para serem usados como fertilizantes

O objetivo do estudo foi avaliar a desinfecção de dejetos de porcos para que a sua biomassa seja utilizada como fertilizante natural. De acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o país produziu, em 2014, cerca de 3,4 milhões de toneladas de carne suína, sendo o quarto maior produtor mundial. Dessa forma, a reutilização sustentável dos dejetos é uma alternativa para os fertilizantes. Porém, é preciso que esses passem por um processo de desinfecção para evitar o contágio por patógenos que causa infecções respiratórias nas pessoas. Leia mais.

14ª Sepex: alunos da fonoaudiologia usaram karaokê para teste de voz

Além do karaokê, o estande “Cantar, falar, engolir: o que eu tenho a ver com isso?”, da 14ª Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão, também ofereceu avaliação da articulação. Em rápida consulta, a professora orientadora Angela Ruviaro Busanello Stella podia descobrir causas de dor de cabeça, zumbido nos ouvidos e dor nos músculos. “Algumas pessoas não sabem as causas de suas dores de cabeça, e aqui entendem o motivo. Às vezes, ele pode estar relacionado com a Disfunção da Articulação Temporal Mandibular (DTM)”, diz Angela. Leia mais.

UFSC explica: HIV e Aids

O Brasil é o país da América Latina com o maior número de pessoas soropositivas e com Aids: a estimativa é de que sejam 734 mil pessoas. E Florianópolis, junto com Porto Alegre, Porto Velho e Manaus, são as capitais brasileiras com a maior taxa de detecção de indivíduos infectados. Os números, apontados pelo professor Aguinaldo Roberto Pinto, do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia da UFSC, deixam claro que a epidemia continua séria e é caso para atenção e cuidado. Leia mais.

Iniciativa leva Astronomia e Física às escolas

“Por que a Lua não cai e os planetas não batem um contra o outro?”. Essa é a pergunta que Vitória Chaves, mediadora do projeto “Astronomia e Física vão à escola e à comunidade”, da UFSC, faz aos estudantes para instigá-los a pensar sobre as forças físicas que regem o Sistema Solar. A iniciativa surgiu para popularizar as disciplinas entre alunos de de 4 a 14 anos e despertar neles o interesse pelas matérias. As atividades ocorrem de maneira interativa, por meio de réplicas de instrumentos de mais de 2.000 anos, como o relógio de sol e o astrolábio, e sem o uso de cálculos. Leia mais.

Edição

Alita Diana/Jornalista da Agecom/DGC/UFSC

Diagramação

Carla Isa Costa/Relações Públicas/CRP/DGC/UFSC

Sobre

Divulga Ciência é um boletim produzido pela equipe da Agência de Comunicação (Agecom) / Diretoria-Geral de Comunicação (DGC), com o objetivo de informar as mais recentes notícias sobre a produção científica vinculada à UFSC. Para enviar sugestões, escreva para o e-mail . Outras notícias sobre Jornalismo Científico publicadas no portal da UFSC estão reunidas neste link.

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Filmes legendados contribuem para melhora em desempenho de leitura

13/07/2015 08:53

De acordo com pesquisa do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), disponibilizada no QEdu – portal que reúne dados sobre a qualidade de aprendizado dos estudantes da rede pública –, apenas 40% dos alunos de 5º ano e 23% dos de 9º ano apresentam nível proficiente ou avançado no estudo de Língua Portuguesa, considerando-se suas pontuações na Prova Brasil de 2013. Santa Catarina – estado com o maior indicador de aprendizado adequado – apresenta índice acima da média nacional: 56% dos alunos de 5º ano e 27% dos de 9º ano possuem nível proficiente ou avançado na disciplina. A dificuldade das crianças e adolescentes com a leitura motivou a tese de Silvane Daminelli, defendida em 2014, do Programa de Pós-graduação em Estudos da Tradução da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), orientada pela professora Ana Cláudia de Souza, do Departamento de Metodologia de Ensino. A pesquisadora apresentou quatro curtas-metragens legendados para melhorar a leitura dos alunos da Escola de Educação Básica Pedro Simon, de Ermo, sul de Santa Catarina.

A pesquisa foi realizada em 2012, em duas turmas de 5ª série, atual 6º ano. Dos 56 alunos, 21 foram considerados como de baixo desempenho e maior dificuldade de aprendizagem, de acordo com o corpo docente da instituição. Os estudantes, entre 11 e 16 anos, apresentavam problemas referentes à escrita, leitura, produção de textos e cálculo. Focando a dificuldade dessas crianças em ler, Silvane Daminelli propôs uma nova forma de leitura, usando filmes estrangeiros legendados como maneira de ensinar Língua Portuguesa. O resultado foi positivo: dos 21 alunos iniciais com baixo desempenho apenas sete continuaram apresentando dificuldades, e 60% deles compreenderam os textos fílmicos por meio da leitura das legendas. Com isso, a pesquisadora demonstrou que mesmo os alunos que apresentam histórico de desempenho abaixo do esperado podem evoluir com atividades diferenciadas.

Ana Cláudia de Souza explica que a opção pelos curtas-metragens foi tomada, pois ela e Silvane Daminelli tinham “um universo de não leitores e precisavam operar de modo que [a atividade] tocasse afetivamente e despertasse o interesse dos alunos”. “A legenda tem um tempo de leitura predeterminado, o que exige muito da capacidade do leitor”, completa a orientadora. Os curtas-metragens tornaram possível trabalhar com um texto completo. Se tivesse sido exibido um longa-metragem, a atividade teria de ser feita em partes, o que  poderia causar fadiga aos alunos.

O curta-metragem O monge e o macaco foi o segundo a ser apresentado. Foto: Jair Quint/Agecom/DGC/UFSC

Os quatro filmes foram escolhidos com base na faixa etária da turma, gostos, dados obtidos pela aplicação de um questionário socioeconômico, tempo de duração e capacidade leitora dos alunos. O primeiro curta, Os fantásticos livros voadores do senhor Morris Lessmore (The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore / William Joyce e Brandon Oldenburg / EUA, 2011), não possui falas nem legendas, mas serviu de preparação para os outros. O segundo foi O monge e o macaco (The Monk and the Monkey / Brendan Carroll, Francesco Giroldini e Shant Ergeninan / EUA, 2010), seguido de Batman, sem saída (Batman Dead End / Sandy Collora / EUA, 2003), o mais atrativo aos estudantes, mas também o que exigia maior atenção às legendas. O último, A lenda do espantalho (La Leyenda del  Espantapájaros / Marco Besas / Espanha,  2005), foi o mais complexo. Cada filme foi exibido duas vezes.

Além da exibição dos filmes, a pesquisa contou com mais três etapas: um questionário para testar a compreensão da obra, um processo devolutivo e protocolos verbais. O questionário foi composto de um número variado de questões sobre cada curta, que exigiram respostas discursivas quanto à sua mensagem principal e ao enredo. O processo devolutivo, feito após a segunda exibição, permitiu aos alunos alterarem as respostas caso o quisessem. Por último, os protocolos verbais foram discussões em classe, que possibilitaram aos alunos discutirem verbalmente o filme, sem fazer uso da escrita. Silvane conta que, entre a exibição do segundo e do terceiro curta-metragem, alguns alunos começaram a frequentar a biblioteca pedindo orientações e indicações de leitura, e a se dirigirem diretamente ao auditório onde eram exibidos os filmes, para que conseguissem sentar nos melhores lugares. Para a pesquisadora, isso demonstra o aumento do interesse dos alunos e a familiaridade que desenvolveram com o que antes era uma grande dificuldade, a leitura.

Após os resultados da pesquisa, a professora de História da Escola de Educação Básica Pedro Simon também aderiu à proposta e apresentou filmes durante as aulas para melhorar o desempenho dos alunos. No entanto, Ana Cláudia de Souza aponta que “a proposta não é de que a escola fique em filmes legendados, mas sim de que ela ofereça, cada vez mais, o texto escrito – que, naquele momento, ainda estava muito distante dos alunos”.

 

Para assistir aos curtas-metragens, clique nos links:

Os fantásticos livros voadores do senhor Morris Lessmore: https://www.youtube.com/watch?v=Ad3CMri3hOs

O monge e o macaco: https://www.youtube.com/watch?v=0twYQY7H7nU#t=14

Batman, sem saída: https://www.youtube.com/watch?v=9x1smZmYkbo

A lenda do espantalho: https://www.youtube.com/watch?v=46ZMXOV7OhU

 

Mais informações:

Pós-graduação em Estudos de Tradução: (48) 3721-6647

Silvane Daminelli:

 

Laura Fuchs e Tamy Dassoler/Estagiárias de Jornalismo/DGC/UFSC
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Claudio Borrelli/Revisor de Textos da Agecom/DGC/UFSC

Jair Quint/Fotógrafo da Agecom/DGC/UFSC

Pesquisadores da UFSC revelam segredos da vida marinha no atol das Rocas

30/06/2015 14:17

“Você já imaginou sentir a maré chegando e, junto com ela, o seu maior predador? Saber que em alguns momentos as correntes marinhas serão tão fortes, e o perigo de virar comida tão evidente, que a única coisa que você fará até que a maré volte a baixar é fugir e se esconder?” Assim é como os pesquisadores do Departamento de Ecologia e Zoologia (ECZ) do Centro de Ciências Biológicas (CCB) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) descrevem os segredos da vida marinha no atol das Rocas, onde grandes predadores, como tubarões, ainda convivem com peixes menores.

O trabalho idealizado por Guilherme Ortigara Longo, durante sua tese de doutorado em Ecologia, analisou o comportamento dos organismos marinhos do local – o único atol do oceano Atlântico sul – e como os fatores externos, como a maré, o influenciam.

Publicado no periódico on-line PLOS ONE, o estudo reuniu outros 17 pesquisadores, que se envolveram diretamente em sua segunda elaboração. O projeto é parte da Rede Nacional de Pesquisa em Biodiversidade Marinha, liderada por Sergio Ricardo Floeter, do ECZ/CCB/UFSC. A expedição que gerou o artigo durou 25 dias, em 2012 – depois da primeira visita, os pesquisadores já retornaram ao local pelo menos três vezes.

Cardume em piscina no atol. Foto: Renato Morais Araujo/UFSC

Cardume em piscina no atol. Foto: Renato Morais Araujo/UFSC

 

Segundo Renato Morais Araujo, um dos autores do artigo, o local, distante 230 km da costa nordeste do Brasil, é interessante para estudar a vida marinha devido ao seu distanciamento da costa. “O atol está isolado de muitos impactos da sociedade, o que faz dele um excelente modelo para que sejam estudados vários processos biológicos com uma influência reduzida do ser humano”, explica. “O atol das Rocas é um laboratório natural importantíssimo, que nos permite refletir sobre o efeito que podemos ter sobre os ecossistemas marinhos. Estudos comparativos podem permitir o desenvolvimento de estratégias de conservação mais efetivas, para que outros locais possam trazer a imagem que Rocas nos traz à mente: a de um paraíso protegido.”

Piscina aberta. Foto: Sérgio Ricardo Floeter/UFSC.

Piscina aberta. Foto: Sérgio Ricardo Floeter/UFSC.

Os atóis se formam tipicamente em torno de ilhas vulcânicas, a partir do crescimento de corais – no atol das Rocas, as algas calcárias são as principais responsáveis por essa formação. Ao longo de milhões de anos, algumas dessas ilhas começam a afundar, enquanto os recifes continuam crescendo, formando uma barreira em formato de anel com diversas piscinas naturais. No atol das Rocas, parte dessas piscinas continua se comunicando com o resto do oceano, enquanto outras ficam completamente isoladas do mar aberto, constituindo ambientes calmos (piscinas fechadas).

Quando a maré baixa, os animais dessas piscinas ficam presos até que ela suba novamente. Essas diferenças determinam, por exemplo, quais peixes, algas e corais habitam cada ambiente, e a forma como esses organismos interagem. Os pesquisadores observaram que os peixes-cirurgiões (Acanthurus chirurgus), por exemplo, alimentam-se dez vezes mais ao ficarem presos em piscinas fechadas durante a maré baixa.

 

Tubarão no Atol das Rocas. Foto: Renato Morais Araujo/UFSC

Tubarão no atol. Foto: Renato Morais Araujo/UFSC

Outras formas de vida importantes à pesquisa foram os tubarões, que – revelou o estudo – dificilmente ficam presos em piscinas fechadas durante a maré baixa, mas são comumente encontrados em piscinas abertas. À medida que a maré começa a subir, eles nadam para dentro do atol, ficando, muitas vezes, com apenas parte do corpo envolta em água.

O estudo também indica que a alimentação dos peixes-cirurgiões em piscinas fechadas durante a maré baixa pode influenciar as algas que recobrem o fundo. Esses peixes preferem consumir um tipo específico de alga (Digenea simplex), rica em açúcares e pouco abundante em piscinas fechadas, porém comuns em piscinas abertas, onde os peixes se alimentam menos.

Piscina fechada no atol. Foto: Renato Morais Araujo/UFSC

Piscina fechada no atol. Foto: Renato Morais Araujo/UFSC

 

O estudo

Pesquisadores da Rede Nacional de Pesquisa em Biodiversidade Marinha (Sisbiota-Mar) realizaram um esforço conjunto para desvendar alguns dos segredos da vida marinha no atol das Rocas, em um trabalho multidisciplinar, que investigou da composição química das algas à abundância de peixes.

 

Atol das Rocas

Além de toda sua beleza e particularidades, o atol das Rocas é uma das únicas reservas marinhas do Brasil – criada em 1978 – e uma das primeiras do mundo. Atividades extrativistas, como pesca e coleta, são proibidas em reservas biológicas. A partir de 1991, a fiscalização no atol foi fortalecida pelo estabelecimento de uma estação permanente de pesquisa e monitoramento. Desde então a Reserva Biológica Marinha do Atol das Rocas vem se consolidando como uma das mais efetivas áreas de proteção marinha do Brasil, abrigando uma abundante fauna e servindo de berçário para aves, tartarugas e até tubarões.

Mais informações no site Sisbiota-Mar ou pelo e-mail .

Revisão: Claudio Borrelli/Revisor de Textos da Agecom/DGC/UFSC

Fotografia: Renato Morais Araujo/ECZ/CCB/UFSC

 

 

Citações e referências nas normas ABNT são feitas automaticamente em projeto da BU

30/06/2015 11:51

Um gerador automático de citações no texto e referências no formato exigido pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT): assim é o MORE (Mecanismo On-line para Referências),  ferramenta gratuita desenvolvida em 2005 pela bibliotecária Maria Bernadete Martins Alves, da Biblioteca Universitária (BU), em parceria com o Laboratório de Experimentação Remota, ambos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

O sistema possui formulários para 15 tipos de documentos no menu principal, que o usuário preenche com os dados das obras que deseja referenciar ou citar em trabalhos acadêmicos. O mecanismo cobre os tipos de documentos mais usados e automatiza alguns procedimentos que precisam ser feitos na aplicação das normas. As referências e citações podem ser feitas sem cadastro, mas o sistema também permite que o usuário se registre para armazenar seus dados em um banco.

O MORE permite que o usuário tire dúvidas com relação às normas ABNT ou envie sugestões para a equipe. Para entrar em contato, envie um e-mail para .

Mais informações no site do MORE.

Gisele Flôres/Estagiária de Jornalismo Agecom/DGC/UFSC

Palestras discutem condutas antiéticas na publicação de pesquisas científicas

25/06/2015 09:20

© Pipo Quint / Agecom / UFSCAs más condutas na publicação de pesquisas científicas – principalmente plágio, manipulação e falsificação de resultados – são também mau uso de recursos públicos, e, ao colocarem em questão a veracidade do processo, corroem também a base da atividade, alerta o professor Ronaldo Aloise Pilli, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Uma das razões para esse tipo de comportamento, diz, é a necessidade de que os pesquisadores apresentem – a fim de obterem vantagens em contratações, efetivações, promoções, financiamentos ou prestígio pessoal – uma quantidade volumosa de publicações. “Para solucionar isso, e não é fácil, a gente tem que criar a cultura de valorizar a qualidade, não a quantidade. As agências norte-americanas não pedem seu currículo, pedem para conhecer suas cinco publicações mais importantes. É isso que vale”, observa.

Pilli falou do assunto durante sua palestra “Integridade Científica: fraudes, plágios e manipulação de resultados”, na quarta-feira, 17 de junho, parte da IV Semana da Pós-Graduação em Química da UFSC. Além da destinação incorreta de verbas públicas – uma vez que elas são a principal fonte de recursos para a pesquisa científica –, ele alerta que a disseminação da prática de fraudes pode pôr em risco a credibilidade de toda a pesquisa dos últimos vinte anos, com graves prejuízos ao conhecimento. “Erros acontecem, é normal. A má conduta se estabelece quando há a intencionalidade de fraudar, a intenção deliberada de enganar a comunidade científica”, diferencia. Ele cita também os créditos de autor concedidos a quem não participou de fato do trabalho; como resultado, multiplica-se o número de artigos atribuídos a cada um. Pilli explica que é comum isso ocorrer como troca de favores, e cita, também como conduta inadequada, a fragmentação excessiva de um trabalho, para dividi-lo em vários outros e fazê-lo render mais publicações.

Além da mercantilização das editoras especializadas em publicações científicas e da própria atividade, o professor acredita que a ausência de padrões de ética também é responsável pelas fraudes que acabam atentando contra a credibilidade da própria pesquisa. É fundamental, defende, que os orientadores deem o bom exemplo. “Esse tipo de coisa deve ser conversado desde a graduação. Colar em provas, por exemplo, é plágio, falsidade ideológica; não é uma coisa inocente. Em algumas universidades estrangeiras, o aluno pode ser expulso, dependendo do código de conduta da instituição”, ressalta.

Pilli também relatou casos de fraude que ficaram famosos na comunidade científica, e observou que, habitualmente, a punição para o aluno é maior que para o orientador – quando essas ocorrências são comprovadas.

A pesquisa na UFSC

Foto: Henrique Almeida/Agecom/DGC/UFSC

Foto: Henrique Almeida/Agecom/DGC/UFSC

Na mesma tarde, o professor Jamil Assreuy, pró-reitor de Pesquisa da UFSC, proferiu a palestra “Iniciação científica e fazer Ciência”, para estudantes que fazem parte de programas de iniciação científica. “Estou na função de pró-reitor, mas o que eu faço, gosto de fazer e me divirto fazendo, como vocês, é pesquisa”, explicou, logo no início. Também falou dos diferentes programas, mostrou números e estatísticas da pesquisa na UFSC, e explicou os fatores de proteção criados pela Universidade para os pesquisadores jovens e para os campi de fora de Florianópolis.

Fábio Bianchini/Jornalista da Agecom/DGC/UFSC

Revisão: Claudio Borrelli/Revisor de Textos da Agecom/DGC/UFSC

Fotografia: Henrique Almeida/Agecom/DGC/UFSC

Pesquisa estuda dano à saúde por contato com cédulas monetárias com presença de cocaína

19/06/2015 16:26

Na primeira semana de maio de 2015, circularam, por dia no país, cerca de 540 milhões de notas de dois reais, segundo o Banco Central do Brasil. Essas cédulas podem conter micro-organismos e substâncias como a cocaína e a cafeína. Foi pensando nisso que a pesquisadora Melina Heller, do Programa de Pós-Graduação em Química da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), desenvolveu um estudo, que deu origem a sua tese, com orientação do professor do Departamento de Química, Gustavo Micke, para descobrir se o contato dessas drogas com o corpo humano causa algum dano à saúde.

© Pipo Quint / Agecom / UFSC

As notas de dois reais foram escolhidas para o estudo por serem de grande circulação. Foto: Jair Quint/Agecom/DGC/UFSC

As notas com esse valor foram escolhidas por serem de alta circulação. A quantidade de cocaína encontrada nas cédulas analisadas foi pequena, variando de 6,47 a 2.761,9 microgramas (µg) – um fio de cabelo pesa, em média, 3 µg –, e não ofereceu riscos às pessoas que tiveram contato com as notas. Melina Heller também buscou identificar a presença das substâncias na urina, para descobrir se um exame antidoping de alguém que manuseou as notas poderia atestar positivo. Porém não foram apontados índices significativos.

Participaram da pesquisa 49 pessoas. Destas, quatro eram bancárias, e as demais, estudantes e professores da UFSC. Em 27 das 98 mãos analisadas foi encontrada cocaína acima do limite de detecção de 0,5 µg; 21 análises mostraram resultado abaixo dessa quantidade, e, nas outras 50, o resultado foi negativo para a droga.

O estudo foi realizado em 2014, em duas etapas: a primeira com 46 cédulas recolhidas em Florianópolis – 30 vieram da circulação geral; 16, de caixas eletrônicos. No primeiro grupo, 93% das amostras continham cocaína em quantidades que variaram de 11,5 a 2.761,9 µg. Nas notas dos caixas eletrônicos as quantidades encontradas foram baixas– duas atestaram negativo, duas apresentaram apenas vestígios (abaixo do limite de detecção), e as demais variaram de 9,1 a 264,8 µg – uma vez que são, em geral, cédulas novas, sem muito manuseio.

A segunda fase da pesquisa analisou 55 notas de dois reais que circulavam no Brasil, das quais 15 em Florianópolis, além de cinco notas de um dólar americano, vindas de Baltimore, no estado de Maryland, EUA. A cocaína e a cafeína foram identificadas em 98,3% das 60 cédulas, e a lidocaína (que pode ser adicionada à cocaína) em 70%. A quantidade de cocaína encontrada nas amostras da capital catarinense variou de 6,47 a 1.238,37 µg por nota.

A pesquisadora separou cocaína, cafeína e lidocaína das notas – as duas últimas geralmente são utilizadas para diluir a primeira, visando aumentar o lucro dos traficantes. Para isolar as três substâncias, Melina utilizou métodos diferentes em cada etapa: na primeira, foi usada a Eletroforese Capilar, e, na segunda, a técnica de LC-MS/MS. Em ambas foram utilizados solventes como a água e o metanol, para extrair as substâncias sem danificar nenhuma cédula (confira o processo completo no vídeo abaixo).

No Brasil, segundo o Levantamento Nacional de Álcool e Drogas de 2012 (Lenad), quase seis milhões de pessoas (4% da população adulta) já experimentaram cocaína ou alguma variação dela, como o oxi e o crack. A região Sul é a menor em proporção de números absolutos de usuários (7%), enquanto a região Sudeste é a maior (46%).

Ana Carolina Prieto e Tamy Dassoler/Estagiárias de Jornalismo/Propesq/DGC/UFSC
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Vídeo produzido por Luan Martendal e Ana Carolina Prieto/Estagiários de Jornalismo/Propesq/DGC/UFSC
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Claudio Borrelli/Revisor de Textos da Agecom/DGC/UFSC

Pesquisadora da UFSC desenvolve novo pão sem glúten

22/05/2015 15:45

Um pão sem glúten, mais nutritivo e saboroso que os encontrados atualmente no mercado, foi desenvolvido por Amanda Bagolin do Nascimento, em pesquisa realizada no Programa de Pós-Graduação de Ciências dos Alimentos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Ela defendeu a tese “Desenvolvimento do produto alimentício sem glúten elaborado a partir da percepção dos celíacos”.

Na primeira etapa da pesquisa, a nutricionista avaliou todos os produtos sem glúten (total de 188) disponíveis em Florianópolis e verificou que a variedade de matérias-primas utilizada neles era limitada a cinco alimentos: arroz, milho, batata, mandioca e soja. A pesquisadora constatou que esses pães, vendidos em supermercados, apresentavam baixos índices de fibra (média de 0,7 g) – os com glúten (proteína presente no trigo, cevada e centeio) possuem índice médio de 4,3 g.

A pesquisadora aplicou um questionário a 91 celíacos – pessoas que possuem intolerância ao glúten e, por isso, em geral, têm dificuldades na absorção de nutrientes, vitaminas e sais minerais. Aproximadamente 1% da população mundial é celíaca, e, no Brasil, o índice, de acordo com diferentes estudos, varia de 0,24% a 0,84% entre adultos, e chega a 1,9% em crianças e adolescentes. Como o único tratamento para a doença é não ingerir o glúten, os celíacos devem manter uma dieta restritiva. Os poucos alimentos disponíveis no mercado e seu alto preço foram as principais reclamações dos ouvidos pela pesquisadora.

Em uma etapa posterior da pesquisa, foram entrevistados 21 celíacos que descreveram como deveria ser um pão sem glúten ideal. Cerca de 90% indicaram que seria o do tipo francês, vendido em porções individuais, com crosta crocante e miolo macio. O pão desenvolvido por Amanda (ver foto) foi feito para atender às características que os celíacos descreveram.

O pão desenvolvido pela pesquisadora teve aceitação de cerca de 70% dos entrevistados.

O pão desenvolvido pela pesquisadora teve elevada aceitação dos entrevistados. Foto: Amanda Bagolin.

O estudo contou com parceria da Associação de Celíacos do Brasil- Santa Catarina (Acelbra-SC). A pesquisadora frequentou as reuniões da organização e pôde realizar parte das coletas durante os encontros.
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Divulga Ciência – Edição 10 – Maio de 2015

21/05/2015 13:30

Edição 10 – Maio de 2015

Pesquisadores da UFSC descobrem menor flor de orquídea do planeta

Pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Biologia de Fungos, Algas e Plantas da UFSC nomearam a menor flor de orquídea do planeta, a Campylocentrum insulare, em homenagem à Ilha de Santa Catarina, onde se situa a maior parte da cidade de Florianópolis. Leia mais.

Presença feminina em pesquisas da UFSC cresce e traz prêmios à Universidade

Em 2014, mais de 20 pesquisadoras receberam prêmios pelos resultados de estudos desenvolvidos na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Entre elas estão as professoras Manuella Kaster e Patricia de Souza Brocardo, vencedoras do “Para Mulheres na Ciência”. Leia mais.

Pesquisa utiliza resíduos de papel para produção de azulejos

Um estudo realizado no Programa de Pós ­Graduação em Engenharia Química da UFSC desenvolveu cerâmica monoporosa, também conhecida como azulejo, com 20% de aparas de papel.  Leia mais.

Pesquisadores da UFSC desenvolvem ferramenta inovadora para poda de árvores

O novo equipamento, de alto valor tecnológico, desenvolvido pela equipe coordenada pelo professor Marcio Loss, do campus de Blumenau, permitirá o corte de galhos maiores, em locais mais altos, sem a necessidade do uso de escadas e cestos acoplados a braços mecânicos. Leia mais.

Urina sem antibióticos como alternativa para fertilizantes

Pesquisa realizada por Raquel Cardozo de Souza, do Grupo de Estudos em Saneamento Descentralizado (Gesad) da UFSC, mostrou que é possível retirar mais de 70% dos antibióticos presentes na urina e utilizá-la como uma alternativa mais barata de fertilizante, trazendo benefícios como a diminuição do consumo de água, redução dos gastos com energia e tratamento de esgoto. Leia mais.

Pesquisa revela efetividade da Reserva do Arvoredo em preservar espécies

A Reserva Biológica Marinha (Rebio) do Arvoredo é um local que efetivamente protege espécies ameaçadas, em especial os peixes que são alvo da pesca comercial e artesanal. É o que conclui a pesquisa realizada pela UFSC, em parceria com quatro instituições. Os pesquisadores compararam a biomassa de espécies de garoupa, chernes e badejos em oito locais do litoral catarinense. Leia mais.

Coleção de plantas divulgada em catálogo do Departamento de Botânica

Além de ser utilizada como fonte do catálogo, a coleção também serve para atividades de ensino e projetos de extensão da Universidade, com visitas agendadas. As plantas são apresentadas com foto, nome científico, família e local de origem, citando-se também o autor da descrição.  Leia mais.

Pesquisa aponta risco cardíaco em crianças e adolescentes portadores de HIV

Uma pesquisa desenvolvida no Departamento de Pediatria da UFSC avaliou o risco cardíaco de crianças e adolescentes com AIDS. Nos casos analisados, houve evolução da aterosclerose, doença responsável por formação de placas de gordura nas artérias, e alteração na distribuição de gordura corporal. Leia mais.

UFSC participa de pesquisa sobre qualidade de água na Lagoa do Peri

Uma alga produtora de toxinas encontrada em vários lagos de água doce, incluindo a Lagoa do Peri, em Florianópolis, é objeto de estudo de pesquisadores do Laboratório de Ecologia de Águas Continentais (Limnos) da UFSC. A pesquisa é coordenada, no Brasil, pelo professor  Mauricio Mello Petrucio. Leia mais.

Aumento no consumo de bebidas açucaradas pode estar associado a ‘bullying’ em meninos

Pesquisa realizada no Programa de Pós-Graduação em Nutrição da UFSC constatou que os estudantes do sexo masculino que sofrem bullying de média a alta intensidade – agressões físicas, perseguições e difamações na internet – consomem 2,34 vezes mais bebidas açucaradas, como sucos artificiais e refrigerantes, do que os expostos a bullying de baixa intensidade – agressões verbais – ou dos que não recebem provocações. Leia mais.

Edição
Alita Diana/Jornalista da Agecom/DGC/UFSC

Revisão
Claudio Borrelli/Revisor de Textos/Agecom/DGC/UFSC

Diagramação
Carla Isa Costa/Relações Públicas/CRP/DGC/UFSC

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Divulga Ciência – Especial iniciação científica

01/12/2014 08:52

Edição 09 – Novembro de 2014 PIBIC Manhã - Foto Henrique Almeida-30                               Especial Iniciação Científica

O 24º Seminário de Iniciação Científica (SIC) e o 4º Seminário de Iniciação Científica do Ensino Médio da Universidade Federal de Santa Catarina integraram a 13ª Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão (Sepex), realizada em outubro. O SIC recebeu mais de 800 inscrições de diferentes instituições, e a edição do PIBIC Ensino Médio teve a participação de seis escolas de Santa Catarina.

Engenharia de Alimentos estuda fungo que cresce em suco de maçã

Santa Catarina é o maior produtor de maçã no Brasil. Para a produção do suco, o extrato da fruta passa por pasteurização. Em sua pesquisa, Francielli Martinhago alerta que, mesmo com o processo, os esporos do fungo podem sobreviver e causar problemas no estômago dos consumidores. Leia mais.

Estudo analisa carência nutricional após cirurgias bariátricas em obesos mórbidos

A cirurgia bariátrica foi instituída pelo SUS para diminuição da quantidade de obesos e obesos mórbidos no Brasil. Por meio desse procedimento, é feita a redução do tamanho do estômago ou o desvio do caminho percorrido pelo bolo alimentar para fora dos segmentos intestinais. Dessa forma, a cirurgia tem caráter disabsortivo – impede que o indivíduo absorva alguns nutrientes como vitaminas D e B12, ácido fólico, entre outros. Leia mais.

Uso de exercícios como método alternativo para tratamento de esclerose múltipla

Pesquisa analisa o impacto de exercícios na prevenção e tratamento da esclerose múltipla, doença ainda sem cura. Leia mais.

Educação para arquitetura sustentável

Foi desenvolvido, no Departamento de Arquitetura, um dispositivo de automação que auxilia o desenvolvimento de uma proposta inovadora para incentivar os usuários a morar de um modo mais sustentável. Leia mais.

Pesquisa propõe economia de água potável utilizando água da chuva

Por meio do aplicativo, desenvolvido para estudantes do ensino básico, os alunos podem visualizar cinco experimentos de Física, facilitando o entendimento da teoria. Leia mais.

Pesquisadora desenvolve aplicativo que ajuda ensino de Física

Pedro Loss, estudante de Engenharia Elétrica da UFSC e criador do canal “Ciência todo o dia” foi um dos 40 escolhidos para participar de um workshop em que produtores de conteúdo educacional na internet, selecionados pelo YouTube, receberam orientações para o aprimoramento de seus vídeos. Eles farão parte da nova plataforma do Google, o YouTube Edu, com a curadoria da Fundação Lemann.  Leia mais.

Pibic do Ensino Médio: sonho de voar faz estudante colocar os pés no chão

 “Alvorecer da Aviação na Ilha de Santa Catarina” rememora a história da Base Aérea de Florianópolis nos anos entre 1900 e 1950; fala do impacto que teve a utilização de aviões na Guerra do Contestado; os acordos com os Estados Unidos, a presença de pilotos estrangeiros e outros detalhes. Leia mais.

Pibic do Ensino Médio: estudante analisa a representação da mulher em comerciais no horário nobre

Carol Gomez observou como o discurso publicitário geralmente coloca a mulher na posição de objeto sexual a ser vendido com o produto ou como produto; como conquista que o símbolo de status a ser vendido ajudará a obter; como mãe e como dona de casa.  Leia mais.

Pibic do Ensino Médio: estudante desenvolve jogo sobre corrida por construção de espaçonaves

Victória Below desenvolveu um jogo que coloca em disputa a corrida pela construção de espaçonaves. Para desenvolver a competição, utilizou dados da verdadeira corrida espacial e do aparato tecnológico de diversos países, incluindo o Brasil. Leia mais.

Pibic do Ensino Médio: estudo das águas da cidade de Sombrio desperta para pesquisa científica

Cinco estudantes coletaram amostras, em cada estação do ano, de água dos rios que desaguam na Lagoa do Sombrio, no sul de Santa Catarina, e testaram a reação e o desenvolvimento de brotos de cebola, sementes de alface e artêmias com essa água. Leia mais.

Leia também: Dissertação aborda o papel do programa de iniciação científica da UFSC na formação de pesquisadores.

Edição Alita Diana/Jornalista da Agecom/DGC/UFSC Revisão Claudio Borrelli/Revisor de Textos/Agecom/DGC/UFSC Diagramação Carla Isa Costa/Relações Públicas/CRP/DGC/UFSC
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Divulga Ciência: impressora 3D, tratamento de melanoma, alunos com deficiência física em atividades esportivas

13/10/2014 19:37

Edição 08 – Setembro e  Outubro de 2014

Alunos e professores de Engenharia Mecânica construíram impressora 3D

TV UFSC: Alunos e professores do Departamento de Engenharia Mecânica da UFSC construíram uma impressora 3D. O trabalho abre possibilidades para novas pesquisas e a futura impressão de peças e equipamentos. Assista.

Pesquisa analisa relação entre discriminação e transtorno mental

Pesquisa realizada no Departamento de Saúde Pública do Centro de Ciências da Saúde da  UFSC associou experiências discriminatórias à manifestação de sofrimento psíquico, caracterizado pelo surgimento de transtornos mentais comuns, como depressão, ansiedade e estresse. Os pesquisadores analisaram dados obtidos a partir de entrevistas com estudantes da própria universidade. Leia mais.

Albumina sérica prediz risco de hospitalização em mulheres submetidas a hemodiálise

Pesquisa desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Nutrição da UFSC demonstrou que a albumina sérica prediz o risco de hospitalização em mulheres com doença renal crônica submetidas a hemodiálise. O estudo acompanhou 138 pacientes submetidos a esse procedimento em duas clínicas de diálise de Santa Catarina. Leia mais.

Dissertação debate o programa de iniciação científica e a formação de pesquisadores

Estudantes de graduação têm a oportunidade de desenvolver pesquisas científicas por meio do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica. A análise do programa deu origem à dissertação “O programa de iniciação científica da UFSC no período de 1990 a 2012: seu processo na formação de pesquisadores”. O programa contemplou, nesse período, cerca de 7.000 alunos. Leia mais.

Wolfgang Schlüter e a atualização de Max Weber

O professor alemão Wolfgang Schlüter esteve na UFSC participando de um colóquio que integra as comemorações dos 150 anos de nascimento do sociólogo, filósofo e economista Max Weber. Leia mais.

Pesquisa estuda própolis de abelhas sem ferrão no tratamento de melanoma

Estudo desenvolvido pelo Grupo de Estudos em Interações entre Micro e Macromoléculas do Departamento de Farmácia da UFSC investiga a utilização do própolis de abelhas sem ferrão no tratamento do melanoma – o tipo mais grave de câncer de pele. O projeto está em andamento desde o início de 2013 e já apresenta resultados positivos. Leia mais.

Estudante da UFSC participa de workshop do YouTube Edu

Pedro Loss, estudante de Engenharia Elétrica da UFSC e criador do canal “Ciência todo o dia” foi um dos 40 escolhidos para participar de um workshop em que produtores de conteúdo educacional na internet, selecionados pelo YouTube, receberam orientações para o aprimoramento de seus vídeos. Eles farão parte da nova plataforma do Google, o YouTube Edu, com a curadoria da Fundação Lemann.  Leia mais.

Projeto de empresa júnior da UFSC promove a inclusão de alunos com deficiência física em atividades esportivas

A i9 Consultoria, empresa júnior do curso de Engenharia Mecânica da UFSC, desenvolve um projeto para a construção de uma cadeira de rodas adaptável para incluir alunos com deficiência física em atividades esportivas nas escolas. Leia mais.

Entrevista com Arlindo Machado debate produção televisiva e audiência crítica

A TV UFSC no Programa UFSC Entrevista teve como convidado Arlindo Machado, professor de Rádio, Cinema e Televisão da ECA- USP. Ele falou sobre a produção televisiva, audiência e crítica. Assista.

Editora da UFSC lança livro sobre o Patrimônio Cultural e seus campos

O livro “Patrimônio Cultural e seus campos”, publicado pela Editora da UFSC e organizado por Alicia Castells e Jeana Santos reúne importantes pesquisadores da área, aprofunda questões como o papel social do patrimônio arqueológico, experiências museológicas, nuanças do patrimônio imaterial, o patrimônio cultural numa perspectiva comparativa latino-americana, entre outras. Leia mais.

Edição: Alita Diana/Jornalista da Agecom/DGC/UFSC

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Pesquisa UFSC: albumina sérica prediz risco de hospitalização em mulheres submetidas a hemodiálise

17/09/2014 08:48

Pesquisa desenvolvida pela nutricionista Patrícia Szuck, para obtenção do mestrado no Programa de Pós-Graduação em Nutrição da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGN-UFSC), orientada pela professora Elisabeth Wazlawik, demonstrou que a albumina sérica prediz o risco de hospitalização em mulheres com doença renal crônica submetidas a hemodiálise. O estudo, que acompanhou 138 pacientes submetidos a esse procedimento (idade média de 55 anos, 60% homens) por dois anos, foi realizado em duas clínicas de diálise de Santa Catarina – uma em Florianópolis e outra em São José.

Considerando-se que as taxas de hospitalização entre os pacientes em hemodiálise são elevadas, o objetivo do estudo foi verificar a capacidade preditiva de indicadores nutricionais no risco de hospitalização em pacientes submetidos ao procedimento de filtração extracorpórea do sangue, sendo utilizados nove indicadores (avaliação subjetiva global; escore de desnutrição-inflamação; rastreamento de risco nutricional 2002; porcentagem de massa de gordura; circunferência muscular do braço; força do aperto da mão; ângulo de fase, obtido por impedância bioelétrica; albumina sérica e linfócitos totais).
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Divulga Ciência: estudo premiado sobre acupuntura e outras pesquisas em destaque

10/09/2014 08:06

Edição 07 – Agosto de 2014

Alunos de Nutrição conseguem reduzir consumo de açúcar no café servido no HU

Estudantes do curso de Nutrição da UFSC, realizando estágio supervisionado no HU, desenvolveram atividades para reduzir a oferta de açúcar no hospital. Comparando-se os meses de abril (quando se iniciaram os trabalhos) e junho, cerca de 5.300 saquinhos de açúcar deixaram de ser entregues. Leia mais.

Pesquisa sobre acupuntura é premiada

Estudo do Laboratório de Neurobiologia da Dor e Inflamação da UFSC foi premiado na Conferência Internacional de Pesquisas em Acupuntura, na China. Eleita a melhor na área da ciência básica, entre 300 outras de todo o mundo, a pesquisa mostra que os pontos de aplicação de agulhas de acupuntura apresentam funções analgésicas específicas. Leia mais.

Seminário internacional debate iniciação de crianças no esporte

A conferência de abertura, ministrada por Jean Côté, da Queen´s University, do Canadá, debateu como é importante possibilitar às crianças diversificação na iniciação às atividades esportivas, jogos e brincadeiras, pois se verificou que isso está relacionado à participação continuada, performance e excelência nas idades jovem e adulta. Leia mais.

Empresas juniores da UFSC premiadas em Genebra

A Empresa Júnior de Engenharia de Produção, EJEP, apresentou workshop sobre prospecção de clientes; a “Comunica!”, de jornalismo, e a Simbiosis, de biologia, apresentaram juntas o case sobre a importância da comunicação para alcançar bons resultados na preservação do meio ambiente. Leia mais.

Produto regional melhora qualidade nutritiva de alimentação bovina

Desenvolvida pelo professor Diego Peres Netto, a ideia consiste no uso pioneiro de bagaço de maçã misturado a silagem de milho, um tipo de forragem cortada em pequenos pedaços, colocada em silos e prensada. Leia mais.

Prebióticos contribuem para perda de peso em pessoas submetidas a cirurgia bariátrica

Estudo desenvolvido no Programa de Pós-Graduação em Nutrição da UFSC mostrou que o consumo diário de seis gramas de prebióticos durante 15 dias após a cirurgia bariátrica promove maior redução de peso nos pacientes.  Leia mais.

Livro debate usos das teorias da linguagem no cotidiano

As teorias da linguagem elaboradas na Filosofia estão presentes no cotidiano das universidades e da sociedade. “Não há comunicação eficiente sem que determinados símbolos ou marcas sejam social e coletivamente tomados como portadores de determinadas significações e regidos por regras”, diz o professor da UFSC e autor do livro, Luiz Henrique de Araújo Dutra. Leia mais.

Pesquisa analisa ambiente alimentar do campus de Florianópolis da UFSC

Segundo a pesquisa, 16% dos estabelecimentos disponibilizam informação alimentar ou nutricional; metade deles oferece fruta in natura como sobremesa e café sem adição de açúcar; 67% dispõem de cereais integrais no bufê, e há saladas e leguminosas em todos os locais. Observou-se ainda oferta elevada de preparações gordurosas e com teor reduzido de fibras. Leia mais.

‘UFSC Entrevista’ debate agrotóxicos e o direito de sustentabilidade

O “UFSC Entrevista” discutiu a indústria de agrotóxicos no Brasil, o desenvolvimento de políticas governamentais de controle de seu uso e incentivo a sua utilização, e o papel do Direito na defesa dos setores envolvidos. A entrevistada é a pesquisadora da UFSC, Maria Leonor Paes Cavalcanti Ferreira, autora da tese “A regulação do uso de agrotóxicos no Brasil: uma proposta para um direito de sustentabilidade”. Leia mais.

Lançado aplicativo de celulares para médicos do Telessaúde de Santa Catarina

O Instituto Nacional de Convergência Digital (INCoD), ligado à UFSC, lançou um aplicativo para celulares que permite a profissionais da área da saúde utilizar o serviço de teleconsultoria do Sistema Catarinense de Telemedicina e Telessaúde, e encaminhar dúvidas a especialistas, que as visualizarão e responderão. Leia mais.

Edição: Alita Diana/Jornalista da Agecom/DGC/UFSC

Revisão: Claudio Borrelli/Revisor de Textos/Agecom/DGC/UFSC

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Seminário Internacional de Educação Física debate iniciação de crianças no esporte

07/08/2014 17:15

A cerimônia e conferência de abertura do X Seminário Internacional de Educação Física, Lazer e Saúde (Sieflas), que abordará a Educação Física e as interfaces entre ela e o desenvolvimento humano, foi realizada no Centro de Cultura e Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) na manhã da quarta-feira, 6 de agosto.  O evento, que se estende até o dia 8, é promovido pela UFSC, Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e Universidade do Minho, Portugal. À mesa de abertura estiveram presentes a vice-reitora da UFSC, Lucia Helena Martins Pacheco, representando a reitora;  Antonio Heronaldo de Sousa, reitor da Udesc ; Maria Beatriz Ferreira Leite de Oliveira Pereira, da Universidade do Minho; além de outras autoridades . Beatriz Pereira deu as boas-vindas e fez seus agradecimentos, e o professor do Centro de Desportos (CDS) da UFSC, Edison Roberto de Souza, presidente do simpósio, fez um histórico dos outros eventos, agradeceu aos presentes, homenageou os ex-presidentes – todos presentes – e disse esperar que os dias do evento sejam regidos pela emoção.
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Divulga Ciência nº 5 – Maio de 2014

30/05/2014 11:40


Edição 05 – Maio de 2014

 

Divulgação da Ciência: Mostra organizada por alunos recebe 700 visitantes

Levar pesquisas e experiências sobre o cérebro humano para um shopping center. Esta foi a proposta de um grupo de estudantes da UFSC, que encarou o desafio de organizar uma exposição para marcar a Semana do Cérebro. Leia a reportagem.

Laboratório de Virologia da UFSC comemora seus 20 anos com vídeo

Mais de 1500 extratos e frações de origem natural, além de mil substâncias sintéticas, foram analisados, o que gerou 126 trabalhos em periódicos científicos e três patentes depositadas. Leia a matéria completa.

Desafios na comunicação científica

O professor Piotr Trzesniak, da Universidade Federal de Itajubá falou, na UFSC, sobre os novos modelos e propostas para a comunicação científica. Leia reportagem completa.

Projeto insere astronomia e física nas escolas e comunidade

Equipe multidisciplinar, parceria com outras instituições, aproveitamento de espaços já existentes de disseminação do conhecimento e capacitação de novos atores são ingredientes da receita para que o projeto se perpetue. Leia a matéria completa.

Antropologia da dor em debate

O sofrimento provém da mistura corpo e significação. De uma condição social e cultural para outra, o homem não reage da mesma forma a um ferimento, a uma infecção; e a anatomia e a fisiologia não dão conta de explicar essas diferenças. Continue a leitura.

Fruto juçara: um novo açaí?

Preservando a planta, ao só colher o fruto, estudos verificaram o efeito antioxidante, antienvelhecimento e anti-inflamatório do suco da juçara que pode ser consumida em emulsão – semelhante ao açaí. Saiba mais.

Blog de Ciência se expande para outras mídias

O blog “Cientistas descobriram que…”, sobre descobertas científicas realizadas por pesquisadores de todo o mundo, ampliou a equipe, contando com 12 colaboradores,  aumentou a periodicidade e já tem página no Facebook. Leia a reportagem.

Modernidade versus Pós modernidade

Atualmente, 70% do tráfego de dados das redes giram em torno de discussões filosóficas, religiosas e eróticas – temas arcaicos que reemergem. Maffesoli , em palestra na UFSC, falou sobre o que distingue a modernidade da pós modernidade e como os valores se misturam. Saiba o que disse o sociólogo francês. Saiba mais.

Teorias de aquisição da linguagem em debate

Segunda edição revista do livro organizado pelas professoras Ronice Müller de Quadros e Ingrid Finde foi lançada pela Editora da UFSC. Leia mais.

Núcleo Ressacada de Pesquisas em meio ambiente inaugura nova sede

O Rema, parceiro de longa data da Petrobras, é referência mundial em pesquisa de impacto de combustíveis em solos e águas subterrâneas. Assista à reportagem.

Edição: Alita Diana/Jornalista da Agecom/ DGC/UFSC

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Estudo de professora da UFSC destaca modelos de publicação em periódicos científicos do Brasil e Espanha

29/04/2014 11:21

O modelo de publicação em acesso aberto (AA) vem sendo consolidado como um movimento internacional há mais de duas décadas. As duas principais opções para a publicação de resultados de pesquisa são denominadas a via verde (green road) e a via dourada (golden road). A primeira inclui o auto-arquivamento de manuscritos em repositórios institucionais ou temáticos, e a segunda inclui periódicos híbridos e exclusivamente de acesso aberto.Desde as Declarações de Budapest, Berlim e Bethesda em 2002-2003, houve um aumento imediato no número de periódicos em acesso aberto, tendendo nos dias de hoje à estabilização. Atualmente, o Directory of Open Access Journals(DOAJ) registra mais de 9.700 periódicos em 133 países.

A comunidade científica e a sociedade, principalmente em países em desenvolvimento, se beneficiam deste movimento, enquanto que os autores buscam visibilidade e impacto ao selecionar um periódico para publicar seus resultados de pesquisa. Ambos os objetivos podem ser contemplados por meio da via verde. Segundo Houghton e Swan, entretanto, os benefícios da via dourada ultrapassam os da via verde, porém os autores consideram que na atual fase de transição, repositórios seguem sendo mais viáveis econômica e estrategicamente. Ademais, a última recomendação da Budapest Open Access Initiative (BOAI, 2012), ressalta a importância dos repositórios na disponibilização de resultados de pesquisa de acesso aberto: “Cada instituição de ensino superior deve ter um repositório AA, participar de um consórcio com repositório AA consorciado, ou organizar um serviço terceirizado de repositório AA”.

Os artigos citados no parágrafo acima fazem parte de uma publicação recente de autoria de Rosângela Rodrigues, professora do Departamento de Ciência da Informação, do Centro de Ciências da Educação da  UFSC, e Ernest Abadal, profesor da Facultad de Biblioteconomía y Documentación de la Universitat de Barcelona , Espanha, que traça um panorama do modelo de publicação do acesso aberto no Brasil e na Espanha analisando os periódicos destes países indexados nas bases Web of Science (WoS) e Scopus segundo os aspectos do formato da publicação – online ou impresso – , o tipo de acesso – aberto ou por assinatura – e a plataforma tecnológica utilizada.

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Pesquisa no HU desenvolve vacina contra HPV disponível na rede pública em março

10/03/2014 15:37

Desde 2002, o Centro de Pesquisa Clínica – Projeto HPV, do Hospital Universitário (HU), desenvolve uma vacina preventiva contra os quatro principais vírus causadores do papilomavírus humano (HPV). O trabalho, coordenado pelo ginecologista e obstetra Edison Natal Fedrizzi, observou os resultados e as reações adversas possíveis, comparando-os com estudos de outros centros médicos pelo mundo. Com a sua distribuição em escolas públicas, privadas e postos de saúde, a partir do dia 10 de março de 2014, a vacina torna-se a 27ª disponível na rede pública.

O projeto passou por diversas etapas, e, em 2005, constatou-se que a eficácia da vacina contra verrugas genitais em homens e mulheres é de 90%; e, contra câncer e lesões pré-cancerosas, muito próxima de 100% . Há ainda, nos homens, um índice de 75% de efetividade nos casos de lesão anal ou perínea.
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Qualidade na comunicação científica é tema de palestra na Biblioteca da UFSC

20/02/2014 11:04

Professor Piotr Trzesniak falou sobre os desafios para editores de publicações científicas. Foto: Jair Filipe Quint / Diretoria-Geral de Comunicação / UFSC

Editores de revistas científicas, professores e estudantes da Universidade Federal de Santa Catarina reuniram-se no auditório da Biblioteca Central na última terça-feira, 18 de fevereiro, para conhecer as experiências e relatos do professor Piotr Trzesniak, da Universidade Federal de Itajubá, que há vários anos atua na área de comunicação científica. Além de editor há mais de 30 anos, o professor Piotr faz parte do comitê científico da Rede de Revistas Científicas da América Latina e Caribe, Espanha e Portugal (RedALyC), e já participou de comitês do CNPq, Capes e SciELO, entre outras entidades.  O evento foi promovido pelo Portal de Periódicos da UFSC.

Sua palestra abordou a profissionalização, internacionalização e sustentabilidade financeira das publicações científicas. E destacou o que considera o maior desafio para os editores: oferecer o melhor conhecimento que está sendo produzido na sua área.


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CNPq apoia UFSC em projeto que insere Astronomia e Física nas escolas e comunidade

18/02/2014 14:30

Esfera Armilar é um dos instrumentos que fará parte das exposições itinerantes previstas no projeto. Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) está entre 40 instituições brasileiras contempladas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) na Chamada 85/2013 – “Apoio à criação e ao desenvolvimento de Centros e Museus de Ciência e Tecnologia”. O projeto selecionado, “A Astronomia e a Física vão à Escola e à Comunidade”, teve início em 2012 e tem como principal meta “fomentar o interesse da comunidade escolar e local pela Astronomia e ciências afins”.

A proposta será executada em articulação direta com o Planetário e o Observatório da UFSC – espaços tradicionais de disseminação do conhecimento dessas áreas no estado de Santa Catarina – e conta com a parceria do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), de grupos de astronomia amadores – Grupo de Estudos de Astronomia (GEA) e Núcleo de Estudos e Observação Astronômica José Brazilício de Souza (NEOA) – e da Oficina do Aprendiz.

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Laboratório da UFSC completa 20 anos e lança vídeo comemorativo

20/01/2014 12:57

O Laboratório de Virologia Aplicada (LVA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), criado em 1993, lançou, em dezembro de 2013, um vídeo institucional comemorativo ao seu 20º aniversário.  O material dá destaque aos resultados e atividades do LVA na formação profissional e no desenvolvimento de pesquisas nas áreas de virologia humana e ambiental.

Assista ao vídeo comemorativo: http://vimeo.com/82343228

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Divulga Ciência – Edição 04 – Dezembro 2013 – Especial de Fim de Ano

03/01/2014 08:28

Edição 04 – Dezembro 2013 – Especial de Fim de Ano

Para esta última edição do ano, o Divulga Ciência apresenta algumas notícias que foram destaque em 2013.

Laboratório de Piscicultura Marinha da UFSC produz sardinhas em cativeiro

Em parceria com a Univali e o Centro de Pesquisa e Gestão de Recursos Pesqueiros do Litoral Sudeste e Sul (CEPSUL), o Lapmar/ UFSC desenvolve um projeto pioneiro de produção de sardinha em cativeiros. Em agosto, o grupo levou aproximadamente oito mil sardinhas para os tanques-redes alocados na Armação do Itapocoroy, Penha (SC). Os peixes serviram como iscas-vivas para a pesca de atum. Leia a reportagem.
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Divulga Ciência – Edição 03 – Novembro de 2013 – Especial Nutrição

29/11/2013 17:25

Divulga Ciência Edição 03 – Novembro 2013 – Especial Nutrição 

O Divulga Ciência do mês de novembro traz dez notas sobre pesquisas e atividades da Pós-Graduação em Nutrição (PPGN) e Departamento de Nutrição do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da Universidade Federal de Santa Catarina. A PPGN iniciou uma atividade que estimula seu corpo discente para que, após a defesa da dissertação ou tese, seja enviada uma nota sobre o tema à Agência de Comunicação (Agecom), que as edita e encaminha à mídia. Essas notas visam difundir os resultados das pesquisas e também torná-los acessíveis aos leigos.


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