Revista Landa lança nova edição e apresenta dossiê sobre o escritor argentino Ricardo Piglia

20/07/2017 09:36

A revista Landa, do Núcleo Onetti de Estudos Literários Latino-Americanos da UFSC, lançou nova edição, destacando um dossiê em homenagem a Ricardo Piglia, organizado por Adriana Rodríguez Pérsico. Ela recuperou textos sobre o escritor que levam a assinatura de Ana María Barrenechea, Tulio Halperín Donghi, José Sazbón e Noé Jitrik, convidou pesquisadores e escritores que lhe cederam textos inéditos, como é o caso, por exemplo, de Alan Pauls, Martín Kohan e Julio Schvartzman e reuniu textos dispersos.

Na seção de Chamada Pública, loucura e suas aparições na literatura são tema central de seis ensaios. Na seção Olhares, foram publicados um artigo do pesquisador e professor uruguaio Francisco Bustamante, “Jicoténcal, temprana novela histórica latinoamericana entre la postindependencia y el neocolonialismo” e outro da pesquisadora argentina, Luciana Del Gizzo, titulado “Irish Temper. Acerca de la relación artística y personal de los hermanos Maldonado Bayley”.

Landa realizou uma longa entrevista com o crítico e teórico argentino, Noé Jitrik, que analisa e comenta a literatura argentina pós Borges, a presença do próprio Borges hoje, o conceito de literatura latino-americana etc., num diálogo com os entrevistadores que aborda muitos dos temas e conflitos da literatura do presente.

Mais informações no site da revista.

 

 

Núcleo de Estudos Açorianos promove exposição sobre as festas do Espírito Santo

19/07/2017 15:43

O Núcleo de Estudos Açorianos (NEA/UFSC) promove a exposição “No tempo do Divino”, sobre as Festas do Espírito Santo. As peças da mostra foram confeccionadas pelos alunos da Escola de Oleiros Joaquim Antonio de Medeiros, de São Jose (SC). A exposição ocorre até 18 de agosto, no espaço cultural do NEA, e pode ser visitada das 9h às 12h e das 14h às 17h.

Mais informações pelo telefone (48) 37218302

Café (Psico) Antropológico realiza debate e mostra de vídeos no dia 28

18/07/2017 17:15

O Projeto Café (Psico) Antropológico promove o debate com exibição de vídeos “El coño insumiso: estudos de gênero e sexualidade em Andaluzia”. O evento, que ocorre no dia 28 de julho, sexta-feira, às 19 h, no Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha), é gratuito e aberto à comunidade. A atividade é uma parceria entre os cursos de Antropologia e de Psicologia, da UFSC, contará com a presença de professores estrangeiros: José Maria Vascuende del Rio (Universidad Pablo Olavides), Rafael Caceres Feria (Universidad Pablo Olavides), Maria Marco (Universidad Pablo Olavides) e Begonia Sanchez Torrezon (Universidad de Cadiz).

O debate é um evento pré “13° Mundo de Mulheres e Fazendo Gênero 11”, que ocorre na UFSC na semana seguinte, de 31 de julho a 4 de agosto, e que também contará com a presença dos professores convidados.

O Café  (Psico) Antropológico é uma realização dos núcleos Núcleo de Antropologia Audiovisual e Estudos da Imagem (NAVI), Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS), ambos do Departamento de Antropologia; e do Núcleo de Pesquisa em Práticas Sociais (NUPRA), do Departamento de Psicologia.

O Café promove a exibição mensal de documentários em espaços de livre acesso ao público em geral, seguido de debate com intelectuais convidados. As sessões têm como objetivo promover mostra de documentários que contribuam para a difusão da produção audiovisual de pesquisadores da UFSC e convidados, bem como estimular o debate e a reflexão, seja acadêmica ou no âmbito da extensão, sobre a produção documentária contemporânea.

Os eventos são organizados pelo Núcleo de Antropologia Visual e Estudos de Imagem (NAVI) em longa parceria com o Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) e, a partir desta edição, em parceira com o Núcleo de Pesquisa em Práticas Sociais (NUPRA). O evento tem o apoio da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC (Bolsa Cultura), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Serviço:

O que: Café (Psico) Antropológico com o debate “El coño insumiso: estudos de gênero e sexualidade em Andaluzia”, com a presença de professores-debatedores estrangeiros

Quando: 28 de julho de 2017, sexta-feira, às 19 horas

Onde: Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha), Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC (www.dac.ufsc.br)

Quanto: gratuito e aberto à comunidade.

Mais informações na página do NAVI ou pelo telefone (48) 3721-2241.

[CW] DAC: SeCArte: UFSC, com informações dos organizadores

Projeto Museus Virtuais abre inscrição para as sessões a partir de 20 de julho

13/07/2017 13:04

O Projeto Museus Virtuais retoma suas atividades neste ano com a renovação dos temas trabalhados nas visitas guiadas. Sete países serão visitados, passando por novos museus e galerias. Serão 22 sessões entre julho e dezembro ​de 2017 que serão ​serão realizadas no cinema do Centro Integrado de Cultura (CIC), a partir do dia 29 de julho.​

As inscrições para as sessões, gratuitas e com vagas limitadas, estarão abertas a partir de 20 de julho no site do Instituto Maratona Cultural.

O projeto é uma iniciativa do Instituto Maratona Cultural com patrocínio da Prefeitura Municipal de Florianópolis e Fundação Franklin Cascaes, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura.

Novo livro de José Isaac Pilati resgata uma epopeia de gente simples

11/07/2017 11:30

Pilati: saudoso e crítico. Foto: Henrique Almeida/Agecom

A cidade é Nonoai, próxima ao porto do Goio-en, no rio Uruguai. Um cenário marcado por pessoas, costumes e fatos que definiram um período de intensa atividade econômica centrada na madeira, no Sul do Brasil (1920-1960), utilizando como transporte as balsas de toras pelo Uruguai até a Argentina, nas enchentes do rio. O risco era muito grande e o contexto era de uma vida dura, de violência, mas com todos os ingredientes da vida humana e de tempos heroicos.

O livro é “A tragédia de Mario Castelhano: Severina – Canto Um”, publicado pela Editora Unoesc. Seu autor é José Isaac Pilati, testemunha do desmatamento e da atividade balseira do Rio Uruguai nos anos cinquenta, em Nonoai, no Rio Grande do Sul, Chapecó e Maravilha, em Santa Catarina.

“É um brado perante a desertificação do mundo pela a civilização europeia”, explica Pilati. “A obra é prevista para três volumes: o primeiro é esse que estou lançando, em torno do elemento luso e do personagem Severina; o segundo acentuará o imigrante italiano, na pessoa do jovem Guilardi, e o terceiro evocará o contexto sul-americano, focado em Mário, o Castelhano. É a história de três proscritos, condenados por um modelo predatório, ele mesmo exigindo um julgamento do leitor.”

É uma epopeia em versos, de narrativa não linear. Os poemas são descritivos, os versos são livres, rimas soltas e uma métrica variável. A intenção do autor é um texto para encenação teatral: O Cortado se riu, Rasga-Diabo sorriu, Severina partiu  em três partes o pão. “Tudo parece inusitado, porque a vida o é, pois não.”

Severina é uma mulher rebelde aos padrões morais do vulgo em seu tempo: doce, destemida, violenta e fidalga, convive com homens de toda a espécie e não se identifica com as mulheres que eles oprimem; possui tino comercial e completa o seu esquema de poder com uns bailes habituais, numa casa em que só entra valente. Nunca teve família, nem procedência conhecida. “É uma figura que o filósofo Nietsche adoraria; alguém que certamente envolveria o próprio Zaratustra num enredo de inteligência, afeto, poder e independência pessoal”.

“Não há como não a amar, ela, porém, não ama ninguém; e representa o que poderíamos ser não fora o sistema em que vivemos, fundado na culpa: Branca, negra, índia, bugra, eram essas as suas vogais, nas consoantes do mundo, em seu tempo, em Nonoai”

Severina apareceu criança na vila, andava pelas casas, “morava com todos sem ser de ninguém”. Depois sumiu por décadas até reaparecer “no Encruzo de Vênus”. Percebendo a importância do dinheiro, fica rica, é respeitada, odiada e amada. “Carregava consigo uma navalha de defesa pessoal enrustida num leque florido, de prenda; e a qualquer alarido, ameaça ou bandido, começava a abanar-se a medir o perigo.”

O bodejo da Severina

“A minha história de vida foi fragmentada”, diz Pilati. “Os primeiros anos eu vivi em Nonoai. Aos três fomos para Maravilha, no Oeste catarinense e de lá aos doze para um seminário, onde fiquei sete anos. Aos 19 anos fui para Curitiba e enfrentei o vestibular para Direito. E assim, em matéria de amizades e afetos, vivi de recomeços sempre em lugares diferentes e por conta própria.”

“Percebo pela minha experiência, que o núcleo afetivo da pessoa está nos três primeiros anos de vida. Meu coração mora naquela época, naquela paisagem. Esse livro, por isso, é devotado aos avós, bisavós, pais e amigos deles, sua vida, suas histórias. O enfoque é saudoso e crítico. Vinicius de Moraes disse que a poesia é aparentemente inútil, mas bela por modesta e heroica, e por não se comprometer com os donos da vida. Seu único patrão é a própria vida.

Pilati optou pela forma poética “Pensei assim: um romance como o Tempo e o Vento, de Érico Veríssimo, não pode ser recitado ao fogo de chão. E eu quero a história do meu tempo a luzir com a lareira, a circular nas rodas de chimarrão da minha gente, a sobreviver nos sucessores.”

E mais: “Cada tempo, cada época tem a sua velocidade e a literatura deve expressar-se no ritmo de seu tempo. Quem é que tem paciência para assistir a um filme de faroeste antigo? É muito lento. Quem se dispõe a ler algo de hoje na forma que empregou Camões?”

O primeiro poema da obra foi O bodejo da Severina.  “Encantei-me com a história dela: a navalha enrustida no leque de prenda, o papagaio desbocado viajando na garupa, o relho na parede do salão e o desdém pelo moralismo oco do seu tempo. Uma mulher que veio do nada e já sabendo, como as cobras de veneno. E que ademais, como Jesus, sumiu para reaparecer quebrando dogmas.”

“A história do papagaio foi meu pai que me contou.  E a história do relho foi relatada por Leopoldo Moura, que faleceu aos 102 anos, logo depois do depoimento que me deu. Os demais personagens também são reais, existiram, a exemplo do Cemitério do Cortado, que lá está até hoje, guardando os restos mortais dos protagonistas da minha história, ou melhor, da história da minha gente.”

“O Bodejo foi o primeiro que escrevi, e também foi o ultimo a ser concluído, na última hora. Nas cartas para a poetisa Beatriz Castro, de Porto Alegre, fui registrando as definições que fui dando à obra, o modelo de verso, conteúdo e forma. Por isso que a homenageei com reproduções de falas suas na capa do livro. Fui definindo aos poucos um verso ritmado à base de aliteração e rima solta, sem compromisso, porém, coeso e econômico no todo. É uma técnica que veste a complexidade temática sem deixar sobras ou nudez”.

“São versos a caminho de uma sanfona ao longe, o baile, justamente, onde ocorre o episódio central da história, objeto do Canto Dois, que ainda não escrevi. É lá que se encontrarão os protagonistas da epopeia. Tragicamente”.

Lançamento

A tragédia de Mario Castelhano: Severina – Canto Um tem lançamento marcado em Florianópolis para o dia 9 de agosto, às 19 horas, na Casa José Boiteux, com renda para o Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina.  Contatos com o professor José Isaac Pilati pelo fone (48)99980-6305. 

Artemio Reinaldo de Souza/Agecom/UFSC

Distribuição nesta quarta-feira de ingressos cortesia para show de Sandy na UFSC

10/07/2017 09:00

A Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte) da UFSC comunica que serão disponibilizados no dia 12 de julho de 2017 (quarta-feira), a partir das 8h30, na varanda da entrada principal do Centro de Cultura e Eventos (piso térreo), 100 (cem) ingressos cortesia para os estudantes da UFSC, referente ao Show Sandy – Meu Canto, previsto para o dia 16 de Julho, no Auditório Garapuvu do Centro de Cultura e Eventos da UFSC.

Os ingressos serão concedidos mediante entrega do atestado de matrícula impresso e atualizado (mês de julho), constando que o aluno está regularmente matriculado e apresentação da carteira de identidade (RG). Serão disponibilizados 100 (cem) ingressos distribuídos por ordem de chegada. Cada estudante tem direito a retirar 1 (um) ingresso. Não será permitida a retirada de ingresso com documentação de terceiros.
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Ingressos cortesia para o show ‘TriGo’ ainda estão disponíveis no Centro de Cultura e Eventos da UFSC

07/07/2017 08:46

Os ingressos cortesia para o Show TriGo!, previsto para o dia 8 de julho às 20h, no Auditório Garapuvu do Centro de Cultura e Eventos ainda estão disponíveis. Alunos, docentes e técnicos-administrativos interessados podem retirar o ingresso cortesia na Secretaria do Departamento de Cultura e Eventos, piso térreo – Centro de Cultura e Eventos da UFSC, em Florianópolis.
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Cancelada apresentação da banda ‘Plant Amor’ nesta quinta-feira

04/07/2017 14:41

A Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte) da UFSC comunica que a apresentação do grupo Plant Amor, no palco do Música no Lago, marcada para esta quinta-feira, 6 de julho, às 12h30, no laguinho da UFSC, foi cancelada.

A SeCArte pede a compreensão de todos e conta com a participação do público para a próxima apresentação do Musica no Lago, prevista para dia 3 de agosto com a banda Dr. Dou.

Exposição ‘Al Capony is back’ inicia nesta terça no Centro de Cultura e Eventos

04/07/2017 08:07

A Secretaria de Cultura e Arte da UFSC (SeCArte) e o Departamento de Cultura e Eventos (DCEVEN) promovem a exposição “Al Capony is back” do artista Diego de los Campos. A exposição será aberta no dia 4 de julho, terça feira, às 17h30, no Espaço Expositivo do Centro de Cultura e Eventos e permanece até 1º de setembro. O horário de visitação é de segunda a sexta feira das 8h às 20h.

São 23 pinturas feitas em 2017 com tinta acrílica sobre papel, nas dimensões de 56x40cm. As obras retratam personagens do que o artista chama de Alcamponismo. Um movimento destrutivo que, a escala global, invade todos os espaços onde a vida quer se manifestar com liberdade, desanimando até o mais ditirambo dos poetas.
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Músicos de Florianópolis promovem show beneficente ‘The Beatles pela vida’ para ajudar adolescentes e jovens do Cepon

30/06/2017 08:48

“The Beatles pela vida” é um show beneficente, cuja verba arrecadada será revertida para o ambulatório de adolescentes e jovens adultos com câncer do Centro de Pesquisas Oncológicas (Cepon). O evento será realizado nos dias 19 e 20 de julho, às 19h30, no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis.

De acordo com a cancerologista pediátrica Rita Ferrúa Oliveira, a primeira edição, realizada em 2016, possibilitou a doação de 19 mil reais ao Cepon. “Com este valor, compramos medicamentos, exames, alimentação e outras coisas que nossos pacientes precisam”, informa a médica. “Os músicos, em parceria com a Escola de Música Rafael Bastos, não receberão cachê e 100% do valor arrecadado será doado”, complementa Rita.

O valor do ingresso é de R$ 40 reais a inteira, à venda no Blueticket. A segunda edição contará com a presença de grandes músicos de Florianópolis como Lindsay & Isaac, André Seben, Nelson Vianna, Juliano Diniz, Luciano Bilu, Duda Medeiros, Robson Dias, Maurício Gonçalves, Hudson Cabala, Banda da Polícia Militar de Santa Catarina, entre muitos outros. 
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Exposição Fragmentos de ‘Los Caprichos’ – Goya – no Espaço Estético do Colégio de Aplicação

27/06/2017 14:33

O Espaço Estético do Colégio de Aplicação da UFSC convida para a exposição “Fragmentos de ‘Los Caprichos’ – Goya”, de 26 de junho a 31 de julho, das 7h30min às 19h. Entrada gratuita.

Los Caprichos (Os Caprichos) é uma série de 80 gravuras do pintor e gravador espanhol Francisco Goya (1746-1828) que representa uma dura crítica da sociedade espanhola do final do século XVIII.

As cenas provem, em parte, de desenhos que o artista produziu em Andaluzia e Madrid, em 1796-1797. As gravuras são feitas através de uma técnica mista de água-forte, água-tinta e retoques de buril e/ou ponta seca. Cada impressão é acompanhada de uma legenda, proporcionando um comentário irônico e cômico.
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Exposição ‘Rendas de Bilro – coleção MArquE’ acessível para pessoas com deficiência

27/06/2017 12:25

A exposição Rendas de Bilro – Coleção Museu de Arqueologia e Etnologia (MArquE) da UFSC, baseada na percepção da delicadeza da renda, da dificuldade do ponto e da habilidade necessária para a sua confecção, segue até o dia 20 de julho. O evento tem entrada franca e conta com acessibilidade para pessoas com deficiência.

O objetivo da exposição, segundo a curadora Vanilde Ghizoni, é apresentar parte das coleções de rendas de bilro que o Museu possui, “para que a universidade saiba, conheça ou volte a ter contato com o acervo”. Lucas Figueiredo Lopes, que também é curador, ressalta a prática das rendeiras pelo seu valor estético, como objeto artístico e uma cultura de resistência. Também diz que “hoje tem alguns grupos que mantêm essa prática ativa, mas pela questão da modernização e urbanização da cidade, ela sempre está em risco de se perder”, e salienta a importância do acervo para perpetuar a

A exposição conta com reproduções acessíveis das rendas em papel

cultura, tendo em vista que já foi consultado como forma de resgate do aprendizado de pontos que já não eram mais transmitidos de geração para geração.
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Projeto Cine Paredão exibe filmes até 30 de junho

26/06/2017 15:57

O projeto Cine Paredão exibe a Mostra Brazil da Exceção entre os dias 26 e 30 de junho no bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), com rodas de conversa no fim de cada sessão. O projeto tem como propósito socializar, trocar e expandir diversas manifestações audiovisuais, buscando produções alternativas e independentes, das quais não estão disponíveis ou são de difícil acesso ao público. As obras apresentadas têm um caráter não comercial e nos proporciona pensar e refletir o cinema como arte em constante evolução, passando por diversos olhares, tempos e lugares ao redor do mundo.  

Confira a programação: 

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Curso de Artes Cênicas promove espetáculo ‘A Era dos Terremotos – ou Vai Piorar’

23/06/2017 14:42

As turmas de Atuação e Encenação III da 7ª fase do curso de Artes Cênicas promovem o espetáculo “A Era dos Terremotos – ou Vai Piorar” nos dias 29 de junho, às 20h, e 1º de julho, às 17h, na Caixa Preta, no bloco D do Centro de Comunicação e Expressão (CCE) da UFSC. Os ingressos podem ser retirados uma hora antes no local. Entrada gratuita.

Sinopse

Se, como diria Adoniran Barbosa, “o pogréssio vem do trabaio”, para onde progredimos? “A Era dos Terremotos – ou Vai Piorar” é um espetáculo-ensaio sobre o trabalho no Brasil contemporâneo. O tema mobiliza a todxs, do congresso nacional ao açougueiro, da formiga à cigarra. No universo do trabalho convivem o sacrifício, a gratificação, a alienação e a recusa (“eu prefiro não”). Para conversar cenicamente a respeito do tema, convocamos as obras de Brecht, Melville, Esopo, Obrist, Büchner, Walt Disney e Prévieux além da música de Alvarenga e Ranchinho, John Lennon, Chico Buarque e do já citado Adoniran. O resultado é uma polifonia crítica, que é levada ao palco justamente na iminência da aprovação das Reformas Trabalhista e Previdenciária no país. “Amanhã nóis vai trabaiá, se Deus quisé / Mas Deus num qué”.

Ficha Técnica

Elenco: Beatriz Figueiredo, Giselle Kincheski, Liz Donovan, Natália Berté, Patricia Linhares, Robson Esteves e Willian Mario
Assistência de direção: Agnaldo Stein, Daniele Viola, Gleydson Garcia, Laura W. Gedoz, Pitita Blasius e Raissa Benelli
Direção e trilha sonora: Fabio Salvatti
Direção de arte: Laura W. Gedoz
Direção de produção: Gleydson Garcia e Raissa Benelli
Iluminação: Daniele Viola
Operação de luz: Raissa Benelli
Operação de som: Agnaldo Stein

Projeto CineBuñuel exibe dia 27 ‘Pelo malo’, de Mariana Rondón

23/06/2017 14:31

O CineBuñuel, em sua última exibição do semestre, apresenta no dia 27 de junho (terça-feira), “Pelo malo” (Venezuela, 2013), de Mariana Rondón. A exibição com áudio original e legendas em português é seguida de bate-papo, e ocorre às 14h, no Auditório Elke Hering, da Biblioteca Universitária (BU). A sessão é aberta ao público e com entrada franca.

O Projeto CineBuñuel busca promover a reflexão sobre o cinema hispânico e latino-americano, a partir da exibição de filmes e do bate-papo gerado na sequência. Os filmes são exibidos em língua original e com legendas em português. A cada semestre é proposto um ciclo de filmes de temática variada. O ciclo deste semestre, intitulado “Para poder falar”, traz a abordagem de temas tabus.

Mais informações no facebook.

 

Biblioteca Universitária promove Círculo de Leitura sobre Shakespeare nesta quinta

21/06/2017 19:52

A Biblioteca Universitária (BU) promove, nesta quinta-feira, 22 de junho, mais um encontro do Círculo de Leitura de Florianópolis. O tema será “Shakespeare: sua tradução”, com a participação do professor Rafael Raffaelli, que já traduziu quatro obras do dramaturgo inglês, publicadas pela Editora da UFSC (EdUFSC).

O Círculo de Leitura ocorre às 18h30, na sala Harry Laus da Biblioteca Universitária. O encontro é aberto a todos.

Mais informações na página da BU ou pelo Facebook.

Café Literário do Colégio de Aplicação da UFSC apresenta narrativas através dos griôs na sexta

21/06/2017 17:29

O Café Literário do Colégio de Aplicação da UFSC irá apresentar o tema “Escutem os griôs: oralidade e narrativa na África Ocidental”, com a professora Glaucia Costa, docente do CA. O encontro será no Laboratório da Linguagem do CA, no dia 23 de junho, às 18h.

Os griôs são contadores de histórias da tradição oral africana. São sábios, criados de forma distinta dos outros jovens, desde muito pequenos. Eles repassam as histórias milenares dos povos africanos, palavra por palavra, a outras gerações. Fazem com que a cultura africana não se perca. E cada um tem a sua especifidade: instrumentistas, cantores, distribuidor de contos e lendas, poetas, dançarinos, guerreiros e muito mais. 

O sistema de certificados da Confraria mudou, agora é possível realizar inscrição on-line e receber o certiticado depois: http://inscricoes.ufsc.br/grios

O Café Literário apoia a campanha lixo zero e pede para os participantes trazerem caneca ou copo reutilizável.

Quem não conhece o CA pode usar o mapa do link e encontrar o espaço: http://confrarialiteraria.wixsite.com/confraria-literaria/mapa

 

 

CineARQ apresenta o filme ‘O bandido da luz vermelha’ nesta quinta-feira

21/06/2017 16:02

O projeto CineARQ apresenta um clássico do cinema marginal em sua edição de junho: O bandido da luz vermelha (1968). Considerado a obra-prima do catarinense Rogério Sganzerla no cinema nacional, o filme será exibido no pavilhinho do prédio de Arquitetura e Urbanismo – UFSC, no dia 22 de junho, quinta-feira, às 18h30.

Sinopse: inspirada nos crimes do conhecido assaltante João Acácio Pereira da Costa, apelidado pela imprensa de “bandido da luz vermelha”, que traz sempre uma lanterna vermelha e conversa longamente com suas vítimas. Seus roubos e crimes chamam tanta atenção que acabam desenrolando uma implacável caçada policial.

Em sexto lugar na lista de melhores filmes brasileiros feita pela Abracine, o longa experimental de Sganzerla tem como cenário a região conhecida como Boca do Lixo, em São Paulo. O diretor tinha apenas 22 anos quando realizou o filme, que entrou para a história como um grande marco no cinema brasileiro.

O projeto CineARQ é um grupo aberto, parceria dos estudantes de graduação e pós-graduação de Arquitetura e Urbanismo com o prof. Eduardo Westphal e apoio do CALA (Centro Acadêmico Livre de Arquitetura). Para 2017, a temática “Revoluções do olhar” procura desenvolver através de aproximação com diferentes produções audiovisuais um novo repertório de interpretação sobre os espaços percebidos e seus contextos sociais.

Serviço

O quê: exibição do filme O bandido da luz vermelha (1968), seguida de debate.

Quando: quinta-feira (22/06) às 18h30

Onde: Pavilhinho do prédio de Arquitetura

Quanto: Gratuito

Mais informações aqui.

MArquE abre edital para ocupação do ‘Espaço Aberto’

20/06/2017 14:30

O Museu de Arqueologia e Etnologia Professor Oswaldo Rodrigues Cabral (MArquE) da UFSC torna pública, por meio de edital, seleção de projetos de mostras e exposições de curta duração para ocupação do “Espaço Aberto”, localizado no térreo do Pavilhão de Exposições Silvio Coelho dos Santos, entre os meses de agosto de 2017 e abril de 2018. As inscrições estão abertas até 5 de julho de 2017.

Mais informações pelos telefones (48) 3721-7356 e 3721-9325.

Projeto Cinema Mundo exibe o filme ‘Corra!’ nesta quinta-feira

19/06/2017 15:46

O projeto Cinema Mundo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) encerra seu tema “Expressões do Horror” com a produção “Corra!”, escrita e dirigida por Jordan Peele. O evento será nesta quinta-feira, 22 de junho, às 18h30, no Auditório Elke Hering da Biblioteca Universitária (BU) da UFSC. A seção contará com os comentários de Fabrício Meneghelli e Renata Santos. A entrada é gratuita e aberta a todos. 

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Ciclo de Cinema Socioambiental exibe ‘Ocupados’ nesta quarta-feira

13/06/2017 17:26

O Ciclo de Cinema Socioambiental exibirá o longa-metragem “Ocupados” nesta quarta-feira, 14 de junho, às 16h, no auditório do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ/UFSC). A exibição será seguida de debate. O evento é aberto a todos e fornece certificado de participação.  Para receber certificado, é preciso fazer a inscrição prévia no link.

O Ciclo de Cinema Socioambiental é uma atividade organizada pelo Grupo de Pesquisa em Direito Ambiental na Sociedade de Risco (GPDA), Observatório de Justiça Ecológica (OJE/UFSC), e Núcleo de Estudos e Práticas Emancipatórias (NEPE).

Sobre o filme:

Obra independente, “Ocupados” é o retrato particular de um processo de reivindicação legítimo e suas contradições. Ao longo de um ano foram registradas a trajetória e a intimidade dos acampados da Ocupação Dona Deda, em São Paulo, ligada ao Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST). O filme revela facetas da sociedade brasileira dentro de um contexto de militância. Copa do Mundo, jogo político e estética revolucionária se misturam em um filme de interrogações.

Serviço

O que: Ciclo de Cinema Socioambiental exibe “Ocupados”

Quando: 14 de junho, quarta-feira

Horário: 16h

Onde: Auditório do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ/UFSC)

Público: gratuito e aberto a todos

 

3ª Semana da Dança UFSC encerra com espetáculo ‘Narrativas em dois corpos’

08/06/2017 07:00

O encerramento da III Semana da Dança UFSC será realizado nesta sexta-feira, 8 de junho, com o espetáculo “Narrativas em dois corpos”, de Diana Gilardenghi e Sandra Meyer. O evento começa às 20h, na Caixa Preta, do bloco D do Centro de Comunicação e Expressão (CCE) da UFSC. A apresentação é gratuita e aberta ao público. 

Sobre Narrativas em Dois Corpos
Nessa ação se entrelaçam trajetória pessoal, contexto social e história da dança em composições que emergem de cada encontro entre Diana e Sandra. Gesto e fala transitam de um corpo a outro, traçam temporalidades e deixam a ver vestígios de experiências passadas que irrompem o presente. Que dança pode ser ativada neste encontro? O que existe e re-existe entre corpos, memórias e o presente?

Ficha Técnica

Artistas em cena: Diana Gilardenghi e Sandra Meyer
Articuladoras: Milene Duenha e Paloma Bianchi
Criação e concepção: Diana Gilardenghi, Milene Duenha, Paloma Bianchi, Sandra Meyer
Luz e Produção executiva: Gabriel Campos
Figurinista: Alice Assal
Assessoria de Imprensa: Néri Pedroso
Edição de Som: Hedra Rockenbach
Fotografia: Pedro Alípio Nunes
Filmagem e edição: Alan Langdon
Design gráfico: Teresa Siewerdt
Consultoria de Composição em Tempo Real: Arlette Souza e Souza
Duração: 1h10
Classificação: Livre

Sobre as artistas:

Sandra Meyer  Professora Titular do Programa de Pós-Graduação em Teatro da Universidade do Estado de Santa Catarina. Doutora pelo Programa de Estudos Pós-Graduados em Arte, Comunicação e Semiótica pela PUC de SP e autora do livro “A Dança Cênica em Florianópolis” (1994) e “As metáforas do corpo em cena” (2009 e 2011).

Diana Gilardenghi – Professora, bailarina e coreógrafa. Integrou os grupos Duggandanza, Plastercaster, Potlach e Ronda. Em 2000 foi contemplada pelo programa Rumos do Itaú Cultural com o trabalho Crosta. Recebeu o Prêmio Klauss Vianna 2008 para a realização de Um Duplo e Klauss Vianna 2011 para o espetáculo Em Constante. Leciona Dança Contemporânea em Florianópolis e integra o coletivo de pesquisa e criação em artes presenciais Mapas e Hipertextos.

Mais informações no Facebook.

Performance ‘A Caixa Branca’ será apresentada nos dias 8 e 9 no CFH

07/06/2017 14:24

A performance “A Caixa Branca”, de Roberta Lira, aborda a percepção do significado da paz para as pessoas sob contextos específicos, nas espacialidades, em suas relações. Mostra diferentes formas humanas de ser apreender as experiências da vida.

Esta produção é processo final da disciplina de Performance IV, do curso de Artes Cênicas. Conta com o apoio do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), Coletivo Kurima, Kurima Bantu Mulheres Mudempodiro.

A performance ocorre nos dias 8 e 9 de junho, no hall das salas de aula do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH). Os horários de apresentação, cuja duração é de 90 minutos, serão: às 10h, 11h30, 13h, 14h30, 16h (dia 9), 18h40.

O espaço onde ocorrerá a performance tem capacidade para 10 pessoas. A entrada é gratuita e os interessados devem colocar nome na lista com o horário escolhido 30 minutos antes.

Ficha técnica
Performer: Roberta Lira
Assistente de Produção: João Gomes, Lauro Filho e Ricardo Murdock
Orientação: Almir Ribeiro

3ª Semana da Dança UFSC: confira a programação desta terça-feira, 6 de junho

06/06/2017 10:36

A 3ª Semana da Dança UFSC continua nesta terça-feira, 6 de junho. Confira a programação:

Foto: divulgação

Oficina: Espaço Corpo
Ministrante: Ana Alonso
Horário: 9h às 12h
Local: Áreas externas da UFSC
Ponto de Encontro: Concha Acústica ou Varandão do CCE (em caso de chuva)
Público: Aberto aos interessados nas artes do movimento, com ou sem experiência.
Inscrições: gratuitas no dia e local do evento a partir das 8h45.

Sobre a oficina:
A oficina Espaço Corpo convida os participantes a experimentarem diferentes possibilidades de estarem em espaços públicos e cotidianos. Sendo guiados pelos sentidos e pelo jogo com tais sentidos, e inspirados no Tuning Scores e no Contato Improvisação, os participantes serão convidados a abrir a percepção para interações que interroguem os transeuntes, o cotidiano e seus próprios corpos nesses espaços.

Sobre a ministrante:
Ana Alonso é dançarina, professora, produtora e pesquisadora em dança, com ênfase na dança contemporânea e improvisação; atualmente faz doutorado junto ao programa de pós-graduação em Teatro da Udesc. Desde 2009 se dedica ao Contato Improvisação (CI) tendo estudado e atuado com diversos expoentes desta prática como: Nancy Stark Smith (USA), Gustavo Lecce (ARG), Cristina Turdo (ARG), Ricardo Neves (SP), Catalina Chouhy (URU). Coordena o projeto Entrando em Contato (Florianópolis/SC) e o Festival Transformando pela Prática. (Gamboa/SC). É formada em DanceAbility (Studio Baobah; DanceAbility International, Florianópolis, 2011). Desde fevereiro de 2011 integra o PlanoB, coletivo de experimentações em movimento com foco nas possibilidades de interação da dança com a rua (Florianópolis/SC).

Oficina: Jogos e Dinâmicas para Dança
Ministrantes: Alexandra Klen e Ricardo Tetzner
Horário: 14h às 17h.
Local: Sala 210, bloco D – CCE/UFSC
Público: oficina aberta a todos os interessados, com ou sem experiência em dança.
Inscrições: gratuitas no dia e local do evento a partir das 13h45.
Número máximo de participantes: 25

Sobre a oficina:
A oficina Jogos e Dinâmicas para Dança trabalha e explora a linguagem cênica das Danças, através de jogos teatrais e coreográficos. Os ministrantes propõem dinâmicas elaboradas a partir de textos que podem ser poemas, contos, relatos, documentários e outras expressões artísticas e visuais como o graffiti. As dinâmicas foram elaboradas a partir da criação do espetáculo 1717 da • Dois Pontos • Cia. de DançaTeatro, no qual se contam histórias dançando.

Sobre os ministrantes:
A oficina será ministrada pelos bailarinos Alexandra Klen e Ricardo Tetzner, fundadores e diretores da • Dois Pontos • Cia de DançaTeatro, criada em 17 de janeiro de 2015, com a missão de Inovar e educar através da Arte. Alexandra Klen e Ricardo Tetzner iniciaram sua parceria no final de 2012. Desde então já dançaram graffitis, pinturas e poemas; ao som do silêncio e de Esteban Morgado; em palcos, na rua e na lua.

Foto: Cassiana Reis Lopes

Compartilhamento do processo de criação do espetáculo Peso Bruto
Bailarina convidada: Jussara Belchior
Local: Caixa Preta / Artes Cênicas – bloco D – CCE/UFSC
Horário: 19h
Público: aberto a todos os interessados

Exposição do processo de criação e montagem do espetáculo Peso Bruto, solo criado pela bailarina Jussara Belchior com o apoio do Programa Rumos Itaú Cultural 2015/2016.

A pesquisa artística parte do estranhamento do corpo gordo na dança, problematizando preconceitos atribuídos aos corpos pesados, não apenas na dança, mas também no cotidiano. O gordo, em geral, é visto como um corpo não permitido, não belo, não desejável e que não consegue controlar seus impulsos nem sua voracidade. No entanto, para a artista, estar fora de um padrão determinado como correto pode ser entendido como uma forma de resistência às imposições sobre padrões de beleza e de comportamento.

O processo de criação de Peso Bruto parte da imagem (da gorda) para gerar uma dança que dialoga com o peso, o desejo, o apetite e a beleza.

Sobre Jussara Belchior
Jussara Belchior estuda dança desde os seis anos de idade tendo praticado dança contemporânea, balé clássico e modern jazz. Desde 2007 atua no elenco do Grupo Cena 11 Cia. de Dança. É bacharel em Comunicação das Artes do Corpo, com habilitação em Dança pela PUC/SP e atualmente prepara sua pesquisa de mestrado junto ao Programa de Pós-Graduação em Teatro da Udesc.

Confira a programação completa da 3ª Semana da Dança UFSC aqui.

Mais informações no evento da Semana no Facebook.

Contemplados assinam termo de compromisso do edital Procultura

02/06/2017 15:23

A assinatura do termo de compromisso do Programa de Apoio a Ações de Cultura (Procultura), ocorreu nesta quinta-feira, 1º de junho, na sala dos Conselhos. Este edital é gerenciado pela Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte) da UFSC, e tem por objetivo apoiar financeiramente ações culturais propostas por servidores docentes ou técnico-administrativos que tenham relação com ensino, pesquisa e extensão universitária.

O Procultura assegura o financiamento de serviços gráficos (panfletos, banners, cartazes, revistas, convites, impressões), pagamento de som, iluminação, palco, tela de projeção, serviços de transporte, passagens, alimentação e hospedagem.

Além dos contemplados no edital, estiveram presentes Maria de Lourdes Alves Borges, secretária de Cultura e Arte da UFSC; Vladimir Arthur Fey, secretário de Planejamento e Orçamento; e Luiz Carlos Cancellier, reitor da UFSC.
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