Desligamento de energia elétrica neste sábado

29/04/2011 09:48

A Prefeitura Universitária comunica desligamento de energia elétrica neste sábado, 30 de abril, entre 8h e 12h, nos seguintes locais: Engenharia Civil, Engenharia Química / prédio novo , MIP, BEG, ECZ, Farmacologia e Biotério. Caso os serviços sejam concluídos antes do horário previsto, a energia será reativada.

Informações: (48)  3721-9333

A Antropóloga estreia nesta sexta, depois de uma pré-estreia de sucesso

29/04/2011 09:13

Estreia em todos os cinemas de Florianópolis A Antropóloga, longa-metragem do cineasta Zeca Nunes Pires, que nasceu com suporte da universidade

A protagonista Malu (Larissa Bracher), antropóloga açoriana, revive em clima de suspense os mistérios da cultura popular da Ilha

Obra que coloca em cena a magia e a cultura popular da gente açoriana, A Antropóloga estreia nesta sexta-feira (29), em todos os cinemas da Capital, com a torcida da UFSC, que deu suporte humano e logístico para trazer ao público a obra maior do cineasta catarinense e diretor do Departamento Artístico-Cultural da UFSC, Zeca Nunes Pires Bruxos. Aplaudidíssimo pelo público e pela mídia na pré-estreia, Zeca Pires conta com uma boa repercussão do filme no Estado para projetá-lo para fora. A Antropóloga inscreve o universo mágico ilhéu na onda mística sem ceder às fórmulas fáceis do mercado. Com o cuidado científico de um antropólogo e a delicadeza poética de um cineasta, realiza um filme de mistério. Vencedora do Edital da Fundação Catarinense de Cultura de 2003, a obra preserva, pela ambiguidade e sutileza, o silêncio respeitoso pelo mundo inapreensível do sagrado.

Com apoio institucional da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC, da RTP dos Açores, a consultoria a diversos departamentos de ensino da universidade e a participação de professores e alunos do Curso de Cinema no processo de filmagem, Zeca Pires levou nove anos para viabilizar financeiramente o segundo longa de sua carreira e chegar a essa síntese de tratamento artístico e antropológico da cultura popular. O respeito ao mistério tira A Antropóloga do lugar-comum das ficções que tratam o universo simbólico como espelho da realidade, onde as entidades sobrenaturais servem de mera caricaturas para a reencenação maniqueísta da luta entre o bem e o mal.

No enredo do longa, ´. Através do olhar de Malu a Costa da Lagoa se transforma em cenário de experiências iniciáticas emocionantes, que revelam um mundo oculto do sagrado e da magia. O enredo de A Antropóloga é também uma homenagem às tradições populares de Florianópolis. A obra do artista plástico, historiador e pesquisador Franklin Cascaes, abrigada no Museu Universitário Osvaldo Rodrigues Cabral, inspira o eixo central da trama que envolve Malu em surpreendentes descobertas. Giba Assis Brasil, da Casa de Cinema de Porto Alegre assina a montagem, Silvia Beraldo responde pela criação da música original e Maria Emília de Azevedo a Produção Executiva. O roteiro foi criado por Tânia Lamarca e Sandra Nebelung, a partir de um argumento de Tabajara Ruas.

O enredo transita sutilmente entre a explicação científica para o desenlace dos fatos e a abertura para o campo do inexplicável, que abala o ceticismo cientificista inicial da pesquisadora portuguesa. Em seu trabalho de campo na Costa da Lagoa, Malu se depara com uma miríade de indícios e relatos de magia que acaba associando aos registros de Cascaes e ao drama da menina. Como o pai Adriano (Luige Cútulo), que apesar de médico recorre à magia para salvar a filha, o abismo da morte desinstala a cientista das convenções acadêmicas.

Mas o que faz do filme uma obra emblemática deste tempo e deste lugar onde continua a se proliferar o imaginário místico de herança celta-açoriana é a forma como atualiza enigmas milenares. A religiosidade ilhoa, que já é um amálgama de crenças pagãs com teologias de diferentes origens, é mergulhada no sincretismo contemporâneo que entrecruza catolicismo, espiritismo, umbanda, mesa branca, magia, xamanismo, protestantismo. Enquanto a mística Ritinha tenta curar Carolina do embruxamento, um grupo de adolescentes com tendências góticas aporta na Ilha atrás das convenções bruxólicas.

Na atualização da lenda, seria fácil escorregar para uma caricatura da cidade vendendo a imagem sedutora da paradisíaca Ilha das Bruxas. Mas Zeca preferiu o filtro diáfano das nuvens em um dia de pouca luz para dar visibilidade ao mistério da sua terra. Além da curiosidade cultural e do espírito de pesquisador que circundam a obra, dois outros recursos concorrem para produzir esse cuidado. Em primeiro lugar, a direção fotográfica, de Charles Cesconetto, foge ao clichê das imagens publicitárias e anestesiantes das belezas turísticas.

A câmera adentra o interior das matas litorâneas, revelando o sertão do mar, menos colorido, mas não menos fascinante. “Optamos por uma dessaturização da cor para produzir um efeito quase monocromático das imagens e fazer o público se concentrar na narrativa”, conta Zeca. Com um orçamento de R$ 1 milhão e 600 mil, baixo para os padrões brasileiros, Zeca economizou a viagem para Açores produzindo a terra da pesquisadora na própria Ilha de Santa Catarina. O filme contou com o patrocínio da Petrobrás, Ancine, Fábio Perini, Tractebel Energia, Banco Bonsucesso, Eletrosul, Celesc, Fundação Badesc, Furnas, Angeloni e RBS. A distribuição é da Imagem Filmes, que preferiu adiar a estreia prevista para 8 de abril para não coincidir com outro lançamento nacional.

O segundo recurso inovador é a intercalação da linguagem de documentário com a linguagem de ficção. Durante nove meses antes de iniciar as filmagens propriamente ditas, Zeca, que tem formação de documentarista e diversos títulos do gênero em sua filmografia, morou na Costa da Lagoa para preparar o cenário do filme e acabou aproveitando na trama as cenas documentais. Em seu trabalho de campo, a pesquisadora entrevista estudiosos da cultura local, como Gelci Coelho, o Peninha, herdeiro do patrimônio intelectual de Cascaes, e Alésio dos Passos Santos, que foi seu guia nas expedições pelo interior da Ilha. E entrevista principalmente pescadores, moradores das comunidades, curandeiras, benzedeiras muito idosas (uma delas já faleceu), enfim, esses habitantes que se escondem atrás das faixas de areia e encantam o filme com sua ingênua malinagem.

Como as inserções dos entrevistados são integradas ao contexto da narrativa e a entrevistadora é também a protagonista da história, a solução acaba por derrubar as fronteiras entre documentário e ficção, assim como o discurso da ciência e da cultura popular ficam no mesmo plano da poética da linguagem.

Por Raquel Wandelli / assessora de Comunicação da SeCArte/UFSC

www. secarte.ufsc.br

Dia Da Dança é celebrado nesta sexta na UFSC

28/04/2011 15:39

Em alusão ao Dia Internacional da Dança, 29 de abril, a UFSC terá uma programação inteiramente dedicada a essa arte que, como poetou Cecília Meirelles, atira o corpo em música. Palestra, mesa-redonda, mostras e oficinas sobre diferentes ritmos e modalidades de dança integram o evento promovido pela Secretaria de Cultura e Arte da UFSC (SeCArte) em parceria com o Curso de Artes Cênicas da UFSC.  Jazz, Dança Indiana, Clássica, Moderna, Dança Contemporânea e Danças Circulares são algumas das oficinas abertas e gratuitas à comunidade. “A ideia é que toda comunidade entre na dança”, convida a secretária de Cultura e Arte, Maria de Lourdes Borges.

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Congresso na Ilha mostra as tendências da comunicação no setor público

28/04/2011 12:25

A segunda edição do Congrecom – Congresso Sul-Brasileiro de Comunicação e Marketing no Serviço Público, que acontece de 10 a 12 de maio, em Florianópolis, no Majestic Palace Hotel, traz novamente palestrantes renomados na área da comunicação governamental. O evento, sucesso de público no ano passado, deverá contar com mais de 300 participantes.

Na pauta, processos da comunicação e relacionamento entre governo e sociedade, a construção da imagem de uma organização pública, além de cases de instituições nacionais, aliando os temas às novas tendências e conceitos de comunicação aplicados ao setor público.

O Congrecom é uma iniciativa da Associação Criar em parceria com a Criacom Comunicação Full Service e conta com o apoio da Agência de Comunicação da Universidade Federal de Santa Catarina – Agecom e Sinapro.

Inscrições

Para a inscrição foram disponibilizadas diversas formas de pagamento: à vista, por boleto ou depósito bancário, em duas vezes no boleto, ou parcelado em até seis vezes no cartão de crédito (sistema PagSeguro). Além disso, são oferecidas possibilidades de desconto para grupos e de acordo com a data. Confira na tabela os valores:

PREÇOS PARA PROFISSIONAIS

Até  01 de maio: R$ 550,00

Grupo de 5 a 10 pessoas: R$ 522,00 | Grupos de 11 ou mais: R$ 495,00

De 02 de maio a 10 de maio: R$ 600,00

Grupo de 5 a 10 pessoas: R$ 570,00 | Grupos de 11 ou mais: R$ 540,00

PREÇOS PARA ASSOCIADOS DA SINAPRO

Até  01 de maio: R$ 510,00

Grupo de 5 a 10 pessoas: R$ 485,00 | Grupos de 11 ou mais: R$ 459,00

De 02 de maio a 10 de maio: R$ 550,00

Grupo de 5 a 10 pessoas: R$ 522,00 | Grupos de 11 ou mais: R$ 495,00

PREÇOS PARA ESTUDANTES

Até  01 de maio: R$ 275,00

Grupo de 5 a 10 pessoas: R$ 262,00 | Grupos de 11 ou mais: R$ 248,00

De 02 de maio a 10 de maio: R$ 300,00

Grupo de 5 a 10 pessoas: R$ 285,00 | Grupos de 11 ou mais: R$ 270,00

As inscrições são realizadas on-line, no site do Congrecom www.congrecom.com.br

Informações: (47) 3028 5850 | | www.congrecom.com.br

Confira alguns dos palestrantes do evento:

Quem disse que não dá para medir? A mensuração de resultados de comunicação no serviço público requer modelos diferentes daqueles utilizados na área corporativa

Palestrante: Cristina Panella – Presidente da CDN Estudos&Pesquisa

Cristina Panella é Doutora em Sociologia com ênfase em Comunicação pela Ecole des Hautes Etudes em Sciences Sociales – E.H.E.S.S., Mestre em Formação à Pesquisa (E.H.E.S.S.) e Mestre em Antropologia Social (Université René Descartes – Paris V – Sorbonne). Com carreira e experiência nacional e internacional nas áreas de consultoria de comunicação, pesquisa de imagem, mercado e de opinião e marketing, preside a CDN Estudos & Pesquisa, empresa de inteligência em pesquisa. É palestrante em diferentes cursos e seminários na área da pesquisa e mensuração de resultados com foco em imagem e reputação e professora universitária (USP – convidada do Gestcorp e INPG).

Entre pedras, telhado e vidro: a difícil missão do intermediário entre representante e cidadão

Palestrante: Ana Lúcia Henrique Teixeira, Assessoria Técnica da Liderança do PDT  –   Câmara dos Deputados

Assessoria da Liderança do PDT, na Câmara dos Deputados, Ana Lúcia Henrique é jornalista (UFRJ) e relações públicas (IESB) com MBA em Administração Mercadológica (CEAG – FGV) e mestre em Ciências Políticas pelo convênio Iuperj/Cefor.

Matrizes de Influência – A importância de conhecer as lideranças regionais e como interagir com elas para melhorar a Comunicação de governo

Palestrante: Eduardo Pugnali, Coordenador de Imprensa da Secretaria de Comunicação do Governo do Estado de São Paulo

Pós-graduado pela PUC-SP em Jornalismo Institucional, com formação em administração pela FAAP e jornalismo pela FIAM, atuou como repórter e editor das revistas Automóvel & Requinte e Automóvel 4×4, além de ter prestado serviços para as revistas Carro e Quatro Rodas. Em comunicação corporativa, atuou como assessor da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, da Grupo Bandeirantes de Rádio e TV e Sun Software. Foi sócio-diretor da Holofote Comunicação cuidando de clientes como Deca, Hotel Unique, Banco Rendimento, Manpower, Gyotoku, e mais 30 clientes. Atualmente, é coordenador de imprensa da Secretaria da Casa Civil – Subsecretaria de Comunicação do Governo do Estado de São Paulo, cuidando de projetos de relacionamento com a mídia regional e internet.

A Cadeia Produtiva da Comunicação: Como Integrar as Áreas de Atendimento ao Cidadão, Assessoria de Imprensa e Gestão de Riscos

Palestrante: Lea Maria Cavallero BarbacoviSuperintendente de Marketing e Comunicação Social da Infraero

Jornalista, Pós-Graduada em Gestão Executiva de Aviação Civil (UNB/ DF) e Administração em Marketing (ESPM/ RJ), Lea Maria tem mais de 23 anos de experiência no setor aéreo e, atualmente, ocupa o cargo de Superintendente de Marketing e Comunicação Social da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero), ligada à Presidência da Empresa. A atuação da Superintendência abrange as áreas de Publicidade, Patrocínio, Imprensa, Eventos, Comunicação Interna, dentre outras. Atuou anteriormente como Gerente de Imprensa da INFRAERO, assessorando o presidente da estatal, bem como coordenado os elos de imprensa que atuam nos principais aeroportos do país. No Ministério da Defesa, entre os anos de 2005 e 2007, atuou como Assessora de Comunicação Social. Também trabalhou como chefe da Assessoria de Comunicação Social no antigo DAC (atual ANAC).  Também possui experiência em mídias como rádio, revista e TV e ministra aulas e palestras, em universidades, sobre o papel da comunicação social no meio corporativo e assessoria de imprensa.

Comunicação institucional no poder legislativo

Palestrantes: Mario Sergio Brum, diretor da Criacom Comunicação Full Service e Sabrina Aguiar, coordenadora da TV Câmara de Joinville

Mario Sergio Brum – Diretor da Criacom Comunicação Full Service, é publicitário, jornalista e historiador, pós- graduado em Marketing, Comunicação e Propaganda. Professor de Comunicação e Marketing no Serviço Público do MBA da Universidade Anhanguera, atua há mais de 35 anos em empresas públicas e privadas. Trabalhou em jornais, revistas, rádios, TVs, jornalismo empresarial, publicidade e há 22 anos é empresário de agências de comunicação. Co-autor do Manual de Assessoria de Imprensa, é consultor em Midia Training, Endomarketing e Planejamento e Gestão da Comunicação no Serviço Público. Experiência de 35 anos em projetos e ações de comunicação institucional e mercadológica no relacionamento com funcionários, clientes, fornecedores, consumidores, comunidade, formadores de opinião e imprensa para empresas como Embraco, Brasmotor, Consul, Electrolux, Sundown, Boticário, Incepa, Docol, Tigre, Tupy, Krona, Agemed, Univille, Elias Moreira, Coopercred, Athletic, Agemed, Weg, Vega do Sul, Marisol, Karsten, Hering, Haco, Shopping Mueller, Unimed, Camara de Vereadores e Prefeitura Municipal de Joinville. Participação e gerenciamento de projetos de Assessoria de Imprensa, Jornalismo Empresarial, Marketing Comunitário e Responsabilidade Social, premiados nacionalmente com o Prêmio Empresa Cidadã da ADVB para o projeto Aluno Guia, Prêmio Aberje – Associação Brasileira de Comunicação Empresarial para projetos de O Boticário, Wangler e Electrolux, e Prêmio Opinião Pública – Associação Brasileira de Relações Públicas para projeto de comunicação de relacionamento comunitário da Transtusa e Gidion.

Sabrina de Aguiar – trabalha em telejornalismo há 11 anos. Iniciou no canal a cabo TV Cidade, como repórter. Depois, foi selecionada pelo programa Caras Novas do grupo RBS onde atuou 4 anos na empresa em Joinville e Florianópolis. Na RBS e TV COM foi repórter, editora de texto, editora de Esportes e editora-chefe (Joinville). A convite da Câmara de Vereadores de Joinville participou da implantação da TV Câmara em 2003. Permanece até hoje no cargo como coordenadora da produção jornalística para TV. A produção é diária, com 30 minutos de duração e mais um programa de entrevista semanal de 45 minutos de produção.

O petróleo na vitrine – Como a Petrobras planeja e realiza o trabalho de relações com a imprensa brasileira e internacional

Palestrante: Lucio Mena Pimentel, Gerente de Imprensa da Comunicação Institucional da Petrobras

Com 49 anos, é formado em Comunicação Social / Jornal ismo pela Faculdade de Comunicação Hélio Alonso, possui Pós-Graduação em Comunicação Empresarial pela Faculdade da Cidade, MBA em Marketing Estratégico pela Fundação Getúlio Vargas – FGV e MBA em Gestão de Comunicação Organizacional pela FIA/USP. Como jornalista desde 1985, exerceu a função de chefe-adjunto (substituto eventual) da Assessoria de Imprensa da Petrobras S.A. de 1989 a setembro de 1999 e foi Assessor de Imprensa da diretoria da Fundação Petrobras de Seguridade Social – Petros de 1999 a 2003. Desde janeiro de 2006 exerce o cargo de Gerente de Imprensa da Petrobras e implementou no conglomerado empresarial o projeto Agência Petrobras de Notícias, processo global de assessoria de imprensa, envolvendo mais de cem colaboradores em todas as empresas ligadas à holding Petrobras no Brasil e no mundo.

Gestão de Crise e Comunicação

Palestrante: João José Forni – Gestor de Crise

João José Forni, natural do RS, é formado em Letras e Jornalismo. É Mestre em Comunicação, pela Universidade de Brasília. E tem o curso MBA em Gestão Estratégica, pela Universidade de São Paulo-USP.  Começou no jornalismo, no interior do RS, exercendo também o magistério no nível médio e superior, além de redação e edição. Desde 1977 trabalha com assessoria de imprensa, com passagens pelas áreas de publicidade e promoções. Foi Gerente de Comunicação do Banco do Brasil durante vários anos, sendo responsável pelas áreas de imprensa, relações institucionais, comunicação interna e internet. De 2005 a 2007, após seis anos fora, voltou ao Banco do Brasil como Assessor Especial do Presidente. Foi Superintendente de Comunicação e Diretor Comercial e da Infraero, professor dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda e Assistente da direção do Curso de Comunicação Social do Centro Universitário de Brasília-UniCEUB. Atualmente, além de continuar a participar de seminários de comunicação, é instrutor de Media Training para executivos e professor dos Cursos de pós-graduação em Gestão em Comunicação nas Organizações, do UniCEUB e Assessoria em Comunicação Pública do IESB-Instituto de Educação Superior de Brasília. É criador e mantenedor de dois sites especializados em gestão de crise: http://www.jforni.jor.br e http://www.comunicacaoecrise.com.

Pesquisadores debatem catástrofes climáticas com deputados federais

28/04/2011 12:15

Sem preparação para desastres, a reconstrução é lenta

Florianópolis recebeu nos dias 25 e 26 de abril a visita da Comissão Especial de Medidas Preventivas Diante de Catástrofes.  O objetivo da visita foi conhecer as ações de prevenção e gestão de riscos e desastres realizadas pelos órgãos locais de Defesa Civil e pelo Centro Universitário de Estudos e Pesquisas sobre Desastres (Ceped-UFSC).

Na segunda, 25, a equipe foi recebida na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina, para uma audiência pública sobre prevenção de catástrofes climáticas. Em sua explanação, a presidenta da comissão, deputada federal Perpétua Almeida, expressou sua preocupação: “O Brasil precisa criar uma cultura de prevenção e para isso a Comissão está levantando informações, articulando instituições para preparar a população”.

O deputado federal e vice-presidente da comissão, Onofre Agostini, destacou o motivo de terem começado as visitas por Santa Catarina: “A UFSC tem um dos melhores estudos do Brasil sobre esses fenômenos que têm causado catástrofes. Viemos aqui para aprender como remediar e reduzir a situação dos nossos irmãos que sofrem com desastres”.

Sem preparação para desastres, a reconstrução é lenta

Na terça, 26, pela manhã, o grupo visitou o Morro do Baú, no município de Ilhota, acompanhado de dois pesquisadores do Ceped-UFSC. O prefeito de Ilhota, Ademar Felisky, mostrou as dificuldades de reconstrução que persistem dois anos após o desastre.

Na região do Baixo Baú, uma das que mais sofreu com o desastre de novembro de 2008, os deputados conversaram com a comunidade e ficaram chocados ao ver que os cinco mil habitantes ainda estão sem comunicação alguma. Não há telefone, nem rádio, pois a antena caiu em 2008 e até hoje não foi reconstruída. Não há nem mesmo um radioamador, que pode dar sinal de emergência em uma situação de desastre. No caso de nova ocorrência, a comunidade não tem como pedir ajuda. “A cada chuva mais forte, a comunidade fica bem assustada”, destacou Rita de Cássia Dutra, pesquisadora do Ceped- UFSC, que acompanhou o grupo na visita. “Pedimos aos deputados que pelo menos consigam restabelecer a antena para que a comunidade do conjunto do Baú volte a ter comunicação”, reivindicou o prefeito. Quando perguntado por um dos deputados se o município teria como responder a um novo desastre, ele foi categórico: “Não”.

“Precisamos de ajuda”

Durante a tarde os representantes da comissão se reuniram com a equipe do Ceped-UFSC no auditório da Fundação de Ensino e Engenharia de Santa Catarina  (Feesc) e foram apresentados aos projetos do Centro Universitário de Estudos e Pesquisas sobre Desastres em seus 10 anos de atuação em redução de riscos e desastres e seus trabalhos atuais, com uma explanação das leis que regem a proteção civil no país.

O deputado federal Glauber Braga, relator da comissão, contou sua experiência pessoal como sobrevivente da enxurrada que atingiu a região serrana em janeiro deste ano, quando ele próprio foi um dos atingidos e teve de deixar sua casa no município de Nova Friburgo, às pressas, segundos antes do local ser atingido por um deslizamento. “Temos que fazer a diferença na minimização de riscos e danos, mas principalmente, temos que salvar vidas”, disse o deputado.

A Comissão Especial de Medidas Preventivas Diante de Catástrofes foi formada após o desastre da região serrana e na primeira fase do cronograma o grupo visita instituições de referência em todo o país para conhecer o que existe em gestão de riscos e desastres e o que ainda precisa ser feito.  “Precisamos da ajuda de vocês para fazer esse relatório. Essas leis que foram mostradas aqui hoje, eu nem sei o que são”, disse o deputado federal Jorginho de Melo.

Na reunião também estiveram presentes pesquisadores e parceiros do Ceped-UFSC, como o Tenente Coronel da Polícia Militar Carlos Alberto de Araújo Gomes Junior, que ressaltou a importância de se pensar em construções que resistam a desastres, para que as comunidades como a do conjunto do Baú não percam sua estrutura básica. “A realidade depois do desastre é que a reconstrução é lenta e a população fica desamparada, por isso a prevenção e a preparação são tão importantes”, alertou.

Ao final da reunião, o diretor do Ceped-UFSC, professor Antônio Edésio Jungles, reafirmou a disposição do Centro para contribuir no que for necessário para a redução de riscos e desastres no Brasil.

Fonte: Ceped-UFSC
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Abertas inscrições para cursos e oficinas em filosofia e sociologia para professores da rede estadual

28/04/2011 10:51

Estão abertas as inscrições para os cursos e oficinas do Laboratório Interdisciplinar de Ensino de Filosofia e Sociologia (LEFIS), ligado ao Centro de Filosofia e Ciências Humanas da UFSC. O projeto acontece desde 2004 em uma parceria entre a UFSC e a Secretaria de Estado da Educação. O objetivo é colaborar com a  atualização de professores da rede estadual de educação.

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Livro reúne informações sobre insetos nocivos à saúde animal e humana

28/04/2011 08:18

Os insetos e suas relações com os homens, plantas, animais e ambiente são objeto de estudos da Entomologia. Numericamente se estima a existência de mais de um milhão de espécies (enquanto menos de cinco mil espécies de mamíferos já foram catalogadas). E mesmo representando uma pequena fração, os nocivos (como mosquitos, moscas, carrapatos, baratas e pulgas) podem prejudicar significativamente a vida de homens e animais.

A necessidade de aprofundamento e divulgação sobre as doenças ligadas aos insetos motivou o professor do Departamento de Microbiologia e Parasitologia da UFSC Carlos Brisola Marcondes a lançar a segunda edição de seu livro “Entomologia Médica Veterinária”. São 11 capítulos baseados nos 35 anos de estudos do autor e outros 15 capítulos assinados por outros pesquisadores da área.

O livro traz análises sobre os insetos de importância médica e veterinária no continente americano, levando em conta dois pilares dos estudos biológicos: a taxonomia (ciência de classificar) e a bioecologia (estudo do comportamento e relação dos seres vivos com o meio em que vivem). Para cada grupo há informações sobre identificação, biologia, importância médica, veterinária e controle.

“A primeira edição desta obra, lançada em 2001, teve ampla aceitação e tem contribuído para resolver problemas. Mas o aumento na incidência de doenças antes consideradas sem importância, como dengue e febre maculosa, e as dificuldades encontradas para o controle de muita delas, demonstram a necessidade de um conhecimento profundo dos vetores potenciais”, explica o professor do Centro de Ciências Biológicas, ressaltando a importância das pesquisas sobre agentes transmissores de doenças. “Esta segunda edição está mais atualizada e ampliada”, complementa.

Entre as novidades da edição há o acréscimo de capítulos sobre formigas e baratas, pois são raras as publicações abordando estes grupos de artrópodes com um enfoque médico. Outros capítulos acrescentados foram os de epidemiologia e capacidade vetorial, em que o professor Brisola introduz um cálculo matemático que demonstra o risco da dengue de acordo com o número de insetos encontrados em determinada região.

Segundo ele, as doenças que possuem os insetos como transmissores apresentam relação não apenas geográfica, mas também econômica. “O tema é importante quando analisamos os perenes problemas de saúde pública, e o controle dos artrópodes e das doenças com eles relacionadas devem ser feitos de modo integrado”, alerta o professor, pioneiro também na divulgação da terapia larval de moscas, tecnologia empregada no auxílio à limpeza de feridas crônicas ou infectadas. O livro é indicado para estudantes de graduação e pós-graduação da área biológica e médica, a profissionais de entomologia médica em vários níveis e ao público em geral interessado no assunto.

Mais informações: professor Carlos Brisola Marcondes / / (48) 3721-5208

Por Ana Luísa Funchal / Bolsista de Jornalismo na Agecom

Departamento de Ciências Contábeis promove 4º Congresso de Controladoria e Finanças e 4º Congresso de Iniciação Científica

28/04/2011 08:09

O Departamento de Ciências Contábeis da UFSC promove simultaneamente, entre 18 e 20 de abril, o 4º Congresso de Controladoria e Finanças e o 4º Congresso de Iniciação Científica em Contabilidade. O evento será realizado no Centro de Cultura e Eventos da UFSC. O público-alvo é composto por estudantes de graduação e pós-graduação, profissionais das áreas de contabilidade, administração, economia, engenharia de produção e direito, entre outras áreas afins.

O objetivo é divulgar a pesquisa científica na área de contábeis, favorecendo o intercâmbio de experiências e conhecimento produzidos por profissionais, estudantes, professores e pesquisadores dessa área. A palestra de abertura será realizada pelo professor Lino Martins da Silva (UERJ), com o tema “Desafios da Nova Contabilidade Pública”. A agenda prevê outras palestras e mesas-redondas, debatendo temas como finanças pessoais e nova contabilidade pública.

Haverá também apresentação de pôsteres e artigos acadêmicos, que foram divididos em quatro áreas temáticas: Controladoria e Contabilidade Social; Finanças e Mercado de Capital; Educação e Pesquisa em Contabilidade e Contabilidade para usuários externos.

Segundo a coordenação do evento, as inscrições através do site já atingiram seu limite. A última edição desses congressos ocorreu em novembro de 2009, em Florianópolis.

Mais informações: www.ccn.ufsc.br/congresso ou (48) 3721-9383 e 3721-6620

Por Darilson Barbosa/Bolsista de Jornalismo na Agecom

Congresso das Associações de Parkinson do Brasil será realizado na próxima semana

28/04/2011 08:04

A Associação Parkinson Santa Catarina (Apasc)  realiza nos dias 4, 5 e 6 de maio, na Colônia de Férias do SESC, Cacupé, em Florianópolis, o VI Congresso das Associações de Parkinson do Brasil. O evento é uma iniciativa da associação e da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O objetivo é congregar pessoas com parkinson, familiares, cuidadores, profissionais, estudantes e pessoas interessadas para compartilhar conhecimentos e vivências sobre a doença de Parkinson.

A inscrição deve ser feita pelo endereço www.parkinson-sc.com.br/congresso

Objetivos

  • Congregar as associações de Parkinson para debater questões a elas inerentes.
  • Refletir com os portadores e familiares seus direitos, assim como sua participação no controle social e na organização da sociedade civil.
  • Esclarecer e sensibilizar a comunidade em geral sobre a vivência das pessoas com a doença de Parkinson.
  • Discutir estratégias que contribuam para melhor qualidade de vida dos portadores da doença de Parkinson e seus familiares.
  • Comunicar e compartilhar experiências e estudos relacionados à temática no avanço do conhecimento e da atenção ao portador da doença de Parkinson e seus familiares.
  • Garantir e dar continuidade a periodicidade do Congresso das Associações de Parkinson do Brasil.

Outras informações pelo telefone (48)  3721-6651 ou pelo site www.parkinson-sc.com.br.

Abertas inscrições para concurso de cartazes sobre transfobia, lesbofobia e homofobia

28/04/2011 07:59

Estão abertas até o dia 6 de maio as inscrições para a terceira edição do concurso de cartazes realizado pelo Núcleo de identidades de Gênero e Subjetividades, ligado ao Laboratório de Antropologia Social da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O concurso faz parte das atividades desenvolvidas por meio do projeto de extensão “Papo Sério – Educação, Gênero e Sexualidades”, vinculado ao Departamento de Projetos de Extensão da UFSC com apoio do Núcleo de Educação e Prevenção da Grande Florianópolis (NEPRE), vinculado à Secretaria Municipal de Educação.

Na visão dos organizadores, a ausência da discussão sobre as violências de gênero em sala de aula pode perpetuar as possibilidades de situações discriminatórias na escola. Objetivo do concurso é estimular o debate sobre a transfobia, lesbofobia, homofobia, bem como outras expressões de violências presentes no ambiente escolar.

Podem participar do concurso alunos da rede pública de ensino da Grande Florianópolis. Os estudantes devem produzir cartazes que obedeçam à proposta do concurso, atuando sob orientação de professor ou profissional da educação de sua escola. Os interessados deverão enviar os cartazes obrigatoriamente em cartolina para o NIGS, com ficha de inscrição que está disponível no site do concurso. Os trabalhos serão avaliados quanto à criatividade, originalidade e comunicação.

Na semana de 9 a 13 de maio será realizada exposição no hall do Centro de Filosofia e Ciências Humanas. A mostra será integrada às atividades referentes ao Dia Mundial de Combate à Homofobia, 17 de maio. Além de certificados de participação, os autores dos cartazes vencedores receberão uma coleção de livros sobre Gênero, Educação e Sexualidades para as bibliotecas de suas escolas.

Veja o edital do concurso.

Mais informações pelo e-mail / fone (48) 8462-4283 / sites http://sites.google.com/site/concursonigs/ ou www.nigs.ufsc.br

Os Sonhadores no Cinep

28/04/2011 07:56

O Cinep (PET Serviço Social) apresenta Os Sonhadores (Direção de Bernardo Bertolucci), um drama que se passa em Paris durante Maio de 1968. A exibição acontecerá nesta sexta-feira, dia 29, às 16 horas, na Sala 217 do Centro Sócio-Econômico (CSE). Após o filme haverá debate.

Palestra sobre enobrecimento urbano nesta 5ª na UFSC

27/04/2011 17:53

A palestra Enobrecimento Urbano: balanços e perspectivas, será ministrada pelo professor Rogério Proença Leite, da Universidade Federal de Sergipe, nesta quinta-feira, dia 28 de abril, no miniauditório do CFH ( 3º piso), às 18h30min. Promoção conjunta do PGAU-Cidade/CTC (Urbanismo, História e Arquitetura da Cidade) e o PPGAS/ CFH ( Antropologia Social)

Informações: Maria Inês Sugai : /

Trio Karibu no Projeto 12:30 Acústico desta quinta

27/04/2011 17:45

O Trio Karibu se apresenta no Projeto 12:30 Acústico desta quinta-feira, dia 28, às 12h30, no Teatro da UFSC. O evento é gratuito e aberto à comunidade.

Três artistas de linguagens bastante distintas se juntaram, no início de 2010, para produzir um som que falasse sobre as influências que a cidade pode trazer às pessoas e suas relações: o trio Karibu é formado por François Muleka (violão e voz), Max Tommasi (bateria) e Trovão Rocha (baixo fretless).

Karibu é um termo que em Swahili (língua africana) expressa votos de boas vindas, denotando a vontade dos integrantes de apresentar músicas simples em arranjos complexos, porém acessíveis e interessantes para músicos e “não-músicos”. Em março de 2011, o grupo estreia o show Baile Perfumado, totalmente autoral, com parcerias e participações de amigos, como Amado João, parceiro na composição que dá nome ao espetáculo. O show, bem como o Trio, tem um clima bastante urbano e transpira as influências do rock, do jazz, dos ritmos do congo e do Brasil.

Em seu pouco tempo de existência, Karibu já se apresentou para diversas plateias. Os primeiros dois ensaios abertos aconteceram no Centro de Artes da UDESC, assim como o primeiro show, que aconteceu durante a Semana do Calouro, promovida pelo Diretório Acadêmico. Durante o verão de 2010/2011, o trio se apresentou algumas vezes nas festas da Casa da Música, república estudantil que promove festas que reúnem cerca de 500 pessoas para conhecer novas bandas de Florianópolis. Em março de 2011, Karibu apresentou pela primeira vez o Baile Perfumado, no teatro do SESC.

Os músicos

François Muleka: é filho de congoleses e cresceu numa atmosfera artística extremamente rica em que desde cedo conviveu com o universo do folclore, da pintura, música, danças e literaturas de várias regiões do Brasil e da África. Atua profissionalmente como músico desde 2002 em shows pelo Brasil, Argentina e França.

Max Tommasi: toca bateria com várias bandas em Florianópolis. Já acompanhou os Stereo Tipos e Rafa Brasileiro (compositor de Canção da Bailarina e Meu Nego). Graduando em Artes Visuais na UDESC, divide suas habilidades artísticas entre a pintura e a música. É famoso por seus grooves, de funk e black music.

Trovão Rocha: começou a estudar contrabaixo aos 14 anos com o contra-baixista Renato Valério. Dos 14 aos 17 participou de bandas de diversos estilos, tocando na noite de Florianópolis, até o ano de 2006 onde ingressa no curso de licenciatura em música da Universidade do Estado de Santa Catarina. Nesse curso teve a oportunidade de estudar harmonia e arranjo com Sérgio Freitas, arranjo e improvisação com Leonardo Garcia, análise com Guilherme Sauer Bronn e composição com Acácio Tadeu Piedade. Fora de sua vida acadêmica participou de diversas oficinas e workshops, onde teve a oportunidade de estudar e tocar com diversos músicos importantes do cenário instrumental brasileiro como: Ronaldo Saggiorato, André Neiva, Daniel Santiago, Gabriel Grossi, André Vasconcelos, André Marques, Paulo Braga, Genil Castro, Thiago do Espírito Santo, Arismar do Espírito Santo, Endrigo Betega e Jorge Helder.

Projeto 12:30

O Projeto 12:30 é realizado pelo Departamento Artístico Cultural (DAC), vinculado à Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte) da UFSC e apresenta semanalmente atrações de cunho cultural, grupos de música, dança e teatro, nas versões ao ar livre na Concha Acústica e na versão acústico, quinzenalmente, no Teatro da UFSC.

Criado em 1986, foi a partir de 1993 que os shows passaram a ser realizados semanalmente na praça central do campus, a Praça da Cidadania, onde estão a Concha Acústica da UFSC e o Varandão do CCE. A cada ano, em cerca de 60 shows, mais de 300 artistas se apresentam para um público estimado em 20 mil pessoas.

Inscrições abertas

Artistas interessados em se apresentar no projeto dentro do campus da UFSC devem entrar em contato com o DAC através dos telefones (48) 3721-9348 / 3721-9447 ou por e-mail, enviando mensagem para Mais informações, sobre como participar do projeto, estão disponíveis no site www.dac.ufsc.br. As inscrições estão abertas.

SERVIÇO:

O QUÊ: Apresentação musical com Trio Karibu

QUANDO: Dia 28 de abril de 2011, quinta-feira, às 12h30

ONDE: Projeto 12:30 Acústico, no Teatro da UFSC, , Trindade, Florianópolis-SC

QUANTO: Gratuito e aberto à comunidade.

CONTATO: Nina Bamberg – Produtora executiva: (48) 8833-3224 e 9650-2035.

No Myspace: myspace.com/triokaribu – No Facebook, como Trio Karibu.

Fonte: Kadu Reis – Acadêmico de Jornalismo, Assessoria de Imprensa do Projeto 12:30, DAC: SECARTE: UFSC, com informações e foto do grupo.

Seminário internacional apresenta projeto de apoio à gestão da costa

27/04/2011 17:33

Com a ferramenta será possível prever alterações da costa, erosões e áreas suscetíveis aos efeitos da mudança do clima. Foto: Renato Eckel

O Programa de Pós-Graduação em Geografia e o Laboratório de Oceanografia Costeira da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promovem o Seminário Internacional: Metodologias e Ferramentas de Apoio à Gestão da Costa (Integração Brasil – Espanha), no dia 13 de maio, das 8h30 às 12h, no auditório do Centro Sócio-Econômico (CSE).

O seminário Internacional SMC-Brasil tem como objetivo divulgar o projeto estabelecido na cooperação técnica internacional entre o Brasil e a Espanha. O projeto é baseado na transferência de metodologias e ferramentas numéricas de modelagem de terreno para o gerenciamento costeiro brasileiro, utilizando a ferramenta SMC – Sistema de Modelagem Costeira.

Além disso, busca alcançar outras instituições acadêmicas brasileiras, além das que já estão no projeto, bem como instituições públicas responsáveis pela gestão da costa no Brasil, a fim de ampliar as parcerias brasileiras e de se construir um arranjo institucional para o fomento, manutenção e difusão.

PALESTRAS

8h30 – 9h – El Instituto de Hidráulica Ambiental de la Universidad de Cantabria (IH-Cantabria) (IHC- prof. Raúl Medina)

9h10 – 10h – Sistema de Modelagem Costeira Brasileiro SMC- Brasil (IHC- prof. Mauricio González)

10h – 10h30 – INTERVALO

10h30 – 11h10 – Experiencia española en obras de protección costera y actuaciones en la costa (MMA/España – Dr. Jordi Galofré)

11h20 – 12h – Futuros retos de investigación en zonas costeras: Avaliação do Impacto das Mudanças Climáticas. Avaliação da periculosidade e risco de derrames de hidrocarbonetos, Energías renovables (IH-Cantábria – prof. Raúl Medina)

Outras informações pelo telefone (48) 3721-9286.

Margareth Rossi/Jornalista da Agecom

Acessibilidade é debatida no Museu Universitário

27/04/2011 13:02

Quando concluiu a graduação em Educação Artística na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), em 1980, Amanda Pinto da Fonseca Tojal mal sabia o significado da palavra acessibilidade. Foi sorrindo que comemorou o fato de haver na plateia da quinta edição do projeto Museu em Curso – que aconteceu na terça, 26/04, no auditório do Museu Universitário – estudantes interessados em discutir o acesso de todos às obras acolhidas permanentemente ou por tempo determinado em espaços destinados à arte.

Coordenadora do Programa Educativo Públicos Especiais e do curso de extensão cultural Ensino da Arte na Educação Especial e Inclusiva, ambos da Pinacoteca do Estado de São Paulo, Amanda começou a se dedicar aos estudos da acessibilidade em 1991. “Temos que pensar que o caminho para a inclusão é diferenciado. As trocas são sempre importantes, mas assustam. Precisamos nos preparar, e mesmo assim sinto que falta [atingir uma comunicação mais efetiva]”.

Qualquer instituição, explica Amanda, dificilmente consegue ser 100% inclusiva. “Quando falamos em contemplar os cegos, já pensamos no braile. Só que muitas pessoas ficam cegas por causa da diabetes, que também causa a diminuição da sensibilidade nos dedos. Ou seja: há cegos que não leem em braile. Vamos conseguir incluir a todos? Não, mas a maioria pode ser considerada. Devemos fazer o nosso melhor; todo acesso é um passo a mais, é um ganho”.

Acessibilidade em 1/4 – A estimativa é que as instituições que se propõem a adaptar estrutura, atendimento e acervo só atinjam 25% das metas propostas para a inclusão; é que as barreiras são inúmeras. Um prédio tombado como patrimônio histórico, como é o caso do edifício que sedia a Pinacoteca (erguido em 1905), tem uma série de restrições quanto a modificações estruturais. “Não pudemos construir rampa no acesso principal da Pinacoteca, apenas numa das entradas laterais, e o elevador foi instalado na parte externa do prédio. Não é o ideal, mas já facilita a entrada de pessoas com deficiência”, explica Amanda.

A adaptação do acervo se constitui um processo complexo: é necessária toda uma equipe para elaborar catálogos e áudio-descrições, e esse também é um dos motivos pelos quais as mostras temporárias geralmente não se tornam acessíveis, já que o tempo para se confeccionar os materiais muitas vezes extrapola o da exposição. Há também a questão financeira – verbas raramente são alocadas para a acessibilidade – e o fato de que as exposições costumam chegar aos museus em “pacotes fechados”: os curadores deixam registradas todas as especificações de como as obras e instalações devem estar dispostas, e é comum não permitirem alterações.

A lei federal 10.098/00 define a acessibilidade como “possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos transportes e dos sistemas e meios de comunicação, por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida”. Já dentro de um museu, Amanda esclarece que a acessibilidade se traduz em obter informações, compreendê-las e chegar até elas. “O museu deve falar para seu público. É uma função social, educativa, de lazer e de fruição. Às vezes as pessoas que organizam uma exposição não pensam nisso”.

Três pontos fortes – A arte educadora defende que a acessibilidade nos espaços que abrigam a arte deve ter caráter interdisciplinar. “Arquitetura, expografia e ação educativa: é uma grande luta considerar os três igualmente importantes”.

A arquitetura é o ponto mais lembrado quando se fala em acesso às pessoas com deficiência, mas vai além das rampas; a circulação, a segurança, o estacionamento e também a iluminação devem ser considerados. “É necessário pensar que as bancadas que apóiam as obras devem ser mais baixas, com base mais delgada, a fim de permitir que os cadeirantes – e crianças – possam observá-las de perto e num nível mais próximo ao dos olhos”.

A expografia é o conceito do conteúdo que o museu vai apresentar, e a ação educativa complementa a tríade: tem a função de chamar o público, direta ou indiretamente, auxiliando-o a interpretar e compreender as obras.

Durante o processo de adaptação, Amanda entende que é fundamental o diálogo com o público contemplado. “Só ler sobre acessibilidade não adianta. É necessário ir nas instituições que atendem às pessoas com deficiência, criar uma parceria. De nada serve colocar etiquetas em braile junto aos títulos se os cegos e pessoas de baixa visão não podem tocar nas obras. Não é eficaz, também, apenas disponibilizar áudio-descrições. Se for para ouvir sobre as peças, as pessoas podem escutar em casa. Quando se vai ao museu, a vontade é de interagir efetivamente com a arte”, ressalta.

Se para as pessoas com deficiência visual são feitas descrições, reproduções em relevo e também maquetes tridimensionais das pinturas, as palavras recebem atenção especial quando a acessibilidade se volta às pessoas surdas. “Além de muitos não lidarem com o vocabulário artístico, as palavras abstratas são raras dentro do gestual da Libras. Trabalhamos então com jogo de palavras e fotos que se assemelham às pinturas e esculturas”.

Oito anos de luta – Amanda lembra que todas as adaptações pelas quais a Pinacoteca passou foram duramente conquistadas. “Pouco a pouco conseguimos cada alteração. Foram quatro anos até retiramos o tapete vermelho da entrada, que vivia enroscando nas cadeiras de rodas”. Em oito anos vieram o piso tátil – permitido apenas porque não danifica o piso original -, as visitas acompanhadas por educadores especializados, o catálogo em braile e também em tinta (com letras em tamanho maior), o guia para o público surdo, as maquetes visuais e táteis – entre eles, uma boneca de pano de cabeça pequena e pés grandes, que faz entender a tela O Abaporu, de Tarsila do Amaral – e o treinamento dos funcionários (desde saber manejar uma cadeira de rodas até aprender os fundamentos da Libras).

Os caminhos abertos propiciaram a experiência que agora a Pinacoteca compartilha em cursos de ensino da arte na educação especial e inclusiva para a capacitação de educadores e profissionais das áreas de artes, museus e saúde.

Para todos? – Apesar de todo o trabalho na direção da inclusão, as manifestações do público são diárias. “Há pessoas que reclamam de não terem acesso às doze obras da Galeria Tátil de Esculturas Brasileiras, que é um espaço só para os cegos, com peças em bronze aparafusadas nas bases, próprias para o toque. Dizem que o trabalho não inclui, e sim exclui os outros públicos. Defendo que nos baseamos no princípio da equidade: nossa proposta é tratar de maneira distinta os que não estão em condições de igualdade, exatamente para que relações justas sejam construídas”.  Durante os vinte anos que se dedica ao tema, a arte educadora afirma que a troca é recompensadora.  “O que ganhamos? Ganhamos nos humanizando”.

Por Cláudia Schaun Reis/ Jornalista na Agecom

UFSC elabora projeto de certificação ambiental dos portos brasileiros

27/04/2011 10:34
As primeiras ações do governo federal para revitalizar os portos aconteceram em 2001, mas somente seis anos depois é que o projeto teve um andamento efetivo

As primeiras ações do governo federal para revitalizar os portos aconteceram em 2001, mas somente seis anos depois é que o projeto teve um andamento efetivo - Foto: Paulo Noronha

O processo de adequação ambiental e a modernização dos portos brasileiros contará com a participação da Universidade Federal de Santa Catarina. Em visita realizada na manhã desta terça-feira, dia 26, à Fundação de Amparo à Pesquisa e Extensão Universitária (Fapeu) e ao reitor em exercício, Carlos Alberto Justo da Silva, o secretário de Planejamento e Desenvolvimento Portuário da presidência da República, Antonio Maurício Ferreira Netto, discutiu o projeto que será elaborado pela Universidade visando à certificação ambiental de operação de mais de 30 portos no país. “A escolha da UFSC foi feita por causa de sua excelência”, afirmou o secretário.

As primeiras ações do governo federal para revitalizar os portos aconteceram em 2001, mas somente seis anos depois é que o projeto teve um andamento efetivo. Mesmo assim, hoje, apenas três terminais públicos têm licença de operação – os outros funcionam irregularmente, do ponto de vista ambiental. Um decreto em vias de ser assinado pela presidente Dilma Rousseff vai instituir um termo de referência padrão, ao qual os portos terão de aderir para, dentro de dois anos, estarem certificados e poderem atuar dentro das normas legais. “Nesta etapa, é possível que as regras sejam simplificadas, porém terão mais efetividade”, diz Antonio Ferreira Netto.

A previsão da Secretaria de Portos é despender R$ 140 milhões em três anos para adequar os portos às exigências ambientais e de gestão que vão melhorar a sua produtividade e eficiência. Contudo, no médio prazo, os investimentos na modernização portuária vão superar R$ 1 bilhão, tornando todos os terminais auto-sustentáveis e colocando-os no mesmo patamar dos maiores portos estrangeiros.

Referência no país – Uma vez incluídos no programa, os portos criarão unidades de gestão ambiental próprias e, a partir do treinamento de seus técnicos, manterão esse status de forma permanente. Hoje, o porto de Santos, por exemplo, está em processo de licenciamento, enquanto Itaguaí (RJ), Vitória (ES) e Natal (RN), entre outros, não estão regulamentados. Em Santa Catarina, São Francisco do Sul é uma referência muito positiva”, diz a diretora de Revitalização e Modernização Portuária, Mônica Nunes, que acompanhava o secretário. “Nesta área, Santa Catarina está no primeiro mundo”, garantiu Ferreira Netto.

“Uma vez implantada nos grandes portos, a metodologia será aplicadas nos demais”, informa o secretário. Esta metodologia, que será criada sob a coordenação da UFSC, transformará para melhor portos que estão operando da mesma forma há mais de um século, assim como outros mais recentes, mas que igualmente precisam ser revitalizados e licenciados para funcionaram dentro das novas regras.

Inserção dos portos – “Queremos dar status de regularidade ao que está irregular”, resume o secretário ao falar dos planos da Secretaria de Portos da presidência. Uma das preocupações é promover a inserção de cada porto na cidade, na região e no Estado aos quais pertence, se confundindo, e não destoando desse ambiente. Considerados áreas de fronteira, eles precisam se proteger, e ao mesmo tempo ser incluídos nos projetos de desenvolvimento urbano dos municípios onde se localizam. “Por isso, nosso projeto foi e continua sendo discutido à exaustão”, afirmou o secretário.

Presente na reunião, o professor Ariovaldo Bolzan disse que toda a competência da Universidade Federal de Santa Catarina será mobilizada para o desenvolvimento do plano, gerando o conhecimento necessário e harmonizando ações para isso. De sua parte, a Fapeu vai viabilizar a participação da UFSC do ponto de vista financeiro e institucional. Um dos desafios será propor um plano que transforme os portos em âncoras do desenvolvimento local, conciliando a vocação econômica das cidades com os seus aspectos históricos, culturais e de identidade, fortalecidos ao longo dos anos.

2° Encontro Municipal da Juventude

27/04/2011 09:38

A UFSC vai sediar o 2° Encontro Municipal da Juventude na segunda, dia 9 de maio, das 9h às 18h, no Centro de Cultura e Eventos e na Concha Acústica.

Na programação estão incluídas ações sociais, apresentações culturais, oficinas, esporte, palestras e serviços, como a confecção de documentos (RG, CPF, Carteira de Trabalho e Título de Eleitor) e orientação nutricional.

Informações: 3251-6206 ou .

Projeto 12:30 recebe banda Jato de Areia nesta quarta-feira

27/04/2011 09:26

Várias bandas de rock internacionalmente consagradas estão no repertório da Jato de Areia

A banda Jato de Areia é a atração do Projeto 12:30 desta quarta-feira, 27 de abril. A apresentação acontece na Concha Acústica da UFSC, às 12h30min, é gratuita e aberta à comunidade.

A Jato de Areia Rock Band existe há três anos com formação completa e com formação fixa há dois anos.  A banda dedicou seu primeiro ano para aprimoramento e aperfeiçoamento, ensaiando as músicas em estúdios. Atualmente possui um local próprio e está trabalhando com divulgações e shows em casas conceituadas da região. Recentemente foram atração da Donovan Irish Pub, no Centro de Florianópolis.

Várias bandas de rock internacionalmente consagradas estão em seu repertório. Há clássicos como The Beatles, Creedence e Pink Floyd, além de grupos contemporâneos como Kings of Leon, Red Hot Chili Peppers e Foo Fighters. Também tocam um estilo mais pesado como Marylin Manson, Rage Against The Machine e Metallica. A única banda brasileira que se encontra em seu repertório é Raimundos.

Integrantes:

André Soares Alves: Vocal e Guitarra
Marcio Rogério de Souza Segalla: Guitarra
Israel Orlli Duarte: Baixo
Jorge Luis Zuculo Sobrinho

Projeto 12:30

O projeto 12:30 é realizado pelo Departamento Artístico Cultural (DAC), vinculado à Secretaria de Cultura e Arte da UFSC e apresenta semanalmente atrações de cunho cultural de música, dança e teatro. As apresentações acontecem todas as quartas-feiras, ao ar livre, na Concha Acústica, e quinzenalmente, às quintas-feiras, no Projeto 12:30 Acústico, no Teatro da UFSC.

Artistas e grupos interessados em se apresentar no projeto dentro do campus da UFSC devem entrar em contato com o DAC através dos telefones (48) 3721-9348 / 3721-9447 ou por e-mail, enviando mensagem para

Serviço:

O QUÊ: Apresentação da banda Jato de Areia.
ONDE: Projeto 12:30 na Concha Acústica da UFSC, Praça da Cidadania, Campus Universitário, Florianópolis-SC.
QUANDO: Dia 27 de abril, quarta-feira, às 12h30min.
QUANTO: Gratuito, aberto à comunidade.
CONTATO: Banda: (48) 3035-5573 – Visite www.dac.ufsc.br

Fonte: Kadu Reis – Acadêmico de Jornalismo, Assessoria de Imprensa do Projeto 12:30, DAC: SeCArte: UFSC, com informações e foto do grupo.

Obra defende a construção de cenários de futuro para a educação

27/04/2011 09:21

Se o mundo contemporâneo vive a era das incertezas, não são elas que governam as ações humanas: é preciso antever o futuro e estabelecer estratégias para superar desafios e alcançar objetivos. A prospecção ou os estudos do futuro, largamente aplicados na área produtiva, podem ser muito eficazes também no campo da educação e da gestão do conhecimento, no sentido de colocar as instituições de ensino à frente do seu tempo. É o que demonstra o educador Juares da Silva Thiesen, que lança, às 19 horas de quarta-feira, dia 27 de abril, na livraria Livros & Livros, no Centro de Florianópolis, o livro O Futuro da Educação – Contribuições da Gestão do Conhecimento, pela Papirus Editora.

Professor do Centro de Ciências da Educação e doutor em Ciências Pedagógicas e em Engenharia e Gestão do Conhecimento pela UFSC, Thiesen convida a pensar e planejar estrategicamente a educação para os próximos 20 ou 30 anos. De forma inédita, o livro traz para a educação a possibilidade de prospectar e analisar cenários de futuro, uma ferramenta de planejamento estratégico largamente utilizada em outras áreas, mas que precisava ser desenvolvida considerando as especificidades desse campo do saber, como explica Thiesen.

A metodologia para a construção de cenários prospectivos já é relativamente conhecida no mundo das empresas privadas e das organizações estatais que lidam com atividade produtiva. “Vem sendo utilizada de modo crescente no Brasil, auxiliando organizações na tomada de decisão e na formulação de planejamentos de médio e longo prazo”, explica Thiesen, que já foi diretor de escola, coordenador de Gerência Regional de Ensino e ocupou o cargo de diretor de Educação Básica da Secretaria de Estado da Educação.

Resultado de três anos de estudos do autor, o livro apresenta uma metodologia passível de ser aplicada em qualquer sistema de educação, seja ele federal, estadual ou municipal. Partindo de uma base teórica interdisciplinar, com evidência para autores como o teórico francês da administração Michael Godet e o brasileiro Milton Santos, entrecruza filosofia, pedagogia, administração e outras áreas. Em sua obra, lançada com apoio da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte), Thiesen convida a fazer do presente um laboratório de experimentação de futuros possíveis para que a educação seja capaz de dar resposta aos desafios da sociedade contemporânea.

Mais informações: 3721-9459.

Inventário Florístico-Florestal de Santa Catarina será divulgado em maio

26/04/2011 15:44
A equipe que realizou o inventário foi formada por integrantes da FURB, UFSC, Epagri e Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Rural

A equipe que realizou o inventário foi formada por integrantes da FURB, UFSC, Epagri e Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Rural

Os resultados de quase cinco anos de investigações sobre as florestas do Estado serão anunciados nos dias 4, 5 e 6 de maio, no Teatro Carlos Gomes, em Blumenau. Os dados a serem divulgados durante o II Seminário do Inventário Florístico-Florestal de Santa Catarina servirão para orientar políticas públicas voltadas à preservação e ao uso sustentável dos recursos florestais no estado, além de revelarem ameaças à cobertura vegetal no território catarinense.

Entre as 142 espécies da flora nativa usadas pela população destacam-se o palmito, a araucária, a bracatinga, a espinheira-santa e o butiá, seja para consumo, venda, exploração da madeira ou para fins medicinais.  Isso foi constatado nos trabalhos de campo feitos em 550 pontos do estado, segundo Caroline Heidrich Seibert, coordenadora de projetos da Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina (Fapesc).

A instituição repassou mais de R$5,3 milhões para o Inventário Florístico-Florestal, realizado em parceria pela FURB, UFSC, Epagri e Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Rural.

O levantamento do que sobrou de florestas no estado teve início em 2005 no Planalto Serrano, seguiu pelo oeste, passando pela Serra Geral até chegar ao litoral.  Os trabalhos incluíram a avaliação da importância socioeconômica e cultural dos recursos florestais – especialmente das espécies ameaçadas de extinção – por meio de entrevistas com as comunidades de cada região catarinense. Todas as informações coletadas farão parte de um banco de dados público. Resultados parciais podem ser conferidos no portal www.iff-sc.com.br.

“Além do portal, será criado um Sistema de Informações Florestais que organize e integre informações biofísicas
e socioeconômicas”, acrescenta a bióloga Caroline. “Os dados poderão ser visualizados a partir de mapas, gráficos
e tabelas pelo Sistema de Informações Geográficas, permitindo que a comunidade tenha acesso às informações
na forma ilustrada.”

Muitos destes dados serão detalhados no seminário que está sendo organizado pela FURB. Inscrições para o evento no
site www.furb.br/inventario.

Informações: 3215-1208.

Por Heloisa Dallanhol/ Assessora de Imprensa da Fapesc

Museu em curso desta terça discute experiências de acessibilidade

26/04/2011 15:30

A questão da acessibilidade de pessoas com deficiência em museus e instituições culturais está em foco na quinta palestra do projeto Museu em Curso. Nesta terça, 26/04, das 16 às 18 horas, no auditório do Museu Universitário Osvaldo Rodrigues Cabral, a educadora de museus Amanda da Fonseca Tojal abordará o tema “Museu e Acessibilidade”, tendo em vista a implementação da Política de Acessibilidade na UFSC e no Museu Universitário. Coordenadora do “Programa Educativo Públicos Especiais”, da Pinacoteca do Estado de São Paulo, Amanda falará sobre as experiências com ações educativas inclusivas desenvolvidas na sua instituição.
O evento servirá como subsídio para a adoção de procedimentos inclusivos e de acessibilidade no Museu Universitário, conforme explica a diretora Teresa Fossari. “A equipe tem uma grande preocupação com a inclusão de pessoas com deficiência, tanto no projeto expográfico, como no projeto arquitetônico do novo prédio”. Por isso, o Museu em Curso convidou uma pesquisadora experiente na área para assessorar na definição de um programa educativo voltado a públicos visitantes especiais. Também foi convidada a participar do debate a assistente social Corina Espíndola, coordenadora do Programa de Implementação da Política Universal de Acessibilidade na UFSC, que foi oficializado em dezembro do ano passado, com a criação do Comitê de Acessibilidade, vinculado à Pró-Reitoria de Ensino de Graduação.
Desde a sua concepção, a proposta arquitetônica da nova sede do MU prevê rampas de acesso para cadeirantes e piso tátil para portadores de deficiência visual. Diversos recursos vão facilitar a circulação pelos corredores internos e fruição dos acervos expostos a pessoas com necessidades especiais. Incluem-se aí legendas e textos em Braille, pisos táteis marcando o percurso da exposição, áudio-guia e intérprete da língua dos sinais, regulação da altura das vitrines e dos textos de apoio para ficarem ao alcance de cadeirantes, maquetes táteis, áudios-visuais com legenda, entre outros. No caso de pessoas com dupla deficiência, como os surdos-cegos, Corina lembra que será necessário adotar guias-intérpretes capacitados para escrever as mensagens na mão do visitante ou manipular os seus dedos para produzir os sinais de Libras.
Promover a formação de profissionais da área e proporcionar a discussão sobre temas relativos aos museus é o objetivo do projeto Museu em Curso, uma realização da Secretaria de Cultura e Arte e Museu Universitário Professor Oswaldo Rodrigues Cabral, em parceria com a Associação dos Amigos do Museu Universitário. A cada mês, o projeto realiza uma palestra voltada para as diversas áreas da teoria e da prática museológica. Os participantes do evento receberão certificados.

A palestrante:

Amanda Pinto da Fonseca Tojal concluiu o doutorado em Ciências da Informação pela Escola de Comunicações e Artes da USP, o mestrado em Artes pela ECA-USP, a especialização em Museologia pela Faculdade de Sociologia e Política de São Paulo e o Curso Superior em Licenciatura em Educação Artística pela Faculdade de Artes Plásticas da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP). Além do programa educativo para públicos especiais, coordena na Pinacoteca de São Paulo o curso de extensão cultural “Ensino da arte na educação especial e inclusiva”. Presta atualmente consultorias em acessibilidade e ação educativa inclusiva em museus e instituições culturais.

Serviço:

O quê: Museu em curso, palestra com Amada Tojal
Quando: 26 de abril de 2011, das 16h às 18h
Onde: Auditório do Museu Universitário
Quanto: Entrada franca
Informações: 48 3721-8604 ou 9325
e-mail:

Po Raquel Wandelli/ Jornalista na SeCArte

Obra defende construção de cenários de futuro para a educação

26/04/2011 11:21

Se o mundo contemporâneo vive a era das incertezas, não são elas que governam as ações humanas: é preciso antever o futuro e estabelecer estratégias para superar desafios e alcançar objetivos. A prospecção ou os estudos do futuro, largamente aplicados na área produtiva, podem ser muito eficazes também no campo da educação e da gestão do conhecimento, no sentido de colocar as instituições de ensino à frente do seu tempo. É o que demonstra o educador Juares da Silva Thiesen, que lança, às 19 horas desta quarta-feira, dia 27 de abril, na livraria Livros & Livros, no Centro de Florianópolis, o livro O Futuro da Educação – Contribuições da Gestão do Conhecimento, pela Papirus Editora.

Professor do Centro de Ciências da Educação e doutor em Ciências Pedagógicas e em Engenharia e Gestão do Conhecimento pela UFSC, Thiesen convida a pensar e planejar estrategicamente a educação para os próximos 20 ou 30 anos. De forma inédita, o livro traz para a educação a possibilidade de prospectar e analisar cenários de futuro, uma ferramenta de planejamento estratégico largamente utilizada em outras áreas, mas que precisava ser desenvolvida considerando as especificidades desse campo do saber, como explica Thiesen.

A metodologia para a construção de cenários prospectivos já é relativamente conhecida no mundo das empresas privadas e das organizações estatais que lidam com atividade produtiva. “Vem sendo utilizada de modo crescente no Brasil, auxiliando organizações na tomada de decisão e na formulação de planejamentos de médio e longo prazo”, explica Thiesen, que já foi diretor de escola, coordenador de Gerência Regional de Ensino e ocupou o cargo de diretor de Educação Básica da Secretaria de Estado da Educação.

Resultado de três anos de estudos do autor, o livro apresenta uma metodologia passível de ser aplicada em qualquer sistema de educação, seja ele federal, estadual ou municipal. Partindo de uma base teórica interdisciplinar, com evidência para autores como o teórico francês da administração Michael Godet e o brasileiro Milton Santos, entrecruza filosofia, pedagogia, administração e outras áreas. Em sua obra, lançada com apoio da Secretaria de Cultura e Arte, Thiesen convida a fazer do presente um laboratório de experimentação de futuros possíveis para que a educação seja capaz de dar resposta aos desafios da sociedade contemporânea.

Por Raquel Wandelli / Assessora de Comunicação da SeCArte /  / / 9911-0524  / 3721-9459