Reitoria e Comando Local dialogam sobre a greve

10/06/2011 15:43

O reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Alvaro Toubes Prata, conversa nesta segunda, 13/06, com os trabalhadores técnico-administrativos em greve desde o dia 6. A audiência foi solicitada, por escrito, pelo Comando Local de Greve, já informado sobre a disposição da Reitoria.

O movimento grevista, que atinge 27 universidades, foi deflagrado por orientação da Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras (Fasubra). A pauta inclui, entre outras reivindicações, reajuste salarial, piso de três mínimos, racionalização dos cargos e abertura de concursos públicos.

Na UFSC, além da adesão parcial de vários setores, a greve paralisou o Restaurante Universitário (RU) e fechou as portas da Biblioteca Universitária (BU). A Administração Central está viabilizando uma alternativa de alimentação para os estudantes cadastrados como vulneráveis em termos socioeconômicos.

Todos os dias a Administração está avaliando e acompanhando os desdobramentos do movimento paredista. A postura da Reitoria, segundo o chefe do Gabinete, José Carlos Petrus, é de diálogo e de respeito à autonomia da categoria, considerando as reivindicações justas. “Vamos manter aberto o canal de comunicação”, sublinhou.

Em nível nacional, a Fasubra e a Andifes se esforçam para abrir as negociações com o Governo Federal.

Mais informações: 3721-9220 ou 3721-9614 / www.sintufsc.ufsc.br /  www.fasubra.org.br

‘Conversas sobre os Portugueses’ acontece nesta terça

10/06/2011 14:53

Povoamento, colonização, construção de um sistema defensivo para a Ilha e período imperial serão alguns dos temas abordados na mesa redonda “Conversas sobre os Portugueses”, que acontece na terça, 14/06, no auditório do Museu histórico de Santa Catarina.

Organizada pelo Núcleo de Estudos Açorianos (NEA) da UFSC, em parceria com a Fundação Catarinense de Cultura, o evento comemora o Dia de Portugal, 10 de junho, que é também dedicado a Camões, expressão máxima da literatura portuguesa. A mesa redonda, gratuita e aberta ao público, começa às 19 horas.
Para compor a mesa foram convidados o professor João Lupi, cônsul de Portugal em Florianópolis e professor de Filosofia da UFSC, e o arquiteto Roberto Tonera, responsável pelos projetos de restauração e conservação das Fortalezas e Fortalezas Multimídia. O encontro ainda contará com a presença de Maria de Graça Castanho, responsável pela Direção Regional das Comunidades do Governo dos Açores. O órgão é responsável pelo acompanhamento histórico da diáspora açoriana e os intercâmbios com as comunidades açorianas espalhadas pelo mundo.

Assuntos como a instalação dos portugueses em Santa Catarina, as vicissitudes de Portugal, a diversidade da emigração para o Brasil e a herança deixada pelo povo português farão parte das discussões da mesa redonda. João Lupi e Roberto Tonera ainda abordarão o tema: “O português que não se vê, mas se ouve e sente”. Maria de Graça Castanho apresentará as novas diretrizes da presidência da Região Autônoma dos Açores e sua atuação junto com as comunidades açorianas da diáspora.
Além da mesa redonda, os participantes poderão apreciar as exposições “Os Portugueses na Ilha de Santa Catarina” e “Fortalezas da Ilha de Santa Catarina”, que também estão montadas no Museu histórico.

Serviço:

Data: 14 de junho
Horário: às 19h
Local: Auditório do Museu histórico de Santa Catarina.
Praça XV de Novembro – Florianópolis – SC
Informações: Joi – 3721.8605 ou 3028.8091

Por Marcela Borges/ Bolsista de Jornalismo na SeCArte/UFSC

Saiba mais sobre o Dia de Portugal:

Exposições culturais marcam o Dia de Portugal

CCE promove Seminário Brasil-Argentina de Pesquisa e Investigação em Jornalismo

10/06/2011 12:23
Angelina Nunes, do jornal O Globo, na mesa "Os compromissos do jornalista e do pesquisador acadêmico"

Angelina Nunes, do jornal O Globo, na mesa "Os compromissos do jornalista e do pesquisador acadêmico"

Começou nesta quinta-feira, dia 9, no auditório Henrique Fontes do CCE, o 1º Seminário Brasil-Argentina de Pesquisa e Investigação em Jornalismo. O evento reúne pesquisadores, professores, profissionais e alunos dos dois países para discutir técnicas investigativas, pesquisa, situação da imprensa e inserção da atividade jornalística na sociedade. A promoção é do Observatório da Ética Jornalística (objETHOS, http://objethos.wordpress.com/ ) e do Programa de Pós-Graduação em Jornalismo (PosJor, http://www.posjor.ufsc.br). Segundo Francisco José Karam, coordenador do seminário, nos dois dias do encontro o objetivo é mostrar a preocupação do jornalismo com os rumos da sociedade.

Na composição da mesa de abertura estiveram presentes o professor Washington Uranga, da Universidad Nacional de Quilmes, Universidad de Buenos Aires e jornal Página 12 (jornal de Buenos Aires); o jornalista Jose Roberto de Toledo, do jornal O Estado de S. Paulo e o jornalista e escritor Eduardo Blaustein (Buenos Aires). Atuou como mediador o jornalista Sérgio Murillo de Andrade, representante da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj).

Os três convidados discursaram sobre pontos diferentes da atividade jornalística. O primeiro, José Toledo, explicou a relevância do jornalismo para a população. “Há muita informação na sociedade moderna, e ela pode ser entendida como tijolos. Dependendo de como serão organizados podem ser entulho, puxadinho, ou pirâmide. Os jornalistas são os arquitetos e os pedreiros dessa informação”. Toledo ainda explicou métodos de Reportagem Assistida por Computador (RAC), uma ferramenta que possibilita cruzamento de banco de dados pela internet para construção de notícias.

Eduardo Blaustein falou sobre o jornalismo durante a ditadura no seu país. “Escrevia-se com medo e de forma obscura na Argentina”. Ele disse que atualmente há dois problemas. “A precarização dos modos de produção dos jornais e o empobrecimento das indústrias culturais, que hoje servem para espetacularização e fins políticos”. O último convidado, Washington Uranga, ressaltou que a veracidade deve ser o princípio ético do jornalista e completou: “em um mundo midiatizado, comunicação e política estão contaminados, pois são cenários de luta simbólica por poder”. Uranga reforçou que o jornalista tem que ter um posicionamento social. “O jornalista necessita inserir-se na luta pela construção de direitos econômicos, políticos, sociais e culturais”.

O evento prosseguiu no período da tarde com a mesa-redonda sobre “As fontes no Jornalismo e na Academia”, com Cláudio Júlio Tognolli (São Paulo); Rodolfo Barros (Buenos Aires); e Mauro César Silveira (UFSC), com a mediação de Marco Aurélio Braga (Joinville). O debate de encerramento foi sobre “Prática jornalística e prática científica na pesquisa”, com Martín Becerra (Buenos Aires); Sebastián Lacunza (Buenos Aires) e Gislene Silva (UFSC), com a mediação da jornalista Ângela Bastos (jornal Diário Catarinense).

O evento termina nesta sexta-feira, dia 10, e tem patrocínio da Fapesc e conta com o apoio da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), Fundação de Amparo à Pesquisa e Extensão Universitária (Fapeu), Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE), Centro de Comunicação e Expressão (CCE), Associação Catarinense de Imprensa (ACI) e da Casa do Jornalista.

Mais informações: (48) 3721-4831 ou http://1bapijor.webnode.com.br.

Foto: Pâmela Carbonari/bolsista de Jornalismo na Agecom

Por José Fontenele/Bolsista de Jornalismo na Agecom

Instalada comissão de cultura da UFSC

10/06/2011 12:07

Secretaria de Cultura e Arte da UFSC instalou a Comissão Permanente de Cultura

Democratizar a discussão sobre a política pública cultural e fomentar os processos de produção de arte e cultura em todos os centros e campi da Universidade Federal de Santa Catarina. Com esse objetivo, a Secretaria de Cultura e Arte da UFSC instalou a Comissão Permanente de Cultura, que realizou na quarta, 8 de junho, na Sala dos Conselhos, no prédio da Reitoria, sua segunda reunião mensal. O órgão reúne representantes de todos os Centros, dos quatro Campi, dos departamentos ligados à cultura e das entidades de classe dos estudantes, professores e servidores. A realização de um Seminário de Cultura com data marcada para os dias 26 e 27 de setembro no Centro de Eventos foi uma das principais deliberações da reunião.

O seminário terá como objetivo discutir e propor linhas político-culturais para a universidade, incluindo o próprio debate sobre um conceito contemporâneo de cultura a partir das diferentes visões sobre o tema. Incluirá em sua programação um painel sobre o papel da universidade na produção da cultura e outro sobre as políticas culturais em nível municipal, estadual e nacional, seguido de trabalhos em grupo para discussões propositivas. Terá a participação de pessoas com experiência prática e teórica na área que sejam referência dentro e fora do Estado. “O seminário vai instrumentalizar teoricamente o trabalho da comissão”, explica a presidente da Comissão, Maria de Lourdes Borges, secretária de Cultura e Arte.

Segundo proposta do coordenador do Curso de Artes Cênicas, Fábio Salvatti, os painéis específicos e trabalhos de grupo deverão girar em torno de interfaces como Cultura e Educação, Cultura e Comunidades, que considere a confluência das mídias e expressões artísticas própria da contemporaneidade. Em vez de fixar-se na divisão clássica e isolada das linguagens, o evento vai se desenvolver na perspectiva da transdisciplinaridade do Teatro, Cinema, Artes plásticas, Literatura, Arte digital etc. As representantes do Centro Tecnológico, Maristela Almeida e do Centro de Desporto, Vera Lúcia Amaral, reforçaram a necessidade de uma discussão conceitual sobre o tema cultura, que vai do erudito ao popular e passa também pela noção antropológica de cultura como todo modo de ser e de viver. O formato e a programação do evento serão definidos na próxima reunião da Comissão, marcada para a primeira quarta-feira de julho.

Composta por 27 membros, a comissão é integrada por lideranças do Diretório Central dos Estudantes, Associação dos Professores da UFSC, Sindicato dos Trabalhadores da UFSC e representantes do Campus de Florianópolis e dos Campi de Araranguá, Joinville e Curitibanos, indicados por sua base. Conforme o relato dos representantes dos Campi de Araranguá e de Joinville ficou patente a necessidade de descentralizar as atividades culturais para essas novas unidades e fomentar a realização de iniciativas próprias. Vários eventos culturais já programados devem ser estendidos para esses locais, bem como para o Centro de Ciências Agrárias, que fica no Itacorubi, para onde a SeCArte deverá levar o Projeto 12:30.

A segunda reunião foi marcada pela participação decisiva do DCE, que tem quatro representantes no Conselho e propôs o levantamento das atividades culturais já desenvolvidas na universidade pela SeCArte. A partir desse levantamento, que dará origem a um banco informatizado descentralizado e atualizável via on-line em sistema colaborativo, a comissão vai atuar para desenvolver e fortalecer as iniciativas culturais, promovendo parcerias e articulações entre as diferentes instâncias que a compõe. Os dados também serão publicados na Agenda Cult que já está na sua quarta edição. “Queremos, com a comissão criar um espaço permanente de fomento à vida cultural na universidade e aos processos culturais que se irradiam para todo Estado”, destacou a secretária.

Os representantes destacaram a existência de três projetos do DCE vinculados à UFSC. Um deles é o Ufsctock, festival musical que na próxima edição, prevista para os dias 1 e 2 de outubro, passará a integrar várias modalidades. O outro é a mostra de cultura comunitária, que começa no dia 19 de junho, com o objetivo de trazer a cultura das comunidades para dentro da universidade. O terceiro projeto é a Calourada, evento que acontece em todo início de semestre desde 2009, incluindo na programação oficinas e festivais como o Grito do Rock.

Mês Algumas atividades previstas para este semestre
Junho FITA (Festival Internacional de Teatro de Animação – 12 a 19
Junho/julho FAM (Florianópolis Audiovisual do Mercosul– 24 de junho a 1 de julho
Julho Maça – II Mostra de Artes Cênicas – 1 a 8 de julho
Julho Lançamento do CD/DVD – I Festival de Música da UFSC – 13 de julho
Agosto II Festival de Música – 27 e 28
Agosto Lançamento da Coleção Repertório
Setembro Seminário de Cultura – 26 e 27
Outubro UFSTOCK – 1 e 2 de outubro
Novembro Semana Ousada de Artes – 21 a 25 de novembro
Novembro Projeto Shakespeare no Bosque
Dezembro Arte nas Fortalezas – Festival de Jazz nas Fortalezas

Assessoria de Comunicação da SeCArte

Raquel Wandelli

Colaboração: Marcela Borges

(48) 99110524 e 37219459

www.secarte.ufsc.br

FITAFloripa começa neste domingo no Centro de Cultura e Eventos

10/06/2011 10:29

A abertura do 5ª edição do Festival Internacional de Teatro de Animação de Florianópolis, o FITAFloripa, acontece neste domingo, 12/06, às 20h, em Florianópolis, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC, e terá no palco a companhia finlandesa W.H.S, que apresentará “Kekusteluja”, obra do novo circo experimental, resultado da parceria do malabarista Ville Walo e o mágico Kalle Hakkarainen, que contempla a comunicação, a manipulação de objetos de cena, o trabalho com sombras, tudo combinado a projeções de cinema e vídeo no corpo dos atores.

O FITAFloripa acontece de 12 a 19 de junho em Santa Catarina e conta com a participação de 19 companhias de teatro. Na Capital catarinense, as apresentações serão de 12 a 18 de junho. Em Blumenau, Itajaí, Joinville, Criciúma, Lages e Chapecó, espetáculos circularão entre 13 e 19 de junho por meio do projeto FITA e SESC: Uma Viagem com Teatro de Animação. A realização do festival é do Fazendo FITA Cia Artística, com patrocínio do Funcultural e da UFSC.

No dia 13 de junho, haverá o tradicional cortejo de abertura do FITA pelas ruas da Capital, com saída do Museu Cruz e Sousa, às 15h. Esse ano, o desfile contará com bonecos gigantes reciclados confeccionados em oficina no Museu do Lixo, da Comcap, com o bloco de maracatu Arrasta Ilha e com o grupo de Boi de mamão Arreda Boi. Destaque para a companhia De Pernas para o Ar, do Rio Grande do Sul, que povoará as ruas de Florianópolis com os bonecos gigantes do espetáculo “MIRA”.

Além do W.H.S, outras três companhias internacionais fazem parte da programação: Teatro Hugo & Inês (Peru), com “Cuentos Pequeños”, A-Garrapattta (Colômbia), com “El Circo Del Aguante”, e La Casa Di Puntinella (Itália), com “Pulcinella 500 Anni Portati Bene!”. Já o teatro de animação nacional será representado por companhias de Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Paralelas ao festival, acontecerão as oficinas de interpretação com máscaras expressivas e de laboratório de manipulação de bonecos. O FITA ainda terá mesa de conversas, que nessa edição contará com palestra da professora Ana Maria Amaral (USP / SP) e aula espetáculo da Cia. Troada (SP).

ITINERÂNCIA

A primeira cidade a receber festival fora da Capital catarinense é Blumenau. Ao longo de sete dias, a Cia Anima Sonho (RS), a Cia. Circo de Bonecos (SP), o Teatro Hugo & Inês (Peru) e o grupo A – garrapattta (Colômbia) circularão pelas seis cidades. As apresentações serão sempre nos palcos dos teatros do SESC, com exceção das cidades Blumenau e Itajaí, onde os espetáculos ocorrerão na Fundação Cultural da cidade e no Teatro Municipal, respectivamente.

Esse é o primeiro ano que o FITA promove uma itinerância desse porte. Em 2010, espetáculos circularam somente por outras duas cidades que não Florianópolis, onde o FITA teve sua origem em 2007. As coordenadoras do festival, Sassá Moretti e Zélia Sabino, destacam a importância da parceria com o SESC, correalizadora da itinerância, que tornou a expansão do FITA uma realidade.

O FITAFloripa tem como objetivo principal ampliar o acesso ao teatro de animação no Brasil. Em 2010, atingiu 35 mil pessoas. Com a itinerância, a expectativa é que o público duplique em 2011.

SERVIÇO:

O quê: 5º FITAFloripa

Quando: 12 a 19 de junho

Onde: Florianópolis, Blumenau, Itajaí, Joinville, Criciúma, Lages e Chapecó. Em diversos teatros e instituições. Confira na programação

Quanto: Gratuito (espetáculos no SESC e turmas de escolas públicas em qualquer espaço de apresentação)/ R$ 10 (espetáculos no Centro de Cultura e Eventos e TAC)/ R$ 5 + agasalho (espetáculos no Centro de Cultura e Eventos e TAC)/ R$ 5 (valor para estudantes em espetáculos no Centro de Cultura e Eventos e TAC)

Obs.: Agendamento para escolas através do www.fitafloripa.com.br ou pelo email 

Mais informações: Adalgisa Frantz: (48) 9105-0191/ ou com a assessora de imprensa Manoela Machado Pinheiro: 9989-5440/ 7811-6241/ ID 86*249359/ MSN: / SKYPE: manu-pinheiro.

Palestra “Chile, um Polo Mundial da Astronomia”

10/06/2011 10:18

O Grupo de Estudos de Astronomia do Planetário da UFSC promove nesta sexta-feira, dia 10, às 21h, a palestra “Chile, um Polo  Mundial da Astronomia”, com Edna Maria Esteves da Silva, no Anfiteatro do Planetário, Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), Campus Universitário. Com início às 20h, serão apresentadas as notícias de Astronomia que foram destaques na semana. A entrada é franca.

Mais informações pelos telefones (48) 3721-9241 e 3721-4133, pelo e-mail ou pelo site http://www.gea.org.br/programacao.html.

2º Workshop Pensando os Estados Unidos: A Economia Política do Dinheiro

10/06/2011 10:03

O 2º Workshop Pensando os Estados Unidos: A Economia Política do Dinheiro será realizado nos dias 13 e 14 de junho, no auditório do Centro Sócio-Econômico, e tratará de assuntos relativos à política e à economia dos EUA, com ênfase para as questões monetárias e financeiras que afetam as relações internacionais.

No dia 13, às 14h30, ocorre uma mesa-redonda com os professores Ary Minella, Jaime Cesar Coelho e Patrícia Arienti. No dia seguinte, às 14h30, o professor Benjamin Cohen, da Universidade da Califórnia e um dos mais importantes pesquisadores da Economia Política Internacional, participa da conferência sobre “O futuro da moeda internacional”. Às 18h30 acontece o encerramento com o professor Sebastião Velasco Cruz que vai falar sobre “Estados e Mercados: O impasse na rodada Doha e o futuro da OMC”.

Para participar é necessário inscrever-se com antecedência, pois as vagas serão limitadas de acordo com a lotação do auditório e o número de aparelhos para tradução simultânea. Interessados devem enviar nome e matrícula para o email .

Realização: Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para estudos dos Estados Unidos (INCT-INEU)

Apoio: Coordenadoria do Curso de Relações Internacionais e Coordenadoriada Pós de Relações Internacionais, Diretoria do Centro Sócio Econômico, Chefe de Departamento do CSE e Centro Acadêmico de Relações Internacionais (CARI)

Informações:

Editais para Tutoria a Distância – Letras EaD Inglês – 2011.2

10/06/2011 09:29

Divulgação Editais para Tutoria a Distância – Letras EaD Inglês – 2011.2

O curso de Letras EaD – Inglês divulgou os Editais para Tutoria a Distância referente ao semestre de 2011.2. As inscrições devem ser feitas na Secretaria de Letras Inglês – EaD Inglês – Bloco B, Sala 523, Centro de Comunicação e Expressão (CCE), de segunda a quinta, das 10h às 11h30, e das 12h30 às 14h, e sexta-feira, das 13h às 16h.

Edital 006.2011 -Tutores a Distância – Psicologia da Educação – inscrições até 17 de junho.

Edital Complementar ao Edital 007.2011 – Tutores a Distância – inscrições até 23 de junho.

Edital 008.2011 -Tutores a Distância – Didática – inscrições até 17 de junho.

Ao preencher a Ficha de Inscrição Tutoria, o candidato deverá colocar o número do Edital para o qual está se inscrevendo, por exemplo: 006/2011 ou 007/2011 ou 008/2011.

Outras informações pelo telefone (48) 3721-6803 ou .

UFSC promove Oficina de Capacitação de Tutores de Assistência Farmacêutica

09/06/2011 15:37

Nos dias 10 e 11 de junho, acontece em Florianópolis a Oficina de Capacitação de Tutores do Curso de Gestão da Assistência Farmacêutica – Especialização a distância, referente às etapas Norte/Centro-Oeste e Sul.

O Curso é resultado de uma parceria envolvendo a Universidade Federal de Santa Catarina, por meio do Departamento de Ciências Farmacêuticas, e o Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos – DAF/SCT e a Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde SGETS/MS do Ministério da Saúde.

O objetivo do curso é especializar 2.000 farmacêuticos, atuantes no serviço público de saúde, em Gestão da Assistência Farmacêutica, visando qualificar a organização da assistência farmacêutica no âmbito do Sistema Único de Saúde e contribuir para garantia do acesso e uso racional de medicamentos em nosso país.

O evento ocorre no Hotel da Praia (Praiatur Hotéis), na Rua das Gaivotas, n. 1114, Praia dos Ingleses, e contará com a participação de farmacêuticos das regiões envolvidas, coordenadores dos polos regionais, e de autoridades do Ministério da Saúde e entidades farmacêuticas.

Observatório de Ética promove Seminário Brasil-Argentina de Jornalismo Investigativo

09/06/2011 15:05

A UFSC será o ponto de encontro de profissionais e especialistas em jornalismo investigativo. O Observatório da Ética Jornalística (objETHOS) em conjunto com o Programa de Pós-Graduação em Jornalismo (PosJor) promovem nos dia 9 e 10 de junho, no Centro de Comunicação e Expressão (CCE), o 1º Seminário Brasil-Argentina de Pesquisa e Investigação em Jornalismo (Bapijor).

http://1bapijor.webnode.com.br

(mais…)

UFSC sedia XIV ANPEC Sul dias 9 e 10 de junho

09/06/2011 15:01

A Associação Nacional de Pós-Graduação em Economia da Região Sul (ANPEC/Sul) em conjunto com o Programa de Pós-Graduação em Economia da UFSC (PPGE/UFSC) promove entre os dias 9 e 10 de junho, no Centro Sócio-Econômico (CSE), o XIV Encontro de Economia da Região Sul.  O evento é gratuito e aberto a toda comunidade. O encontro será o fórum de discussão entre os cinco cursos de Pós-Graduação em Economia da Região Sul.

Segundo o professor Lauro Mattei, coordenador do evento, o foco é discutir os novos rumos do desenvolvimento econômico do Brasil a partir de uma perspectiva regional.  “O Encontro é o espaço de intercâmbio, conhecimento e socialização entre os vários cursos de especialização em economia da região. É um espaço importante para divulgar os resultados das pesquisas dos cinco cursos de Pós-Graduação da Região Sul” comenta Mattei.

Durante os dois dias haverá a exibição e discussão de três painéis onde será feita uma análise de conjuntura da economia brasileira. A palestra de abertura acontece no auditório da Reitoria, no dia 9, às 19h e será realizada  pelo ex-ministro da Fazenda, Luiz Carlos Bresser Pereira (FGV/SP), que debate macroeconomia e desenvolvimentismo.

No dia 10 acontecem duas palestras no CSE. Uma trata do Desenvolvimento Econômico, das 10h30min às 12h30min, com o professor Márcio Pochmann (IPEA). A outra é sobre Conjuntura Econômica Atual, com os professores Fernando Ferrari (UFRGS), Roberto Meurer (UFSC) e Inácio de Moraes (PUC/RS) e acontece das 14h30min às 16h30min.

Serão apresentados 60 artigos acadêmicos, divididos em cinco áreas temáticas: Metodologia, história e economia política; Desenvolvimento econômico e regional; Macroeconomia, economia internacional, moeda e finanças; Microeconomia, economia industrial, economia agrária e ambiental e Econometria, economia matemática, modelagem quantitativa e suas aplicações.

Atualmente a ANPEC Sul é formada pelos Programas de Pós-Graduação em Economia (PPGE) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e também os programas de pós em economia da UFPR, UFRGS, UFSC e PUC/RS. A Sociedade Brasileira de Econometria (SBE) também apóia a iniciativa.

O PPGE da UFSC iniciou suas atividades em 1995, capacitando profissionais para trabalhar com tanto no setor público como no empresarial. O PPGE já formou 207 mestres. O primeiro encontro da ANPEC foi realizado em Florianópolis.

Mais Informações: http://anpecsul2011.ufsc.br e http://www.cpge.ufsc.br/

Por Darilson Barbosa / Bolsista de Jornalismo na UFSC

Biblioteca Central não está funcionando

09/06/2011 14:42

A direção da Biblioteca Universitária informa que a maioria dos servidores aderiu à greve, motivo pelo qual a BU não está funcionando. Alguns serviços administrativos continuam disponíveis como a declaração de nada deve, além dos processos administrativos. As Bibliotecas setoriais ( CED e CCA) e dos Campi continuam funcionando.

Fernando José Spanhol assume cargo na Fundação Universidade do Tocantins

09/06/2011 11:55

Foto: Paulo Noronha / Agecom

Fernando José Spanhol, servidor técnico-administrativo que atuou no Laboratório de Educação a Distância e foi chefe do serviço de expediente do Departamento de Engenharia do Conhecimento da Universidade Federal de Santa Catarina, acabou de assumir o cargo de vice-reitor da Fundação Universidade do Tocantins (Unitins), em Palmas. Graduado em Pedagogia pela Unochapecó, ele tem mestrado e doutorado em Mídia e Conhecimento pela UFSC e é diretor da Associação Brasileira de Educação a Distância (Abed).

Fernando Spanhol trabalhou durante 17 anos na UFSC, onde foi também professor de Introdução à Educação a Distância e Organizações Intensivas em Conhecimento, supervisor do Lantec/CED, diretor técnico da TV Floripa e coordenador do pólo da Abed/SC. Também lecionou no curso de Pedagogia da Univali, integrou mais de 20 bancas de defesa de monografia, dissertação e tese e participou em cerca de 40 comissões de avaliação e credenciamento para educação a distância da Sesu, Seed, Inep, Capes/UAB e CEE-SC.

Entre as suas áreas de pesquisa estão Gestão e Legislação de Educação a Distância, Desenho Educacional, Sistemas de Tele/Videoconferência, Tecnologia Educacional, TV digital, Convergência de Mídias, Educação Continuada, Educação de Adultos, Teorias de Aprendizagem e Mídia e Conhecimento. Ele entrou como servidor e depois fez mestrado e doutorado na UFSC, onde teve participação em pesquisas na área da educação a distância, campo no qual a instituição alcançou grande projeção nacional.

Estado com potenciais
Spanhol diz que foi convidado para o cargo porque a Fundação Universidade do Tocantins, que nasceu como autarquia em 1990, estava precisando de um profissional com vivência institucional e capacidade de planejar as ações da instituição. “A Unitins quer ajudar a desenvolver competências para o crescimento do Estado”, afirma. Todos os seus cursos foram criados levando em conta as potencialidades e demandas do Tocantins, que tem cerca de dois milhões de habitantes.

Na graduação, a Unitins oferece, entre outros, os cursos de Tecnólogo em Agronegócios e Tecnólogo em Mineração. Na educação a distância, há mais opções: Administração, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Ciências Contábeis, Fundamentos Jurídicos, Letras, Matemática, Pedagogia, Serviço Social e Complementação de Estudos. A instituição tem ainda dois mestrados e um doutorado interinstitucional.

Ele conta que o Estado do Tocantins, criado há apenas duas décadas, se destaca na área agrícola e tem um potencial hidrelétrico muito acentuado. Também possui um importante centro de piscicultura da Embrapa e do ponto de vista logístico está na rota do transporte de cargas do centro-oeste para o nordeste, por meio da Ferrovia Norte-Sul e dos rios navegáveis da região. Também a indústria turística se desenvolveu muito depois que a reserva do Jalapão foi descoberta pelos ecoturistas e amantes do turismo de aventura.

Mais informações: (63) 3218-2939 /

Paulo Clóvis Schmitz / Jornalista da Agecom

Pesquisa busca produção sustentável de carvão vegetal

09/06/2011 10:27

Trabalho associa o objetivo de conservação das florestas nativas e a melhoria da qualidade de vida dos agricultores

Você sabe de onde vem, quem produz ou como é produzido o carvão usado no seu churrasco? Na Grande Florianópolis, poucas pessoas sabem que enquanto desfrutam essa que é uma das principais atividades de lazer no final de semana, agricultores trabalham em um sistema de produção de carvão que provoca baixa qualidade vida. Em função da legislação ambiental, que impede o corte das chamadas florestas secundárias (aquelas que surgem em processo de regeneração da vegetação), a atividade de produção de carvão é clandestina e gera multas por produção ilegal da matéria-prima ou carbonização da madeira. Os agricultores enfrentam também doenças provocadas pelo uso de fornos insalubres e manuseio da lenha, além de baixa autoestima e constante temor de serem flagrados por agências ambientais.

Em um trabalho conjunto com pequenos agricultores, pesquisadores da UFSC e da Epagri buscam formas de melhorar essa situação. “A alteração desse quadro representa uma necessidade social, ambiental e econômica”, defende o professor Alfredo Celso Fantini, coordenador do projeto Nosso Carvão. A proposta foi aprovada em edital do Ministério de Ciência e Tecnologia em conjunto com o Ministério do Desenvolvimento Agrário. O objetivo é desenvolver e validar tecnologias apropriadas ao contexto da agricultura familiar para a produção sustentável de carvão vegetal na Grande Florianópolis. Traz também associado o objetivo de conservação das florestas nativas e a melhoria da qualidade de vida dos agricultores.

“A produção de carvão vegetal é uma das atividades agrícolas mais importantes em Santa Catarina, embora esse fato não seja reconhecido nas estatísticas oficiais. Não sendo reconhecido como importante, esse trabalho também não tem merecido atenção das instituições públicas de pesquisa e de extensão e das agências ambientais”, alerta Fantini, pesquisador do Núcleo de Estudos em Monitoramento e Avaliação Ambiental, do Núcleo de Estudos em Agrobiodiversidade e do Núcleo de Pesquisa em Florestas Tropicais, grupos de pesquisa ligados ao Centro de Ciências Agrárias (CCA) da UFSC.

Conhecimento do uso da terra

No sistema tradicional utilizado pelos agricultores, conhecido como roça-de-toco, a floresta derrubada, usada para produção do carvão, dá lugar à lavoura de mandioca, feijão, milho e batata doce por três ou quatro anos. Depois a terra é deixada em repouso e a floresta volta a se regenerar, por um período de 10 a 15 anos. Para aproveitar o potencial da atividade e o conhecimento tradicional sobre a floresta, o projeto Nosso Carvão está sendo desenvolvido em várias frentes de trabalho, com a finalidade de aprimorar esse sistema utilizado pelos agricultores por meio da incorporação de conhecimentos científicos da ecologia dos ecossistemas naturais. A meta é estimular a adoção de inovações tecnológicas apropriadas para a agricultura familiar, colaborando com a melhoria da atividade desde a produção sustentável da madeira que é usada para fazer o carvão até a comercialização desse produto.

Na primeira etapa do projeto os pesquisadores buscam compreende o conhecimento do uso da terra por parte dos agricultores. Estão sendo mapeadas 45 estabelecimentos rurais, com identificação das atuais APPs (áreas de preservação permanente definidas pela legislação ambiental e onde a intervenção humana é bastante restrita, limitando-se ao manejo florestal para a produção de frutas, folhas e sementes) e áreas de reserva legal (porcentagem da propriedade agrícola em que a cobertura florestal deve conservada).
Estão também sendo realizados inventários em 15 propriedades (para conhecimento das espécies vegetais), entrevistas e oficinas com as famílias de agricultores. Além disso, serão elaborados mapas com as necessidades de recuperação para cada propriedade.

A partir destes estudos serão implantados 10 projetos pilotos de Sistemas Agroflorestais, em que o cultivo de árvores, espécies agrícolas e a criação de animais são feitos de maneira simultânea ou ao longo do tempo. Em oficinas, os pesquisadores pretendem conhecer com profundidade o manejo tradicional e aprimorar com os agricultores um plano de manejo sustentável da terra.

“Esses momentos de contato com os agricultores serão oportunidades para a construção participativa de novos sistemas de produção de matéria-prima, baseados naquilo que chamamos de sistemas sucessionais. O desenho desses processos, com a escolha das espécies, por exemplo, está sendo feito em conjunto com os agricultores”, explica Fantini.

A inovação tecnológica do processo de carbonização também é importante componente do projeto. O professor Fantini lembra que no sistema tradicional é usado o forno tipo iglu, que requer a entrada do trabalhador para retirada manual do carvão. A exposição dos agricultores aos gases tóxicos originados da combustão da madeira, como o monóxido de carbono e o metano, e às altas temperaturas, gera sérios problemas de saúde.

O projeto prevê a instalação de dois fornos modernos, adaptados a partir de modelo desenvolvido pela Universidade Federal de Viçosa (UFV). Esse forno otimiza a produção, reduz as emissões de gases poluentes e melhora as condições de salubridade no trabalho. Em parceria com as famílias, serão feitas comparações entre o desempenho do novo forno e dos tradicionais.

O projeto prevê ainda o estudo da cadeia de comercialização de carvão vegetal na Grande Florianópolis, que tem como objetivo a elaboração de uma proposta de certificação da produção agroecológica do carvão.

Produção do carvão é parte de um sistema de uso terra

No projeto aprovado pelos ministérios da Ciência e Tecnologia e do Desenvolvimento Agrário, a equipe de pesquisadores da UFSC e da Epagri mostra que no município de Biguaçu a produção de carvão não é uma atividade agrícola isolada. É um sistema de uso da terra, aperfeiçoado ao longo de décadas. No entanto, uma combinação de fatores, incluindo restrições legais à produção, falta de assistência aos produtores e falta de visão sistêmica estão resultando no abandono da atividade e na substituição das florestas nativas por plantações de eucaliptos.

“Nos fóruns onde a produção de carvão na região da Grande Florianópolis tem sido discutida, a solução quase que invariavelmente apresentada é o cultivo de espécies exóticas, principalmente eucaliptos, para suprir a demanda de madeira para carbonização. Essa proposta, que parece razoável à primeira vista, deveria ser avaliada à luz do contexto em que a atividade se insere, que é muito mais abrangente do que a simples produção de matéria-prima para transformação em carvão”, argumenta o professor Alfredo Celso Fantini.

Segundo ele, diante da dificuldade em adequar o manejo da floresta à legislação ambiental e do receio de serem multados por prática irregular no manejo que fazem, muitos agricultores estão substituindo o sistema de roça-de-toco por monoculturas de eucalipto, cujo corte não tem restrições legais. Nesse processo de substituição, espécies nativas da Mata Atlântica importantes na roça-de-toco vão se perdendo, como a bracatinga. Além disso, no sistema tradicional de manejo a floresta se regenera naturalmente, não há custo de plantio das árvores, o que para os agricultores familiares é um aspecto importante.

“O resultado mais visível desse processo de conversão da roça-de-toco para a plantação de eucaliptos é a transformação da paisagem. Mas também vão se perdendo traços da cultura local e o conhecimento sobre os ecossistemas e seus produtos”, ressalta o professor. Ele lembra que o processo de uso da floresta adotado pelos agricultores da região já teve como objetivo a produção de lenha para os engenhos de farinha e de açúcar. Depois, a lenha passou a ser usada para produzir carvão, um produto com mercado garantido. Nos últimos anos, entretanto, a legislação florestal tornou-se muito restritiva para o manejo da floresta. Ao atingir o “ponto de corte para lenha”, por exemplo, a vegetação secundária já apresenta características que a enquadram no estágio sucessional médio ou avançado de regeneração, em que o corte não é mais permitido.

Na prática, essa restrição impede o agricultor de realizar o ciclo da roça-de-toco e, portanto, de produzir carvão com essa lenha. “Mais importante ainda, impede a continuidade  do processo da produção de conhecimento associado ao sistema uso tradicional da terra”, complementa o professor.

O sistema de produção do carvão em Biguaçu está relacionado a um grande repertório dos agricultores, acumulado e passado através das gerações, e que corre o risco de ser perdido. Em suas falas, os agricultores revelam conhecimentos específicos sobre espécies de crescimento rápido, sobre aquelas que melhoram a capacidade produtiva dos solos, com qualidades para a carbonização, construção civil e de artefatos, para alimentação, entre outros usos. E estes diferentes tipos de vegetação favorecem a manutenção da biodiversidade, permitem usos múltiplos da floresta, inclusive dos serviços ambientais pouco valorizados pela sociedade, como a produção de água e o valor estético da paisagem – serviços prestados pelos agricultores que não são remunerados.

“Nossa expectativa é de que num futuro não muito distante esses produtos não consumíveis da floresta virão a ser finalmente reconhecidos como importantes e devidamente remunerados, e os agricultores recompensados pela sua escolha”, criticam os integrantes da UFSC e da Epagri que desenvolvem o projeto.  “Criminalizar o uso da floresta para produção do carvão, caracterizando-o simplesmente como desmatamento, é pura falta de conhecimento da história da relação dos agricultores com o seu meio”, complementa a equipe, lembrando que muitas das florestas da região são resultados do trabalho dos agricultores.

De acordo com o professor, um projeto dessa natureza, envolvendo uma atividade clandestina e agricultores temerosos, teve de ultrapassar muitos obstáculos para conseguir avançar. O contato com agricultores sempre foi feito com muita cautela e avalizado por pessoas da comunidade que já conheciam os pesquisadores. Alguns agricultores se mostravam muito receosos em comentar a atividade. Alguns preferiam não receber a equipe de pesquisadores. Passado pouco mais de um ano, alguns desses agricultores já participam ativamente de diversas atividades propostas, recebem pesquisadores e técnicos da Epagri em seus estabelecimentos para apresentar sua forma de manejar a floresta. “Foi estabelecida uma relação de parceria. Percebe-se que a auto-estima dessas pessoas vem melhorando e novas demandas vêm surgindo com o andamento dos trabalhos, assim como novos agricultores vêm se aproximando do grupo”, comemora Fantini.

O que UFSC e Epagri estão fazendo:

Para conhecer os usos da terra:

– Mapeando 45 estabelecimentos rurais e o uso da terra na área;
– Identificando as atuais áreas de preservação permanente (APP) e de reserva legal (RL);
– Identificando as áreas que deveriam ser destinadas à preservação permanente e à reserva legal e comparando à situação atual;
– Elaborando mapas de demanda de recuperação de APPs

Para resgatar o conhecimento local:
– Entrevistas com 45 famílias agricultoras;
– Observação  nos estabelecimentos rurais dessas famílias;
– Oficinas sobre o tema com as famílias agricultoras;
– Inventário florestal em cinco estabelecimentos rurais em diferentes comunidades.

Para desenvolver plano de manejo sustentável de forma participativa:
– Estão sendo realizadas oficinas sobre o tema com os agricultores;
– Serão elaborados mapa de reordenamento da paisagem dos estabelecimentos rurais com base na legislação ambiental;
– Serão implantados e monitorados 10 projetos pilotos de Sistemas Agroflorestais em parceria com as famílias agricultoras.

Para humanizar processo de carbonização da madeira:

– Instalação de forno moderno (do tipo desenvolvido pela Universidade Federal de Viçosa) em duas propriedades de agricultores familiares produtores de carvão;
– Comparar, sob a perspectiva dos carvoeiros, o desempenho do novo forno com o atualmente utilizado;- Realizar dias de campo para discutir a performance dos novos fornos.

Melhorar a cadeia de comercialização do produto
– Pesquisar a cadeia de comercialização de carvão vegetal na região da Grande Florianópolis;
– Elaborar proposta de certificação da cadeia de produção agroecológica da produção de carvão.

Para Divulgar os resultados
– Publicar manual sobre produção sustentável de matéria-prima em sistema agroflorestal para produção de carvão;
– Publicar material informativo sobre a cadeia de produção agroecológica de carvão vegetal;
– Publicar artigos científicos sobre os resultados do projeto em periódicos especializados.

Mais informações: / (48) 3721-5320

Por Ana Luísa Funchal (Bolsista de Jornalismo na Agecom) e Arley Reis (Jornalista da Agecom)

Concurso público da UFSC oferece 153 vagas

09/06/2011 10:04

Estão abertas até o dia 13 de junho as inscrições para concurso público da Universidade Federal de Santa Catarina. São 153 vagas distribuídas nos campi de Florianópolis (128), Araranguá (9), Curitibanos (8) e Joinville (8). As inscrições devem feitas no site www.prdhs.ufsc.br, link Concursos .

Os salários variam de R$ 1.777,58  a R$ 3.293,33 . Há vagas para analista de tecnologia da informação, bibliotecário-documentalista, biólogo, contador, enfermeiro, jornalista e psicólogo, tradutor e intérprete, assistente em administração e técnico em farmácia, entre diversos outros cargos. A prova será realizada no dia 10 de julho. Informações: (48) 3721-9913 / 3721-9212

Veja o Edital: http://www.coperve.ufsc.br/concursos/ddpp/2011/edital/edital_completo.pdf

Rádio Ponto debate Democracia

09/06/2011 08:56

O tema da próxima semana do programa Mixto-Quente, veiculado pela Rádio Ponto, é Democracia. O convidado é o professor de filosofia da UFSC Alessandro Pinzani. O público participa no quadro Papo de Rua e também confere dicas de livros sobre o assunto em pauta no quadro Cafezinho. O programa vai ao ar na terça-feira (14/06), às 12h30min, na Rádio Ponto (www.radioponto.ufsc.br).

Mixto-Quente é um programa de entrevistas sob o comando dos acadêmicos José Fontenelle, Dayane Ros e dos professores do curso de Letras da UFSC José Ernesto e Renato Basso. A produção é supervisionada pela professora do Departamento de Jornalismo Valci Zuculoto.

A transmissão fica disponível em áudio no site da Rádio Ponto UFSC, em www.radio.ufsc.br. Dúvidas e sugestões para , com o assunto Programa Mixto-Quente.

Cine Paredão exibe Vermelho como o Céu

09/06/2011 08:38

O filme será exibido nesta sexta-feira, 10 de junho, a partir de 20h, nas Colinas do Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH). Em caso de chuva o evento será transferido para o auditório do CFH.

Título original: Rosso Come Il Cielo
Sinopse: Saga de um garoto cego durante os anos 1970, que luta contra tudo e todos para alcançar seus sonhos e sua liberdade. Mirco é um jovem toscano de dez anos apaixonado pelo cinema, que perde a visão após um acidente. Uma vez que a escola pública não o aceitou como uma criança normal, é enviado para um instituto de deficientes em Gênova. Lá, descobre um velho gravador e
passa a criar histórias sonoras. Baseado na história real de Mirco Mencacci, um renomado editor de som da indústria cinematográfica italiana.Mais informações:

Informações:

Jornada de Gênero, Teatro e Cinema exibe e debate Boys Don’t Cry

09/06/2011 08:14

Será realizada nesta sexta-feira, 10 de junho, mais uma edição da Jornada de Gênero, Teatro e Cinema, com exibição do filme Boys Don’t Cry [Meninos não choram]. Gratuito, o encontro acontece às 19h, na Fundação Cultural Badesc.

A promoção é do Grupo de Estudos Teatro e Gênero – Pesquisa Poéticas Feministas do Centro de Artes da Udesc, coordenado pela professora Maria Brígida de Miranda. A organização é da professora Maria Brígida, em parceria com as docentes Fátima Costa de Lima (Ceart/Udesc/Cin-Unisul) e Janaina Träsel Martin, do Centro de Comunicação e Expressão da UFSC.

As Jornadas de Gênero, Teatro e Cinema são realizadas mensalmente e têm a finalidade de discutir questões de gênero por meio da análise de obras teatrais e cinematográficas. A cada sessão convidados discutem a obra apresentada, por meio da perspectiva dos estudos de gênero.

Apesar do caráter acadêmico do evento, ligado à linha de pesquisa Linguagens Cênicas, Corpo e Subjetividade, do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Udesc, sua realização em um espaço cultural no centro da cidade de Florianópolis, com acesso gratuito, visa a promover a experiência estética com obras de vanguarda pouco difundidas nos meios de comunicação habituais. Busta também a divulgação da pesquisa universitária na comunidade e receber desta mesma comunidade impressões sobre temas que alimentam a pesquisa acadêmica e, muitas das vezes, lhe dão maior sentido e relevância.

Saiba Mais:

Boys Don’t Cry (1999), [Meninos não choram] dirigido por Kimberly Peirce e coescrito por Andy Bienen é um drama romântico baseado na vida da norte-americana Brandon Teena, uma transgênero masculina que desenvolve um relação amorosa com outra mulher.

A trágica história de Brandon ganha belos contornos nas atuações de Hilary Swank (Oscar de Melhor Atriz) e Chloë Sevigny (Indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante). A película coloca-se como um libelo pela opção de identidade de gênero e uma contundente denúncia contra os atos violência de gênero.

Duração – 114 minutos
País – EUA

Convidados para o diálogo:

Leon de Paula – Ator da companhia teatral “Teatro sim, por que não?”. Doutorando em Teatro (PPGT/UDESC); Mestre em Teatro (UDESC/2007-2009) e Licenciado em Educação Artística, com Habilitação em Artes Cênicas (UDESC/CEART/2000).

Brígida Miranda – Ph.D. em Teatro pela La Trobe University (Austrália, 2004), Master of Arts in Theatre Practice pela University of Exeter (Inglaterra, 1995) e Graduada em Licenciatura em Educação Artística, Artes Cênicas pela Universidade de Brasília (1993). Professora adjunta da Universidade do Estado de Santa Catarina, nas áreas de Interpretação e Direção Teatral, pesquisa nas áreas de teatro feminista e gênero; treinamento de atores e interpretação para teatro e cinema.

Conferência: Imagens da Biopolítica – Quadros ao Horror

09/06/2011 07:55

Encontro com o professor André Queiroz, que autografará seus recentes livros Patchwork – livro para teatro, Palavra Imagem – filosofia cinema literatura e  Imagens da biopolítica I – cartografias do horror. No dia 14 de junho, no auditório do Centro de Comunicação e Expressão (CCE), às 14h.Promoção Departamento de Língua e Literatura Vernáculas, Pós-Graduação em Linguística e Pós-Graduação em Literatura.

Christian Duurvoort ministra oficina de atuação no cinema

08/06/2011 17:28

Oficina é voltara para atores, diretores e estudantes de teatro e cinema

O preparador de elenco Christian Duurvoort vai ministrar a oficina “O Ator Imaginário”, no Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC, nos dias 11 e 12 de junho. A oficina é voltada para atores, diretores, estudantes de teatro e cinema, roteiristas e profissionais ligados à área de comunicação. As inscrições custam R$ 300 e podem ser feitas até quinta-feira, dia 9 de junho, pelo e-mail ou pelo telefone (48) 9623-1968.

O Ator Imaginário é um método que prioriza a ação. Foi desenvolvido por Christian Duurvoort ao longo de mais de 25 anos de atividade como ator, diretor e pesquisador. “O exercício da imaginação é fundamental para o artista, seja lá qual for o suporte que ele utiliza para sua arte”, comenta o preparador.

O objetivo do curso é abordar a técnica de interpretação e de preparação de atores no cinema, ensinando o aluno a economizar tempo, desenvolver uma estratégia, diminuir o desgaste e manter o fluxo criativo. “Atuar e dirigir são formas coletivas de imaginar e é aí que reside toda dificuldade, já que a imaginação é algo que se dá em cada indivíduo de modo diferente”, explica Duurvoort. “O diretor cria o contexto enquanto o ator é um criador de imagens”.

Sobre Christian Duurvoort

Christian foi professor da Escuela Internacional de Cine Y Television de Cuba e trabalhou com o elenco de filmes como Ensaio Sobre a Cegueira,  El Baño del Papa, Cidade dos Homens, Capitães de Areia, Jogo Subterrâneo, Noel Rosa, Plastic City, 400 contra Um, La Redota e Muamba. Preparou também os elencos dos seriados de televisão Cidade dos Homens e Filhos do Carnaval. Foi professor convidado da Escuela Internacional de Cine Y Television de Cuba. Estudou em Paris com Jacques Lecoq e Monika Pagneux.

O Programa

– O Ator no Cinema e no Teatro

– Vivência de Exercícios Físicos e de Conscientização Corporal

– Laboratório de Roteiro, Personagem, Linguagem

– Prática de Câmera

– Pedagogia e Método no trabalho do Ator

SERVIÇO:

O QUÊ: Oficina “O Ator Imaginário”, com Christian Duurvoort.

QUANDO: Dias 11 e 12 de junho de 2011 (sábado e domingo), das 10h às 18h

ONDE: Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC, ao lado da Igrejinha,

QUANTO: R$ 300

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES: – (48) 9623-1968

Fonte: Rafael Gomes – Acadêmico de Jornalismo – Assessoria de Imprensa do DAC: SECARTE: UFSC

Debate “Quem se opõe?: A atual configuração partidária no Brasil”

08/06/2011 16:50

O PeRcEpÇõEs, mais um espaço para debates das Ciências Sociais, reaparece em 2011 trazendo uma discussão sobre o papel da oposição e a conjuntura brasileira atual. O tema desta edição será “Quem se opõe?: A atual configuração partidária no Brasil”, no dia 15 de junho, quarta-feira, às 19h, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), com a participação dos professores Alessandro Pinzani (Departamento de Filosofia) e Ricardo Silva (Departamento de Sociologia e Ciência Política). A mediação será do professor Jacques Mick (Departamento de Sociologia e Ciência Política).

O PeRcEpÇões é um espaço de debates informais sobre temas das ciências humanas – teóricos, empíricos, contemporâneos, polêmicos – realizados através de eventos periódicos organizados por estudantes, com a participação de professores das Ciências Sociais da UFSC.

Informações: (48) 3721-9508 (Curso de Ciências Sociais) ou www.percepcoesufsc.wordpress.com
Siga no twitter: @percepcoesufsc – facebook PercepçõesUFSC

Homenagem à Patricia Jacomel, ex-aluna da UFSC

08/06/2011 16:10

Em homenagem à jornalista e ex-aluna do curso de Jornalismo da UFSC Patricia Jacomel, falecida nesta quarta-feira, dia 8, em Florianópolis, a Rádio Ponto UFSC disponibilizou algumas das produções radiofônicas das quais ela participou.

Aos familiares, amigos e colegas de Patrícia, o carinho dos professores, alunos e funcionários da Rádio Ponto UFSC neste momento que é triste para todos nós.

Tiros pela Paz
A Saga de Bad Ugly Kid
A Volta de Válter – Parte 1

A Volta de Válter – Parte 2

Leia mais: Morre em Florianópolis a jornalista Patrícia Jacomel

Patrícia trabalhou no RBS TV e atualmente era assessora da secretária Ada de Luca

Aos 36 anos, morreu em Florianópolis, na madrugada desta quarta-feira a jornalista Patrícia Jacomel. Ela estava internada desde o fim de maio, com pneumonia. As informações são do site SulBRTV.

Patrícia trabalhou na RBS TV em Santa Catarina e também na TV AL, da Assembleia Legislativa. Antes de ser hospitalizada, estava como assessora da secretária da Cidadania Ada de Luca.

O velório está marcado para as 15h desta quarta-feira, no Cemitério do Itacorubi, em Florianópolis. O enterro será às 17h.

Fonte: DIÁRIO CATARINENSE

2º Seminário Catarinense de Prevenção ao Assédio Moral no Trabalho recebe trabalhos acadêmicos

08/06/2011 16:00

O 2º Seminário Catarinense de Prevenção ao Assédio Moral no Trabalho está recebendo inscrições para trabalhos. Serão aceitos aqueles já concluídos que apresentem o tema assédio moral como assunto principal, tendo como autoria de no máximo três pesquisadores. O envio deve ser feito até 3 de julho, pelo e-mail .

Em caso de aprovação pela comissão científica, a pesquisa constará nos anais do evento. O seminário ocorrerá no dias 25 e 26 de agosto, no Canto da Ilha Hotel, em Ponta das Canas, Florianópolis. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas a partir de 1º de julho, através do site http://www.assediomoral.ufsc.br. As vagas são limitadas.

(mais…)

Escritores argentinos segundo Miguel Rep

08/06/2011 15:32

O Núcleo Juan Carlos Onetti de Estudos Literários Latino-Americanos da UFSC em parceria com o Instituto Cervantes de Florianópolis promove nesta quinta-feira, dia 9, às 18h30mim, na sala Hassis, Bloco B, Centro de Comunicação e Expressão (CCE), um encontro com o cartunista argentino Miguel Rep.

A exposição “Escritores argentinos segundo Miguel Rep”, uma mostra com 18 desenhos de escritores argentinos, está em cartaz no Hall do Centro de Cultura e Eventos da UFSC, andar térreo. A entrada é franca.

Sobre Miguel Rep

Cartunista autodidata, nascido em 1961 em San Isidro – Província de Buenos Aires passou sua infância no bairro de Boedo. A pedido de Hector Locurátolo (Torino) publica seu primeiro desenho em 1976, em 1980 criou sua primeira personagem e recebeu seu primeiro prêmio. Colaborou com a revista Humor, onde desenhou  El Recepcionista de Arriba e La clínica del Dr. Cureta.

No terceiro período da revista Caras y Caretas, Rep desenhou os quadrinhos Pitodoro. O cartunista também colaborou com as publicações argentinas El Brulote, Feriado Nacional, La Sombrilla, Magazine, entre outras, e com o jornal El País da Espanha.

Atualmente colabora com o jornal Página 12 e seus suplementos. Miguel Rep tem mais de quinze livros publicados, entre os quais incluem Platinum Plus, La Grandeza y la Chiqueza, Rep hizo los barrios, Gaspar y el revolú 1 y 2 e Joven Argentino. Recebeu prêmios nacionais e internacionais, que incluem Fin de Siglo del ICI de Buenos Aires e os prêmios Fine Work e Excellent Prize do concurso de humor The Yomiuri Shimbun de Tóquio. Também vem realizando mostras na Argentina e o exterior.

Informações: (48) 3721-9288 Ramal 203, ou http://www.onetti.cce.ufsc.br/.