Exposição ‘Mamilo Manifesto’ até dia 30: grupo ‘BATEU’ nesta quinta

16/05/2018 18:31

A exposição Mamilo Manifesto, promovida pelos acadêmicos da 6ª fase do curso de Museologia da UFSC, segue até 30 de maio de 2018, das 9h às 18h30, de terça a sexta-feira, no Museu de Arqueologia e Etnologia da UFSC (MArquE). O evento pretende desmistificar o assunto “mamilos” e criar um debate sobre amamentação, sutiã, câncer, estética e sexualidade. Dentro da programação do MArquE, a exposição Mamilo Manifesto preparou para esta quinta-feira, 17 de maio, das 16 às 20 horas, apresentação do grupo BATEU. Mais informações na FanPage do evento.

Entre os objetivos da mostra está o de reconhecer o papel social do museu, para questões que estão em pauta na contemporaneidade e são considerados tabu pela sociedade. Os subtemas que permeiam a exposição (amamentação, sutiã, câncer, estética e sexualidade) foram pesquisados e são abordados por diferentes caminhos: contexto histórico e social, questões atuais e representações na arte e na mídia, através do Ciclo de Vida (o início, a transição e a maturidade).

Além das intervenções apresentadas na exposição pelos 20 estudantes do curso de Museologia da UFSC durante a disciplina Prática de exposição, o público pode acompanhar nas quartas-feiras do mês de maio, sempre às 16 horas, a exibição de filmes no Auditório do MArquE. No dia 23, Quem são elas; e no dia 30, Luiza.

Programação grupo Bateu (17/05)

16h – Rafael Oliveira aka Alef é DJ e produtor com gosto peculiar. O artista compõe seus sets usando suas referências que vão do disco até o techno industrial e passando por vertentes da musica ácida e do house.

18h – Cordini é nome conhecido na Ilha. Nascida e renascida aqui, invoca linhas de baixo com movimento e força em suas apresentações, transitando na energia do techno, deep e minimal.

O visitante encontrará no MArquE a seguinte programação: 𝐓é𝐫𝐫𝐞𝐨 – 𝐓𝐞𝐜𝐞𝐧𝐝𝐨 𝐒𝐚𝐛𝐞𝐫𝐞𝐬 𝐩𝐞𝐥𝐨𝐬 𝐂𝐚𝐦𝐢𝐧𝐡𝐨𝐬 𝐆𝐮𝐚𝐫𝐚𝐧𝐢, 𝐊𝐚𝐢𝐧𝐠𝐚𝐧𝐠 𝐞 𝐋𝐚𝐤𝐥ã𝐧õ-𝐗𝐨𝐤𝐥𝐞𝐧𝐠; 𝟐º 𝐀𝐧𝐝𝐚𝐫 – 𝐀𝐫𝐪𝐮𝐞𝐨𝐥𝐨𝐠𝐢𝐚 𝐞𝐦 𝐐𝐮𝐞𝐬𝐭ã𝐨: 𝐏𝐞𝐫𝐜𝐨𝐫𝐫𝐞𝐧𝐝𝐨 𝐨 𝐋𝐢𝐭𝐨𝐫𝐚𝐥 𝐂𝐚𝐭𝐚𝐫𝐢𝐧𝐞𝐧𝐬𝐞; 3º 𝐀𝐧𝐝𝐚𝐫 – 𝐌𝐀𝐌𝐈𝐋𝐎 𝐌𝐀𝐍𝐈𝐅𝐄𝐒𝐓𝐎.

Sobre o projeto

A exposição Mamilo Manifesto é constituída em três núcleos: Início, referente ao começo da vida abordando questões sobre a infância e a amamentação; Transição, tratando sobre a adolescência, o uso do sutiã, a sexualidade, as visões de mamilos de acordo com a cultura, a censura; Maturidade, que engloba a fase adulta, a saúde, as cirurgias plásticas, a estética e a arte. Segundo Sônia Rocha, uma das estudantes que organizaram a mostra, cada núcleo apresenta cerca de 15 instalações artísticas criadas e produzidas  pelos alunos em parceria com a marcenaria da UFSC. “O tema mamilos foi o selecionado pela turma e busca-se discutir com a sociedade um assunto visto, geralmente, com preconceito ou desnaturalidade. Nosso objetivo é quebrar tabus”.

Para os organizadores, expor esse assunto em um museu localizado dentro de uma instituição de ensino representa promover a comunicação em busca da transformação social. ” O debate sobre assuntos polêmicos como o dos mamilos mexe com os sentido dos visitantes, trazendo reflexões sobre o tema de uma forma abrangente e que, muitas vezes, passam desapercebidas pelos indivíduos e acabam transformando seu modo de ver o assunto”, diz Sônia.

Visitas educativas

O projeto propõe, ainda, que visitas educativas possam ser feitas por escolas da região. A monitoria é realizada pelos estudantes que prepararam uma abordagem interativa envolvendo um jogo com Mitos e Verdades sobre o assunto. O agendamento pode ser feito por meio do endereço eletrônico 

Serviço:

O que: Exposição Mamilo Manifesto, dos acadêmicos do curso de Museologia da UFSC.

Quando: De 26 de abril a 30 de maio de 2018, das 9h às 18h30, de terça a sexta.

Onde: Sala Elizabeth Pavan Cascaes, terceiro piso do Museu de Arqueologia e Etnologia Professor Oswaldo Rodrigues Cabral (MArquE/UFSC), campus Trindade, ao lado do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH).

Mais informações: (48) 99914-1363 /