Ubaldo Balthazar concede coletiva e fala sobre retorno de equipe que havia pedido afastamento

06/11/2017 17:57

O reitor pro tempore da Universidade Federal de Santa Catarina, Ubaldo César Balthazar concedeu nesta segunda-feira, 6 de novembro, às 16h, na Sala dos Conselhos da UFSC, uma coletiva quando respondeu perguntas sobre o retorno de pró-reitores e secretários que haviam pedido afastamento e o funcionamento da Corregedoria da UFSC. “Nós restabelecemos a equipe do professor Cancellier, um time bom, um grupo que estava dando conta do recado”.

Ubaldo também comentou que a decisão sobre a reitoria pro tempore ainda depende de uma decisão do Ministro da Educação, o que ainda não ocorreu. “A expectativa é grande e esperamos que venha um “Sim” do ministério. Estamos reitor em exercício por uma decisão do Conselho Universitário, aguardando a resposta do ministro Mendonça Filho que vai nos designar reitor pro tempore até a entrega do Conselho Universitário de uma lista tríplice”.

Lista que, explica Ubaldo Balthazar, virá de uma consulta pública à comunidade universitária, cujos trabalhos já devem iniciar esta semana a partir da atuação de uma comissão com seis nomes designada pelo Conselho Universitário, respeitando um cronograma para a realização dessa consulta. Ele acredita que para os meses de março ou abril já se tenham os resultados.

Sobre a possibilidade de repassar para o MEC uma lista tríplice com nomes para reitor até dezembro, prazo dado pelo ministério no caso específico da vacância para o cargo, Ubaldo Balthazar lembra que se trabalha com a primeira possibilidade, aquela fruto da decisão do CUn.

Ubaldo: confiança no grupo. Foto: Ítalo Padilha/Agecom/UFSC

Ele espera contar com todo o apoio do Ministro da Educação e sua equipe para que o MEC conceda um prazo inédito de até seis meses para a escolha do novo reitor. “Contamos com essa possibilidade. Não existe plano B”.

Ubaldo falou também que ainda não se reuniu com a Controladoria Geral da União ou Ministério Público para conversar sobre os últimos acontecimentos que envolveram a UFSC. Lembrou que a professora Alacoque Erdmann, antes de se afastar para sua licença de tratamento de saúde, encaminhou à CGU um documento em que ela solicita um pedido de correição do trabalho do corregedor Rodolfo Hickel Prado pelas atitudes tomadas aqui na universidade e que desencadearam no cenário que todos já conhecem. “Temos que esperar uma resposta da CGU para então ver as providências que podem ser tomadas”.

Agecom/UFSC