Secretaria Estadual da Saúde faz investimentos de R$ 350 mil no Hospital Universitário

08/02/2017 12:00

Encontro nesta quarta-feira, 8, entre o reitor Luiz Carlos Cancellier e o atual secretário estadual da Saúde, Vicente Augusto Caropreso, definiu investimentos no valor de R$ 350 mil em reformas e ampliações no Hospital Universitário Polydoro Ernani de São Thiago da UFSC.

caropreso

Foto: Italo Padilha/Agecom/UFSC

“Estamos investindo na universidade como parceira de alguns tipos de serviço, principalmente na neurofisiologia, que é uma carência aguda. Nós temos uma longa fila represada, por exemplo, de eletromiografia, de polissonografia e também de videoeletroencefalografia, esse último um exame que orienta a cirurgia de epilepsia”, disse Caropreso”.

Os investimentos, completa o responsável pela Secretaria de Estado da Saúde, alcançam também a emergência pediátrica, colocando mais uma opção de atendimento nessa área à Grande Florianópolis e ao Estado.

Para o reitor Luiz Carlos Cancellier a iniciativa vem num momento em que os recursos disponíveis precisam ser gerenciados de forma criteriosa. “A expertise disponível hoje no HU, aliada à disposição da Secretaria de apostar numa gestão hospitalar mais eficiente, ratificam essa parceria”.

O encontro, que teve a presença da diretora clínica do HU, Heda Mara Schmidt, do gerente Administrativo Paulo Peixoto Portela, e da gerente de Ensino e Pesquisa, Rosimeri Maurici da Silva serviu também, segundo Vicente Caropreso, como uma troca de impressões a respeito da medicina no Estado, da economia processual, diretamente ligada à vida dos hospitais estaduais, tanto das organizações sociais que a secretaria vem mantendo integralmente, bem como, e principalmente dos hospitais próprios. Para ele, a experiência de gestão Hospital Universitário, hoje sob administração da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), é de fundamental importância para a Secretaria. “Não podemos mais deixar que a política partidária muitas vezes comande estruturas altamente sofisticadas e que exigem um perfil técnico, científico muito gabaritado. Isso é o que corrói a estrutura do estado e que danifica  também, e principalmente, a economia popular”.

“A situação hoje preocupa nos hospitais próprios, com altos gastos muitos deles desnecessários e nós temos que treinar toda uma gestão hospitalar para que sobre mais recursos e que a gente possa aplicar em outras áreas que estão carentes, inclusive na implementação de novos serviços oferecidos à população”, finalizou Caropreso.