CDS renova sistema de aquecimento das piscinas do Complexo Aquático

13/07/2015 08:07

As piscinas do Complexo Aquático do Centro de Desportos (CDS) voltaram a ficar aquecidas: as novas bombas de calor foram instaladas e até o final da semana a água deve ficar a 28° Celsius. No total, foram investidos R$ 261 mil na renovação do sistema – R$ 246.969,64 para os aquecedores, R$ 8 mil com a mão-de-obra, R$ 4 mil na fiação e R$ 3 mil em tubos e conexões.

Aquecedores foram instalados. Foto: Jair Quint/Agecom/DGC/UFSC

Aquecedores foram instalados. Foto: Jair Quint/Agecom/DGC/UFSC

“Nós ligamos os aquecedores e houve um problema na bomba de pressão. Mas foi resolvido ainda na segunda-feira (6 de julho). A água da piscina adaptada já está a 28° e a olímpica, hoje com 26°, chega à temperatura ideal até sexta-feira”, explica o vice-diretor do CDS,  Luciano Lazzaris Fernandes.

O vice-diretor do CDS lembra que na época de estudante dele, “não tinha nada disto. A piscina era aberta e os projetos de extensão iniciavam apenas em setembro e iam só até maio. Hoje os tempos são outros, os usuários querem qualidade e vêm porque a água é aquecida o ano inteiro”.

De acordo com Luciano, os problemas com os aquecedores antigos, com 15 anos de uso, vinham se agravando e o custo do conserto se aproximava da renovação do sistema. “A troca foi inevitável. Procuramos o equipamento com as especificações ideais e mandamos para o departamento de licitações realizar o pregão eletrônico”.

Os aquecedores Nautilus A 145 têm potência de 136.445 BTU/h e funcionam como um condicionador de ar invertido – transferem o calor do ambiente externo para a água. O calor retirado do ar é levado pelo compressor para o condensador que aquece a água da piscina.

Para o próximo ano, a direção do CDS trabalha para resolver outro problema, o sistema de filtros, na parte inferior da piscina. “A tubulação tem 30 anos, o sistema foi muito danificado pela ação do cloro e do tempo; e deve ser trocado em algum momento”, diz Luciano.

 

Extensão

Além das aulas regulares do curso de Educação Física, 1,2 mil pessoas estão inscritas nas atividades de extensão desenvolvidas nas piscinas olímpica e adaptada – natação, hidroginástica, aquafitness, polo aquático e projetos para portadores de necessidades especiais.

A natação tem turmas infantis (de 6 a 9 e 10 a 13 anos), de terceira idade (a partir de 60 anos), para jovens e adultos (de iniciação e aperfeiçoamento) e treinamento de atletas (com mais de 17 anos, entre universitários e comunidade, e diferentes níveis de desempenho – recreacionais, treinados e altamente treinados).

A hidroginástica trabalha com duas faixas etárias – 40 a 64 anos e terceira idade – a resistência muscular localizada, resistência aeróbia, coordenação motora, flexibilidade e equilíbrio.

Na aquafitness, os praticantes (de 40 a 64 anos) usam um colete flutuador, utilizando a impulsão na água para promover um treino aeróbio de baixo impacto. Durante as aulas são desenvolvidos exercícios que objetivam desenvolver principalmente a resistência aeróbia, resistência muscular localizada, flexibilidade e coordenação motora dos alunos.

As turmas de polo aquático são divididas em times adulto e juvenil, proporcionando à comunidade a oportunidade de treino de regras, técnica e de jogo na modalidade.

O Projeto AMA – Atividade Motora Adaptada oferece atividades motoras na água para crianças a partir de 3 anos, com deficiência física,  intelectual, visual ou auditiva.

Mais informações no Portal do CDS.

 

Caetano Machado/Jornalista da Agecom/DGC/UFSC

Foto: Jair Quint/Agecom/DGC/UFSC